Indústria farmacêutica – Wikipédia, a enciclopédia livre
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1
Controvérsias
2
Características da indústria farmacêutica
3
Aprovação de produtos em diferentes países
Alternar a subsecção Aprovação de produtos em diferentes países
3.1
Medicamentos órfãos
4
Empresas líderes de vendas
Alternar a subsecção Empresas líderes de vendas
4.1
As maiores em volume de receita
5
Referências
6
Ligações externas
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Indústria farmacêutica
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Março de 2022
)
A
indústria farmacêutica
é responsável por produzir medicamentos. É uma atividade licenciada para pesquisar, desenvolver, comercializar e distribuir drogas farmacêuticas. Muitas das companhias farmacêuticas surgiram entre o final do século XIX e o início do século XX. As principais descobertas aconteceram em torno das décadas de 1920 e 1960. Nos últimos anos surgiram os medicamento genéricos, com a mesma fórmula dos medicamentos de marcas registradas. Essa empresas fazem
lobby
incluso em países totalitários.
[
1
]
Controvérsias
[
editar
|
editar código
]
De modo geral, a indústria farmacêutica fabrica e comercializa seus medicamentos somente após um longo processo, que envolve meses ou anos de
pesquisas
,
testes
e pesados
investimentos
. As pesquisas para a busca e de determinados medicamentos podem custar bilhões de dólares. Quando um medicamento é descoberto por uma determinada empresa, esta pode requerer a
patente
da fórmula. Outras empresas que desejem fabricar a mesma fórmula devem pagar
royalties
à detentora da patente. O
retorno
da maior parte do investimento feito ocorre na forma de
lucros
advindos da venda de
royalties
, além da comercialização direta dos medicamentos.
Porém, nas últimas décadas, as grandes empresas farmacêuticas (conhecidas como
Big Pharma
[
2
]
), frequentemente têm sua imagem afetada negativamente, dada a relação entre
saúde
e
mercado
, o que, em última instância, significa a transformação da saúde em
mercadoria
.
O
Prêmio Nobel de Medicina
Richard J. Roberts
declarou, durante uma entrevista em 2011, que os
fármacos
que curam não são
rentáveis
e por isso não são
desenvolvidos
pelas farmacêuticas. A elas interessa desenvolver medicamentos
cronificadores das doenças
, que não curam de todo e devem ser consumidos de forma serializada, de modo que o paciente experimente uma melhora que desapareça quando deixar de tomar o medicamento.
[
3
]
Os críticos afirmam que as pesquisas da indústria farmacêutica são orientadas basicamente pelo lucro, o que dá lugar à existência das chamadas
doenças negligenciadas
. Essas doenças afetam principalmente a população mais pobre dos
países em desenvolvimento
, que não pode pagar altos preços pelos remédios de que necessita. Assim, a indústria privilegia os investimentos na pesquisa e desenvolvimento de medicamentos para doenças que afetam a população mais rica - mais concentrada nos
países desenvolvidos
-, pode pagar e garantir o retorno dos investimentos em P&D. Segundo
Louis Currat
, secretário-geral do
Fórum Global de Pesquisas em Saúde
, ligado à
Organização Mundial de Saúde
, "menos de 10% das verbas para pesquisa são destinados a 90% dos problemas de saúde do mundo".
Tudo isso se evidencia em números que mostram a diferença entre pesquisas sobre doenças de impacto mundial, por exemplo: a
malária
, doença que mata um milhão de pessoas por ano, com 90% dos infectados localizados na
África
, conta com 18 medicamentos e 2
vacinas
em desenvolvimento; a
tuberculose
, que mata dois milhões de pessoas todos os anos, (90% destes em países em desenvolvimento), conta com 17 medicamentos e 2 vacinas em desenvolvimento; e a
AIDS
,
síndrome
responsável por uma média de dois a três milhões de mortes anuais (com dois terços dos aproximadamente 40 milhões de infectados atuais encontrados na África, porém muitos outros milhões em países desenvolvidos), possui 88 medicamentos aprovados, 77 candidatos a medicamentos e 19 vacinas em desenvolvimento.
[
4
]
Há quem afirme, entretanto, que sendo imprescindível a realização de pesados investimentos para a pesquisa e desenvolvimento de medicamentos eficazes contra certas doenças, os recursos necessários deveriam vir de financiamento público, ou que os preços dos medicamentos fossem
subsidiadas
pelos governos de países mais atingidos pelas doenças, de modo que a reduzir os preços aos consumidores, preservando-se os interesses da indústria, com relação a patentes e
royalties
. Mas ocorre que, no caso das doenças negligenciadas, os países mais afetados são também os mais pobres.
Na articulação da dinâmica de inovação com a sociedade, pode-se afirmar que o círculo virtuoso entre gasto em P&D e marketing, inovação, lucratividade e crescimento possui uma dimensão perversa em que a lógica de mercado se descola das necessidades de saúde, principalmente daqueles países e populações com menor poder de compra e que possuem alta incidência de doenças negligenciadas
.
[
5
]
Um recente estudo estatístico mostra como a indústria farmacêutica nos Estados Unidos aufere super-lucros, evidenciando rendas de
monopólio
, ao investir mais em marketing do que em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos. Os gastos dos grandes laboratórios com marketing superaram os 14000 milhões de dólares em 2004. A maior parte desses gastos refere-se a
marketing direto
, voltado a profissionais da saúde, e influencia diretamente a prescrição de medicamentos pelos médicos. A principal conclusão dos autores é a de que as empresas farmacêutica nos EUA não são as que mais investem em P&D, mas são as que apresentam as maiores taxas de lucros líquidos:
"À pergunta se os custos dos fármacos são justificados pelos gastos em
pesquisa e desenvolvimento
, a resposta é não."
As empresas farmacêuticas de fato investem em
P&D
, assim como outras empresas de outros ramos de atividade. Porém o investimento da indústria farmacêutica é pouco significativo, quando comparado aos seus imensos lucros de monopólio- entre 2½ e 37 vezes superiores aos lucros médios da indústria não-farmacêutica.
[
6
]
[
7
]
De todo modo, a imagem negativa da indústria junto ao público também não faz bem aos negócios. Por isso, algumas empresas têm procurado se aproximar de iniciativas voltadas para os países subdesenvolvidos. É o caso da
Novartis
, que criou em 2003 em
Singapura
o Instituto Novartis de Pesquisa em Doenças Tropicais. Mais recentemente, a mesma empresa, em parceria com a
Fapesp
, o Instituto de Medicina Tropical, a
Faculdade de Medicina da USP
, a Sociedade Brasileira de Medicina Tropical e a
ONG
Médicos sem Fronteiras
, criou um
portal
para pesquisadores e centros de pesquisa, visando fomentar a troca de informações sobre o tema.
[
8
]
Características da indústria farmacêutica
[
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|
editar código
]
Em âmbito internacional, a indústria farmacêutica se caracteriza como um
oligopólio
diferenciado, baseado na
inovação
e nas ciências, pois a criação de novos produtos é prioritária em relação às
economias de escala
e aos
custos
de produção. As empresas que lideram o setor são
multinacionais
de grande porte e atuam de forma global no mercado. A principal fonte de diferenciação de produtos é, por um lado, a
pesquisa e desenvolvimento
e, por outro lado, o
marketing
. É necessário produzir novos medicamentos a cada
patente
expirada, pois, terminado o prazo de proteção, os produtos farmacêuticos ficam expostos à concorrência dos genéricos e similares, que utilizarão outras estratégias de competição. A principal maneira de a indústria se apropriar de resultados oriundos de seus esforços de P&D é a patente, que garante o
monopólio
temporário de vendas. A liderança de mercado é conquistada em segmentos de mercado particulares, mediante diferenciação de produtos.
O setor farmacêutico se caracteriza por uma forte dinâmica centrada em pesquisa e desenvolvimento, produção industrial e comercialização com altos investimentos e estratégia de competição focada na diferenciação de produtos. O Brasil representa o 8º maior mercado do mundo em faturamento, porém representa apenas 2% da fatia de mercado mundial, sendo os Estados Unidos o principal mercado, com aproximadamente 50% do volume de negócios. O segmento no Brasil é quase que totalmente dependente de importações e utiliza a proteção de patentes como uma forma de segurança de retorno dos investimentos praticados.
Nas duas últimas décadas e meia, o setor farmacêutico conheceu um crescimento significativo, que foi marcado por concentração industrial, lucros extraordinários (isto é, superiores ao lucro médio do mercado) decorrentes da combinação de aumento no
consumo
com elevação de preços dos medicamentos. No que se refere às oportunidades destacam-se a prospecção de novos caminhos científicos e tecnológicos particularmente no tocante ao impacto potencial da biotecnologia não somente na inovação em processos de P&D, mas também em produtos. Em relação aos desafios cabe ressaltar o papel da crescente pressão competitiva associada aos medicamentos genéricos diante de um momento em que os medicamentos líderes de venda terão suas patentes expirando.
Dentre as principais tendências que marcam a atual concorrência e organização produtiva da indústria farmacêutica internacional é possível destacar:
• Mudanças associadas aos vetores de crescimento do mercado global de produtos farmacêuticos;
• Aumento nas pressões competitivas enfrentadas pelos grandes laboratórios farmacêuticos decorrentes da concentração no vencimento de patentes de
blockbusters;
• Declínio na produtividade das atividades de P&D: Redução no ritmo de registro de novos produtos com características inovadoras;
• Crescente competição dos medicamentos genéricos: intensificação no processo de
fusões e aquisições
entre empresas produtoras de medicamentos genéricos;
• Mudanças no Marco Regulatório associados às pressões crescentes de
consumidores.
Esse conjunto de tendências gera um realinhamento das estratégias corporativas por parte das empresas multinacionais do setor no sentido de lucrarem através das oportunidades potenciais nos mercados emergentes, bem como de novas estratégias com foco em planejamento estratégico, aumento de produtividade, sobretudo na P&D, estratégias de outsourcing em países com menores custos de mão-de-obra, aumento do interesse em
biotecnologia
e entrada no mercado de medicamentos genéricos, além de um movimento das atividades de P&D para focar a pesquisa em medicamentos para grupos específicos em oposição às estratégias demasiadamente centradas nos
blockbusters
.
Por outro lado, essa mudança de posição não mudou, na essência, a estrutura da indústria nem o padrão de competitividade atual. Assim, dentre as relevantes características que marcam o padrão de concorrência na indústria farmacêutica mundial hoje, é possível mencionar:
i) o alto grau de internacionalização e o aumento de consolidação de empresas;
ii) a intensidade de conhecimentos científicos e tecnológicos do setor que demanda elevados gastos em P&D;
iii) a natureza fragmentada dos mercados relevantes na indústria farmacêutica, tanto do ponto de vista do consumidor quanto do ponto de vista tecnológico, o que implica a existência de nichos de mercado e representa uma importante janela de oportunidade para países menos desenvolvidos.
[
9
]
Aprovação de produtos em diferentes países
[
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|
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]
Nos Estados Unidos, os novos produtos farmacêuticos devem ser aprovados pela Food and Drug Administration (FDA) como seguros e eficazes.
[
10
]
[
11
]
Este processo envolve, normalmente, a apresentação de um pedido de estudo de um novo medicamento com dados pré-clínicos suficientes para avançar para ensaios em seres humanos.
[
12
]
[
13
]
A Saudi Food and Drug Administration (SFDA) regula as indústrias das ciências da vida na Arábia Saudita, incluindo os produtos farmacêuticos, a biotecnologia, os dispositivos médicos, etc.
[
14
]
[
15
]
As empresas devem solicitar o registo na SFDA para obterem a aprovação de comercialização dos seus produtos.
No Reino Unido, a Medicines and Healthcare products Regulatory Agency aprova e avalia os medicamentos para utilização.
[
16
]
[
17
]
Cabe então ao National Institute for Health and Care Excellence (NICE) em Inglaterra e no País de Gales decidir se e como o Serviço Nacional de Saúde (NHS) autorizará (em termos de pagamento) a sua utilização.
Em muitos países ocidentais, com exceção dos EUA, surgiu um "quarto obstáculo" de análise custo-benefício antes de as novas tecnologias poderem ser implementadas. A tónica é colocada no "preço da eficiência" (em termos, por exemplo, de custo por QALY) das tecnologias em consideração.
Medicamentos órfãos
[
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|
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]
Existem regras especiais para determinadas doenças raras ("doenças órfãs") em vários dos principais territórios de regulamentação dos medicamentos. Uma vez que a investigação médica e o desenvolvimento de medicamentos para tratar essas doenças são financeiramente desvantajosos, as empresas que o fazem são recompensadas com impostos mais baixos, isenção de direitos e exclusividade de mercado por um período limitado (sete anos), independentemente de o medicamento estar protegido por patentes.
Empresas líderes de vendas
[
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|
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]
As 15 empresas farmacêuticas que mais venderam em 2008 foram:
[
18
]
Classificação
Empresa
Vendas
(
USD
milhões)
Sede
1
Pfizer
43,363
EUA
2
GlaxoSmithKline
36,506
Reino Unido
3
Novartis
36,506
Suíça
4
Sanofi-Aventis
35,642
França
5
AstraZeneca
32,516
Reino Unido
6
Hoffmann–La Roche
30,336
Suíça
7
Johnson & Johnson
29,425
EUA
8
Merck & Co.
26,191
EUA
9
Abbott
19,466
EUA
10
Eli Lilly and Company
19,140
EUA
11
Amgen
15,794
EUA
12
Wyeth
15,682
EUA
13
Teva
15,274
Israel
14
Bayer
15,660
Alemanha
15
Takeda
13,819
Japão
As maiores em volume de receita
[
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|
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]
A seguir, a classificação das 19 maiores empresas da área farmacêutica e de
biotecnologia
, segundo o volume de receita. Algumas, como
Bayer
,
Johnson & Johnson
e
Procter & Gamble
) têm uma receita adicional não incluída na tabela. A expressão
Big Pharma
é frequentemente aplicada a empresas com receita superior a USD 3 bilhões e/ou gastos em
P&D
maiores que USD 500 milhões.
Classificação
[
19
]
Empresa
País
Receita total
(USD milhões)
Gastos em P&D 2006
(USD milhões)
Lucro líquido/ (prejuízo) 2006
(USD milhões)
Empregados 2006
1
Pfizer
EUA
67.809
7.599
19.337
122.200
2
Novartis
Suíça
53.324
7.125
11.053
138.000
3
Merck & Co.
EUA
45.987
4.783
4.434
74.372
4
Bayer
Alemanha
44.200
1.791
6.450
106.200
5
GlaxoSmithKline
Reino Unido
42.813
6.373
10.135
106.000
6
Johnson & Johnson
EUA
37.020
5.349
7.202
102.695
7
Sanofi
France
35.645
5.565
5.033
100.735
8
Hoffmann–La Roche
Suíça
33.547
5.258
7.318
100.289
9
AstraZeneca
Reino Unido
26.475
3.902
6.063
50.000+
10
Abbott Laboratories
EUA
22.476
2.255
1.717
66.800
11
Bristol-Myers Squibb
EUA
17.914
3.067
1.585
60.000
12
Eli Lilly and Company
EUA
15.691
3.129
2.663
50.060
13
Amgen
EUA
14,268
3,366
2,950
48,000
14
Boehringer Ingelheim
Alemanha
13.284
1.977
2.163
43.000
15
Schering-Plough
EUA
10.594
2.188
1.057
41.500
16
Baxter International
EUA
10.378
614
1.397
38.428
17
Takeda Pharmaceutical Co.
Japão
10.284
1.620
2.870
15.000
18
Genentech
EUA
9.284
1.773
2.113
33.500
19
Procter & Gamble
EUA
8.964
n/a
10.340
29.258
TOTAL
497.519
70.843
110.077
1.342.700
MÉDIA
24876
3542
5504
67135
Referências
↑
Stephen Cooter. “Review of PJ Lisa’s Assault on Medical Freedom.” The Family News. Volume IV, No 1, pp 21-23
↑
Lista das maiores empresas farmacêuticas
↑
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.
Vanguardia
, 25 de maio de 2011 (em castelhano).
↑
Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica
[ligação inativa]
↑
GADELHA, C. et al.
Perspectivas do Investimento em Saúde
[ligação inativa]
↑
Rendas de monopólio e os lucros da indústria farmacêutica
↑
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Arquivado em
3 de março de 2016, no
Wayback Machine
., por Janet Spitz e Marl Wickham, p. 13.
↑
Sem lucro não há interesse.
[ligação inativa]
por Marta Kanashiro].
↑
GADELHA, C. A. G.; MALDONADO, J.; VARGAS, M. A. (2008)
Estudo Setorial sobre a Indústria Farmacêutica. Nota Técnica.
Projeto “Uma Agenda de Competitividade para a Indústria Paulista”. São Paulo, UNESP/UNICAMP/USP/SDE/IPT-SP;GADELHA, C. A. G., (2006). Desenvolvimento, complexo industrial da saúde e política industrial. Revista de Saúde Pública, 40 (N Esp): 11-23.Antunes.A.M.S; Magalhães.J.L. Oportunidades em medicamentos genéricos.A Industria Farmacêutica Brasileira. Editora: Interciência 2008 1ª. Edição.
↑
«The U.S. Drug Approval Process: A Primer»
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www.everycrsreport.com
. Consultado em 29 de agosto de 2024
↑
«The FDA's New Drug Approval Process: Development & Premarket Applications»
.
drug-dev.com
. Consultado em 29 de agosto de 2024
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«Clinical Trials: The IND & NDA»
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www.brainkart.com
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«Stages of Drug Development»
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«The Registration Rules of Pharmaceutical, Herbal and Health Product Manufacturers and their Products Guideline»
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. Consultado em 29 de agosto de 2024
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«SFDA pharmaceutical products Approval»
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«Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency»
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clinregs.niaid.nih.gov
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«UK Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency»
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↑
IMS Health 2008
,
Top 15 Global corporations
↑
Top 50 Pharmaceutical Companies Charts & Lists
,
Med Ad News, September 2007
Arquivado em
9 de novembro de 2012, no
Wayback Machine
.
Ligações externas
[
editar
|
editar código
]
Site da TB Alliance,
organização voltada para a descoberta de remédios melhores, mais ativos e mais baratos contra a tuberculose.
Interfarma - Associação da Industria Farmacêutica de Pesquisa
Representante de empresas e pesquisadores ligados ao desenvolvimento da indústria farmacêutica.
Em inglês:
Pharmaceuticals / Health Products
. Artigo sobre o
lobby
farmacêutico.
Opensecrets
Corporations and Health Watch
Site da PhRMA (
Pharmaceutical Research and Manufacturers of America
)
FRONTLINE
(série de artigos sobre a indústria farmacêutica)
Vídeo:
Big Bucks, Big Pharma: Marketing Disease & Pushing Drugs
, narrado por
Amy Goodman
.
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:
Indústria farmacêutica
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