Partido da Social Democracia Brasileira – Wikipédia, a enciclopédia livre
https://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_da_Social_Democracia_Brasileira

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Início
1
História
Alternar a subsecção História
1.1
Antecedentes e fundação
1.2
Governo Sarney e eleições de 1989
1.3
O PSDB no Governo Itamar Franco
1.4
Governo Fernando Henrique Cardoso
1.5
Eleições de 2002 e retorno à oposição
1.6
Eleições de 2014 e o
Impeachment
de Dilma Rousseff
1.7
Eleição presidencial de 2018
1.8
Eleição presidencial de 2022
1.9
Eleições municipais de 2024 e tentativa de fusão
2
Ideologia
Alternar a subsecção Ideologia
2.1
Programa partidário
3
Organização
Alternar a subsecção Organização
3.1
Mandatos Atuais
3.2
Deputados Estaduais
4
Número de Filiados
Alternar a subsecção Número de Filiados
4.1
Crescimento Anual
4.2
Composição
4.3
Plataforma de projetos
4.4
Identidade visual
4.5
Juventude PSDB (JPSDB)
4.6
TucanAFRO
4.7
PSDB Diversidade
4.8
PSDB Mulher
4.9
PSDB Sindical
4.10
PSDB Esquerda Pra Valer
4.11
Presidentes Nacionais
5
Desempenho eleitoral
Alternar a subsecção Desempenho eleitoral
5.1
Eleições estaduais
5.2
Eleições presidenciais
6
Presidentes da República
7
Cassações por corrupção
8
Ver também
9
Referências
10
Ligações externas
Alternar o índice
Partido da Social Democracia Brasileira
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Partido da Social Democracia Brasileira
Sigla
PSDB
Número eleitoral
45
[
1
]
Líder
Adolfo Viana
Presidente
Marconi Perillo
Secretário-geral
Paulo Abi-Ackel
[
2
]
Vice-presidentes
Paula Mascarenhas
Beto Richa
Geovania de Sá
Marcos Vieira
Tesoureiro-geral
Paulo Abi-Ackel
Presidente de honra
Fernando Henrique Cardoso
Fundação
25 de junho
de
1988
(37 anos)
Registro
24 de agosto
de
1989
(36 anos)
[
1
]
Sede
Brasília
,
DF
,
Brasil
Ideologia
Liberalismo social
[
3
]
[
4
]
[
5
]
[
6
]
Liberalismo econômico
[
4
]
[
5
]
[
6
]
Social-democracia
[
4
]
[
5
]
[
6
]
Terceira via
[
7
]
[
8
]
Minoritária:
Conservadorismo liberal
[
9
]
Espetro político
Centro
[
15
]
Alas minoritárias:
centro-esquerda
[
16
]
à
centro-direita
[
17
]
Think tank
Instituto Teotônio Vilela
Ala de juventude
Juventude PSDB (JPSDB)
Ala feminina
PSDB Mulher
Ala negra
TucanAFRO
Ala LGBT
Diversidade Tucana
Dividiu-se de
PMDB
Membros (2025)
1.291.811 filiados
[
18
]
Afiliação nacional
Federação PSDB Cidadania
Afiliação internacional
Internacional Democrata Centrista
Organização Democrata Cristã da América
(observador)
Governadores
(2025)
[
19
]
0 / 27
Prefeitos
(2024)
[
20
]
276 / 5 569
Senadores
(2025)
[
21
]
[
22
]
3 / 81
Deputados federais
(2025)
[
23
]
15 / 513
Deputados estaduais
(2022)
48 / 1 024
Vereadores
(2024)
[
24
]
3 002 / 58 026
Parlamento do Mercosul
(2025)
[
25
]
1 / 138
Cores
    
Verde
    
Amarelo
    
Azul-profundo
    
Branco
Slogan
"Um só Brasil."
Símbolo eleitoral
Tucano
Página oficial
psdb
.org
.br
Política do Brasil
Partidos políticos
Eleições
O
Partido da Social Democracia Brasileira
(
PSDB
) é um
partido político brasileiro
de
centro
, com algumas alas minoritárias associadas à
centro-esquerda
ou à
centro-direita
. Fundado em 1988 e registrado definitivamente em 1989, surgiu a partir de uma cisão do
MDB
que mesclava a
social-democracia
e o
liberalismo econômico
e
social
.
[
4
]
[
5
]
[
6
]
Seu
símbolo
é um
tucano
nas cores
azul
e
amarela
. Por esta razão, seus membros são, eventualmente, chamados "tucanos", e raramente de "peessedebistas".
[
26
]
[
27
]
Em abril de 2025, o partido tinha 1.291.811 filiados, sendo o quinto maior do país.
[
28
]
O PSDB foi formado no final da década de 80 durante a
redemocratização do Brasil
por uma dissidência do
PMDB
e de outros opositores do
regime militar
, formada principalmente por parlamentares e intelectuais que defendiam uma social-democracia moderna e reformista,
[
6
]
sendo considerado como parte da chamada
Terceira via
, movimento que buscava conciliar políticas de mercado com compromissos sociais dentro de um modelo de centro reformista.
[
29
]
[
30
]
[
31
]
O PSDB governou o Brasil de 1995 a 2003, durante a presidência de
Fernando Henrique Cardoso
, em um governo marcado pelo
Plano Real
,
políticas de privatização
e modernização do estado, e foi o segundo colocado em todas as eleições presidenciais de
2002
até
2014
. O PSDB foi o maior partido de oposição ao
Partido dos Trabalhadores
(PT) de 2003 a 2016, atuando contra os governos
Luiz Inácio Lula da Silva
e
Dilma Rousseff
tanto no plano federal como em diversos estados e municípios onde detinha forças significativas. A rivalidade entre os dois partidos marcou a política brasileira por mais de uma década, estruturando um sistema de polarização entre PSDB e PT que dominou o cenário nacional até meados da década de 2010.
[
4
]
[
32
]
Com o passar dos anos, o PSDB atraiu quadros e eleitores de perfil mais
centro-direita
e
conservador
, devido a sua aproximação com pautas
econômicas liberais
e oposição ao petismo.
[
33
]
Desde 2016 o partido passou a enfrentar um processo de declínio político e eleitoral, marcado por disputas internas, perda de identidade ideológica e redução de sua base eleitoral. A ascensão do
bolsonarismo
a partir de 2018 atraiu a parte do eleitorado antipetista e de direta que antes apoiava o partido.
[
32
]
Nas
eleições de 2022
, o PSDB registrou o pior desempenho de sua história, perdendo o
governo de São Paulo
após 27 anos e elegendo a menor bancada de deputados federais desde sua fundação.
[
34
]
Além de ser o partido do ex-
presidente da república
Fernando Henrique Cardoso
, ao longo da história, o PSDB deu apoio aos ex-presidentes
Itamar Franco
e
Michel Temer
e fez
oposição
aos ex-presidentes
Fernando Collor
,
Luiz Inácio Lula da Silva
e
Dilma Rousseff
. No início, o PSDB deu apoio e participou da base do governo de
Jair Bolsonaro
, porém entrou para a oposição em setembro de 2021.
[
35
]
Em 2022 se juntou ao seu aliado histórico
Cidadania
(antigo PPS) para formar a
Federação PSDB Cidadania
.
[
36
]
História
[
editar
|
editar código
]
Antecedentes e fundação
[
editar
|
editar código
]
Ver artigo principal:
Lista de fundadores do Partido da Social Democracia Brasileira
Criação do PSDB em 25 de junho de 1988. Participantes -
Fernando Henrique Cardoso
,
Mário Covas
,
Afonso Arinos
O embrião do que viria ser o PSDB surgiu logo após as
Eleições Gerais de 1986
, com o surgimento do Movimento de Unidade Progressista (MUP) em 1987, capitaneado entre outros por
Fernando Henrique Cardoso
(PMDB-SP). Tratava-se de uma resposta à estratégia política adotada pelo
MDB
na ordem de maximizar o seu capital político: a ampla vitória do partido em 1986 se deu em parte ao influxo de políticos provenientes do
PDS
(e por extensão da
ARENA
) que buscavam novas oportunidades de ganho político no
MDB
e no
PFL
. De forma ilustrativa, a bancada do
PMDB
aumentou de 224 parlamentares em fevereiro de 1985 para 246 em julho de 1986, ao passo que a bancada do
PDS
despencou de 196 para 81.
[
37
]
Nesse contexto, a cisão no PMDB ocorre diante do convencimento de quadros importantes que o partido se tornara permanentemente viciado por essa guinada conservadora. O PMDB se tornou ideologicamente heterogêneo aglomerando facções desde a
esquerda
até a
direita
.
[
37
]
Concomitantemente a isso, o diretório paulista do PMDB era cada vez mais permeado por desentendimentos entre os membros da capital em relação ao
governador
Orestes Quércia
(PMDB-SP). Os peemedebistas da capital paulista, liderados por
Mário Covas
e Fernando Henrique Cardoso se identificavam como mais
progressistas
, o que causava estranhamentos com a influência do grupo
quercista
na liderança do partido. Um exemplo dessas disputas programáticas foi a adoção do
sistema presidencialista
pela
Constituição Federal de 1988
que era combatida pelo MUP, mas pleiteada pelos quercistas.
[
38
]
[
39
]
O nome "PSDB" (então "
P
artido
S
ocialista
D
emocrático
B
rasileiro") é pela primeira vez sugerido para um novo partido derivado do MUP em outubro de 1987, num encontro supra-partidário que reuniu o MUP, o
PSB
e outros políticos de esquerda e centro-esquerda, incluindo o deputado
Paulo Ramos
(PMDB-RJ) e o professor
Florestan Fernandes
, o antigo mentor de FHC.
[
40
]
Criação do PSDB em 1988
Em 25 de junho de 1988, os
dissidentes do PMDB
levaram a termo sua insatisfação perante o
Governo Sarney
, que haveria "de se constituir no primeiro da
Nova República
para se fazer o último da
Velha República
".
[
41
]
Tal disparidade se acentuou durante a
Assembleia Nacional Constituinte
, onde os membros do partido votaram pelos quatro anos de mandato para o
Presidente da República
apesar de ter prevalecido a tese dos cinco anos, por influência do
establishment
peemedebista e de políticos conservadores agrupados no
Centrão
. Entre os fundadores do novo partido estavam
Franco Montoro
,
José Serra
,
Mário Covas
e Fernando Henrique Cardoso, escudados por
Sérgio Motta
,
Magalhães Teixeira
e
Geraldo Alckmin
. Fora de São Paulo o novo partido arregimentou
Pimenta da Veiga
,
Eduardo Azeredo
,
José Richa
,
Artur da Távola
,
Célio de Castro
,
Afonso Arinos
,
Chagas Rodrigues
,
Almir Gabriel
,
Teotônio Vilela Filho
,
Aécio Neves
,
Arthur Virgílio
,
João Gilberto Lucas Coelho
e
Maria de Lourdes Abadia
. Posteriormente outros políticos, como
Tasso Jereissati
e
Ciro Gomes
, também migrariam para o partido.
[
42
]
Segundo levantamento feito pela
Editora Três
via enciclopédia
Brasil 500 Anos
, a bancada inaugural do PSDB no
Congresso Nacional
possuía nove
senadores
e trinta e nove
deputados federais
, representando dezesseis
estados
e o
Distrito Federal
. Destes, onze eram paulistas, porém a maior representação
per capita
era a de
Alagoas
, com quatro nomes numa bancada de onze membros contra os 63 oriundos de São Paulo. Para corroborar tais assertivas basta dizer que dois dos três senadores paulistas e três dos oito deputados federais alagoanos participaram da fundação do PSDB, inclusive
Renan Calheiros
.
[
carece de fontes
?
]
Ao todo, foram 60 deputados que ingressaram no PSDB.
[
37
]
Com este núcleo partidário, o PSDB foi formado pela confluência de diferentes pensamentos políticos contemporâneos: dos
trabalhistas
, adotou a primazia do trabalho sobre o
capital
; a ética, a solidariedade e a participação comunitária foram assimiladas dos pensadores católicos
personalistas
, e das ações políticas dos líderes
europeus
do pós-guerra. Não obstante, ainda que fosse um partido ideologicamente diversificado na sua fundação (mais que o
Partido dos Trabalhadores
, por exemplo), o PSDB era muito menos heterogêneo que o PMDB, tendo em vista que se fundou justamente para se contrapor ao ''declínio deste último em uma máquina eleitoreira clientelista.''
[
37
]
Apesar de recém-constituído e ainda com organização provisória, o PSDB participou das eleições municipais de 1988, disputando com candidatos próprios e conseguindo vitórias importantes como em Minas Gerais, onde conquistou as prefeituras de
Belo Horizonte
com
Pimenta da Veiga
, e de Contagem, com
Ademir Lucas Gomes
, além de mais cinco prefeituras nesse estado. No Ceará, elegeu
Ciro Gomes
a prefeitura de
Fortaleza
. Ao todo, o PSDB elegeu dezoito
prefeitos
, sendo sete em Minas Gerais, cinco em São Paulo, três no
Espírito Santo
, um no
Mato Grosso do Sul
, um em
Pernambuco
e um no
Amazonas
. Elegeu, nesses mesmos estados, cerca de 215 vereadores.
[
43
]
Governo Sarney e eleições de 1989
[
editar
|
editar código
]
Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP) com o então deputado federal José Serra (PSDB-SP) durante a
Assembleia Nacional Constituinte
Os partidos da base de Governo Sarney, o
PFL
e o
MDB
, tentaram omitir os verdadeiros resultados do
Plano Cruzado
até o
pleito de 1986
, o que lhes proporcionou grande sucesso diante da penumbra dos efeitos de curto prazo que aparentavam resolver a
calamidade monetária
. Contudo, pouco após a eleição, o clima de deterioração econômica e a
hiperinflação
ficam evidentes para o eleitorado e a opinião pública rapidamente se estrutura em veemente descrédito dos políticos tradicionais. Todavia, a cisão no
MDB
provocou o deslocamento dos líderes dissidentes à Oposição durante o Governo Sarney.
[
37
]
[
38
]
Assim, a primeira eleição que o PSDB concorre é
Eleição Presidencial de 1989
, animada por um sentimento antagônico às elites políticas. O PMDB lançou a candidatura de
Ulysses Guimarães
(PMDB-SP), o
PFL
lançou
Aureliano Chaves
(PFL-MG) e o PSDB lançou
Mário Covas
(PSDB-SP) sendo que nenhum dos três consegue capitalizar muito sucesso político: o
PFL
e o
MDB
devido ao seu papel no Governo Sarney, e o PSDB diante da carisma populista de
Fernando Collor de Mello
(PRN-AL). Collor era desconhecido do eleitorado fora de seu estado e fora lançado por um partido igualmente obscuro (o
Partido da Reconstrução Nacional
), que conduziu uma campanha demagógica explorando as animosidades da população brasileira à corrupção e à inflação, de forma a projetar sua imagem como a de um
outsider
político
.
[
37
]
Em 4º lugar na disputa, recolhendo 11,52% dos sufrágios, o PSDB foi inicialmente descartado como um partido promissor,
[
38
]
ainda mais depois da dramática redução da bancada tucana que contava precipuamente com 60 deputados e passou a 37.
[
37
]
Além disso, nas
Eleições Gerais de 1990
, o PSDB conseguiu eleger apenas um Governador e um Senador, ambos no
Ceará
.
[
38
]
O partido consegue reverter essa trajetória em parte nas
Eleições Municipais de 1992
quando elege 332 prefeitos, dos quais 5 em capitais. A capilaridade do PSDB se restringe portanto - durante os seus primeiros anos - à região
Sudeste
, com um notório exclave no estado do Ceará devido à influência de
Tasso Jereissati
(PSDB-CE).
[
38
]
Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), Mario Covas (PSDB-SP) e José Roberto Magalhães Teixeira (PSDB-SP)
Apesar de ter apoiado a candidatura de
Luiz Inácio Lula da Silva
do
PT
no segundo turno da majoritária de 1989, o PSDB se aproximou do
Governo Collor
no seu programa econômico de privatização, modernização e abertura para o exterior, mas não integrou a base do Governo.
[
44
]
O Presidente Collor tentou seduzir o apoio do PSDB em diversos momentos, ao que algumas correntes do partido, notadamente lideradas pelo deputado José Serra e pelo Senador Fernando Henrique, eram simpáticas; no entanto, o protesto de Mário Covas fizera ruir a hipótese.
[
44
]
Sem embargo, diante dos incontáveis escândalos do Governo Collor, o PSDB se afastou integralmente do Palácio do Planalto. Após a célebre entrevista de
Pedro Collor de Mello
, o irmão do Presidente, à revista
VEJA
em que este acusa Fernando Collor e seu tesoureiro de campanha,
Paulo César Farias
, de comandar um esquema de corrupção, os desdobramentos do
impeachment
do Presidente
começam a deslanchar. O Partido dos Trabalhadores foi o primeiro a apoiar formalmente a abertura de processo de impedimento ao Presidente. Inicialmente, o PSDB denunciava os escândalos e se opunha ao Governo sem abraçar a causa do
impeachment
, mas com a evolução dos fatos, tornou-se inevitável apoiar a queda de Collor.
[
44
]
O PSDB no Governo Itamar Franco
[
editar
|
editar código
]
Ver artigo principal:
Plano Real
Com o afastamento de Fernando Collor de Mello e o início do
Governo Itamar Franco
, o PSDB integra a base governista. Quando
Itamar Franco
assumiu a presidência da república, houve uma
coalizão
de união nacional no congresso para dar sustentação ao novo presidente:
MDB
,
PT
,
PFL
e PSDB, os maiores partidos, acenaram apoio. Posteriormente, o
PT
desistiu, sendo esse conflito o motivo do desligamento de
Luiza Erundina
do partido, pois ela havia sido nomeada
ministra
. Das indicações do PSDB,
Fernando Henrique Cardoso
assumiu o
Itamaraty
;
Paulino Cícero
(PSDB-MG), a pasta de
Minas e Energia
;
Jutahy Magalhães
(PSDB-BA), o Ministério do Bem-Estar Social; e outros tucanos serviram ao longo do Governo Franco, como
Yeda Crusius
(PSDB-RS) que assumiu posteriormente o
Ministério do Planejamento
.
[
45
]
Quando do
plebiscito de 21 de abril de 1993
acerca da forma de governo, o PSDB integrou a Frente Parlamentarista - inclusive esta fora liderada pelo Senador
José Richa
(PSDB-PR).
[
46
]
A campanha foi palanque da batalha que uniu presidencialistas ao grupo de Lula (PT-SP) e parlamentaristas ao grupo tucano.
[
47
]
Após oito meses da gestão de Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso assumiu o
Ministério da Fazenda
, montou uma equipe composta por, entre outros,
Edmar Bacha
,
Pérsio Arida
e
André Lara Resende
, e deu início ao
Plano Real
.
[
44
]
[
45
]
O Plano Real, elaborado principalmente por Edmar Bacha, começou a tomar feições nítidas com a aprovação pelo Congresso Nacional do "fundo social de emergência", que daria, ao governo, liberdade para dispor de 15% a 20% de todo o
orçamento
da União, às custas da
previdência social
e de um aumento do
imposto de renda
sobre a
classe média
e as
empresas
. A equipe da Fazenda teria, então, possibilidade de manejar melhor o plano. O fundo de emergência também foi o estopim da aliança PSDB–PFL. Para obter a aprovação do fundo, o PSDB precisou do apoio maciço do
PFL
, que aquiesceu.
[
48
]
A maior faceta do plano Real foi a
Unidade Real de Valor
(URV) que atuava como indexador monetário, convertendo os preços em uma nova unidade que substituiria a moeda então vigente, o
Cruzeiro Real
, por uma nova moeda logo depois, o
Real
. Era a senha para acostumar o povo a um novo mundo, antes de chegar a moeda de fato e vencer, após mais de vinte anos, a cultura inflacionária do brasileiro.
[
44
]
Além disso, o programa de privatizações se fez presente na agenda do Ministro FHC. O governo buscou acelerar o Programa Nacional de Desestatização e privatizou subsidiárias da
Petrobras
e siderúrgicas — a
Companhia Siderúrgica Nacional
(CSN), a
Companhia Siderúrgica Paulista
(Cosipa) e a Aço Minas Gerais (Açominas). Todas essas medidas recrudesceram a oposição de esquerda.
[
45
]
Forjou-se a aliança definitiva entre PSDB e
PFL
, apesar do estranhamento inicial. O PSDB
baiano
, inimigo à época do
PFL
do mesmo estado, recusou-se a integrar a união, como também ocorreu no
Maranhão
. Outras rusgas surgiram, mas a aliança manteve-se coesa, apesar de tudo. Inicialmente, o PSDB tentou camuflar a aliança, dando o tom de liderança na chapa, mas a ajuda do
PFL
foi indispensável para a vitória nas eleições. O
PFL
detinha um imenso curral eleitoral no
Nordeste
, o que impulsionou a vitória.
Logomarca do PSDB utilizada até 2019
Em dia 1º de março de 1994, a URV entrou em vigor, sucedendo uma das piores crises inflacionárias do história
. Na oposição, o
PT
e a
CUT
protestavam, alegando que haveria arrocho salarial. Sem embargo, a recepção geral das medidas econômicas foram positivas e o Plano Real foi considerado um sucesso.
[
44
]
Visando a
Eleição de 1994
, o PSDB se aproximou do
PFL
, procurando dividir o campo da direita. Ademais, o
PFL
tinha uma grande base eleitoral no
Nordeste
, região onde o PSDB não possuía muita força. Dentro do
PFL
não houve muita resistência e o nome de
Guilherme Palmeira
(PFL-AL) foi rapidamente selecionado como vice numa chapa capitaneada pelo popular Ministro da Fazenda,
FHC
. No entanto, importantes quadros tucanos resistiram a essa aproximação com a direita, sustentando incompatibilidade do PSDB com o conservadorismo e as práticas clientelísticas. Mesmo depois da substituição de Palmeira por
Marco Maciel
(PFL-PE) para compor a candidatura, a oposição explorou intensamente a alegada incoerência de Fernando Henrique durante a campanha. Ao que este retrucou "Eu sou social-democrata. Estou fazendo uma aliança com o setor liberal, porém com um setor liberal que tem sensibilidade social. Eu não quero fisiologia, não quero clientelismo".
[
44
]
Após uma campanha marcada pelo sucesso do Plano Real,
[
44
]
a coalizão PSDB-
PFL
-
PTB
logrou 54,27% dos sufrágios e conseguiu eleger o Presidente da República em primeiro turno.
[
38
]
Governo Fernando Henrique Cardoso
[
editar
|
editar código
]
Ver artigo principal:
Governo Fernando Henrique Cardoso
Posse do Presidente Fernando Henrique Cardoso em 1995
Na Câmara dos Deputados o PSDB pois passou de 38 deputados para 62 em 1994; no Senado, o seu único parlamentar foi acompanhado de mais nove senadores. A geografia do crescimento do partido foi também extremamente relevante, pois ela ocorreu sobretudo nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, indicando que o PSDB não só cresceu, mas também se nacionalizou.
[
38
]
Fernando Henrique Cardoso conquistou a
Presidência da República
, e foi presidente por dois mandatos (de 1995 a 1999 e de 1999 a 2003), havendo, no meio de seu primeiro mandato, apoiado a mudança constitucional que permitia a reeleição para ocupantes de cargos executivos, inclusive ele próprio e todos os governadores em exercício. Nesse período, alguns parlamentares que haviam se mantido no
MDB
, ou mesmo em outros partidos, mas que haviam sido do antigo
MDB
ou se encaixavam no perfil social-democrata entraram no partido, como os deputados
Alberto Goldman
e
Aloysio Nunes Ferreira Filho
.
[
carece de fontes
?
]
Fernando Henrique Cardoso
ao lado de
Nelson Mandela
em maio de 1998
Ao longo do mandato presidencial tucano, o crescimento da
economia brasileira
foi de 2,3% ao ano.
[
49
]
Ocorreram inúmeras
privatizações
[
50
]
que precederam a modernização de diversos setores antes controlados pelo
Estado
, como as
telecomunicações
.
[
51
]
No governo FHC foi atingido o fim da
hiperinflação
(que, antes de seu governo, chegou a ter períodos com 6 000% ao ano), obtendo-se assim a estabilidade monetária.
[
52
]
Houve a criação de programas sociais pioneiros, como o
Bolsa-escola
, o
Auxílio-gás
e o Bolsa-alimentação (posteriormente juntados em um só programa, o
Bolsa Família
, pelo
Governo Lula
),
[
53
]
além do início da reforma do Estado, com a implantação, por exemplo, do
Ministério da Defesa
, da
Advocacia-Geral da União
(AGU) e da
Controladoria Geral da União
(CGU). A implantação da
Lei de Responsabilidade Fiscal
foi um marco na regulação do uso de verbas públicas em todos os níveis administrativos do país.
[
54
]
Eleições de 2002 e retorno à oposição
[
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|
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]
Embora o candidato do PSDB, José Serra (SP), tenha sido derrotado no segundo turno da
eleição presidencial de 2002
de 61,27% dos votos a 38,73%, o partido seguiu sendo considerado um dos protagonistas da política brasileira. Isso porque o PSDB obteve vitórias expressivas nas
eleições gerais de 2002
. Nos dois maiores estados da federação,
São Paulo
e
Minas Gerais
, os tucanos Geraldo Alckmin e
Aécio Neves
conquistaram o governo estadual.
Marconi Perillo
se reelegeu em
Goiás
, assim como se elegeram
Simão Jatene
no
Pará
,
Lúcio Alcântara
no
Ceará
,
Ivo Cassol
em
Rondônia
e
Cássio Cunha Lima
na
Paraíba
. Ao todo, foram 7 governadores tucanos. Para a
Câmara dos Deputados
, o PSDB elegeu 59 representantes, configurando a 4 maior bancada e conquistou a 4 maior bancada também no
Senado Federal
com 8 novos Senadores.
[
38
]
[
55
]
Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e José Jorge (PFL-PE) durante a campanha presidencial de 2006
O senador Aécio Neves participou da abertura do Encontro de Pré-Candidatos a Prefeito do PSDB, em Brasília
Nas
eleições presidenciais de 2006
, o candidato do partido, Geraldo Alckmin, obteve 41,5% dos votos válidos no primeiro turno e foi para o segundo turno com o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, quando este obteve 61% dos votos válidos, sendo reeleito.
[
56
]
O ex-prefeito de
São Paulo
José Serra foi vencedor na disputa do governo do estado pelo partido já no primeiro turno, consolidando um domínio da legenda em São Paulo que completaria, ao fim de seu mandato, dezesseis anos de poder.
[
57
]
O candidato do PSDB na eleição presidencial de 2010 foi novamente José Serra. Ele perdeu no segundo turno para a candidata do PT
Dilma Rousseff
, Serra obteve quase 44% dos votos, enquanto Dilma obteve pouco mais de 56%.
[
58
]
Ainda em 2010, o partido teve cinco indicados pela
Revista Época
entre os cem brasileiros mais influentes do ano:
Fernando Henrique Cardoso
(ex-presidente da república),
José Serra
(ex-governador de
São Paulo
),
Aécio Neves
(ex-governador e senador eleito por
Minas Gerais
),
Geraldo Alckmin
(governador eleito de São Paulo) e
Antonio Anastasia
(governador de Minas Gerais).
[
59
]
Em 2011 o partido formou a terceira maior bancada na Câmara, com 53
deputados federais
, e a terceira maior no
Senado
, com onze eleitos. O candidato
Aloysio Nunes
foi eleito
Senador
por São Paulo com onze milhões de votos.
[
60
]
[
61
]
[
62
]
Após a derrota do tucano
José Serra
na disputa para a prefeitura de São Paulo de 2012, o ex-presidente FHC defendeu que PSDB precisa de "
um discurso convincente, afim com os problemas atuais do país
"
[
63
]
e de renovar os seus quadros. Ao lado do ex-senador
Tasso Jereissati
, o ex-presidente lançou a pré-candidatura do senador mineiro
Aécio Neves
à presidência.
[
64
]
Nas eleições municipais de 2012, o PSDB se manteve como o segundo maior partido municipal do Brasil, após o
PMDB
, com 701 prefeitos e 5146 vereadores.
[
65
]
O partido elege prefeitos de quatro capitais (Teresina, Maceió, Manaus e Belém).
[
66
]
Como presidente do partido, Aécio Neves idealizou dois
portais eletrônicos
de interação e divulgação do partido com a sociedade. O "Conversa com brasileiros" foi lançado em Maio de 2013 como um portal de comunicação do PSDB que reúne depoimentos e opiniões de lideranças e filiados do partido sobre temas como
custo de vida
, educação,
inflação
, entre outros. Através do portal, a população também pode entrar em contato com os políticos do PSDB por meio de suas
redes sociais
ou por
mensagens
.
[
67
]
[
68
]
Já o
Portal Social do Brasil
foi lançado no dia 4 de Setembro de 2013. O
site
visa a construir uma nova agenda para o PSDB, com foco no debate das políticas sociais.
[
69
]
Eleições de 2014 e o
Impeachment
de Dilma Rousseff
[
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]
João Doria Júnior
ao lado de
Aécio Neves
. Em 2001, Doria se filiou ao PSDB
O candidato à Presidência da República, Aécio Neves, em São Paulo, durante coletiva à imprensa após reunião com a coordenação da campanha de São Paulo. Na foto 6, Aécio e o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso na chegada ao comitê de campanha
Para as eleições de 2014,
Aécio Neves
foi escolhido como candidato à presidência pelo PSDB, em uma coligação com mais oito partidos. No dia 14 de junho de 2014, o PSDB oficializou Aécio Neves como candidato a presidente do Brasil e, no dia 30 de junho de 2014, anunciou o senador
Aloysio Nunes
como candidato a vice-presidente na chapa de Aécio Neves.
[
70
]
O senador de
Minas Gerais
foi ao segundo turno com a ex-presidente,
Dilma Rousseff
, sendo a sexta vez seguida que o PSDB e o
PT
se enfrentam no segundo turno presidencial. Porém, Aécio ficou em segundo lugar, e Rousseff foi reeleita.
[
71
]
No final de 2014, o PSDB entrou com um processo no
Tribunal Superior Eleitoral
(TSE) com pedido de
cassação
da chapa
Dilma Rousseff
e
Michel Temer
por supostas irregularidades na campanha eleitoral daquele ano.
[
72
]
O PSDB protocolou o processo por entender que há irregularidades nas prestações de contas apresentadas por Dilma, que teria recebido recursos do esquema de
corrupção
investigado na
Operação Lava Jato
. Segundo entendimento do TSE, a prestação contábil da presidente e do vice-presidente é julgada em conjunto.
[
73
]
Desempenho do partido nas campanhas presidenciais representado pela cor azul no mapa. Entre 1994 e 2018, vigorou um sistema partidário entre PSDB e PT
Após a consumação do
impeachment
de Dilma
, o PSDB passa a integrar o novo governo de Michel Temer, ocupando importantes ministérios. Nas eleições de 2018, Geraldo Alckmin foi novamente o candidato tucano à presidência, tendo como vice a senadora
Ana Amélia Lemos
, e amparado pela maior coligação de partidos do pleito, que reuniu nove legendas e lhe garantiu cerca de metade do tempo de TV destinado ao horário eleitoral.
[
74
]
Devido a alta impopularidade de Temer, Alckmin tentou descolar a sua imagem do governo, e durante toda a campanha, evitou o rótulo de candidato governista. O presidente reagiu, e pelas redes sociais, divulgou vídeos listando os apoiadores de Alckmin que ocupavam cargos no governo.
[
75
]
Apesar dos esforços, Alckmin acabou em 4º lugar na disputa, com cerca de 5 milhões de votos, a pior votação do PSDB desde a redemocratização do país.
[
76
]
Eleição presidencial de 2018
[
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]
Ver artigo principal:
Campanha presidencial de Geraldo Alckmin em 2018
Geraldo Alckmin e
Antonio Anastasia
durante evento de campanha em 2018
Material de campanha de Geraldo Alckmin
A
campanha de Geraldo Alckmin
para a
Eleição presidencial no Brasil em 2018
foi anunciada em 9 de dezembro de 2017, em uma convenção nacional do PSDB.
[
77
]
Foi oficialmente nomeado em 4 de agosto de 2018, tendo a senadora
Ana Amélia Lemos
como vice.
[
78
]
A campanha de Alckmin garantiu a coligação de oito partidos:
DEM
,
PP
,
PR
,
PRB
,
SDD
,
PTB
,
PSD
e
PPS
[
79
]
O programa de governo de Alckmin foi intitulado como "Diretrizes Gerais", este possui 43 propostas, sendo três com prazos determinados, como a de crescer 50 pontos em oito anos no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). As outras duas são "garantir que todas as crianças estejam plenamente alfabetizadas até 2027" e "eliminar o déficit público em dois anos".
[
80
]
Nas
eleições municipais de 2020
, o partido reelegeu 4 prefeitos nas capitais entre eles
Álvaro Dias
em
Natal
, Cinthia Ribeiro em
Palmas
,
Hildon Chaves
em
Porto Velho
e
Bruno Covas
em
São Paulo
.
Durante o governo do presidente
Jair Bolsonaro
, o PSDB apresentou alinhamento de 87% com o mesmo nas votações da
câmara
(até abril de 2021).
[
81
]
Eleição presidencial de 2022
[
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|
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]
Ver artigo principal:
Prévias presidenciais do PSDB em 2021
Logomarca usada de 2019 a 2023
Em 2021, o PSDB anunciou que faria uma prévia presidencial para anunciar o candidato presidencial do partido.
[
82
]
Os candidatos principais foram
João Doria
, governador de São Paulo, e
Eduardo Leite
, governador do
Rio Grande do Sul
.
[
83
]
João Doria foi o vencedor das prévias, porém renunciou sua candidatura presidencial devido à oposição interna.
[
84
]
Após isso, o PSDB apoiou a
candidatura de Simone Tebet á presidência naquele ano
e anunciou
Mara Gabrilli
como vice na chapa.
[
85
]
[
86
]
Sendo a primeira vez desde a redemocratização que o PSDB não lança candidato á presidência nas eleições.
No segundo turno das eleições, o partido declarou neutralidade perante a disputa entre
Lula
e
Bolsonaro
, liberando seus diretórios para apoiar cada candidato ou nenhum,
[
87
]
com diversos tucanos históricos declarando seu apoio a Lula.
[
88
]
Após a vitória do petista,
Aloysio Nunes
representou o partido no processo de transição.
[
89
]
Eleições municipais de 2024 e tentativa de fusão
[
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|
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]
Nas
eleições de 2024
, o partido não elegeu nenhum prefeito(a) para capital brasileira pela primeira vez desde 1988.
[
90
]
No mesmo ano, o partido não conseguiu eleger nenhum vereador da cidade de
São Paulo
, pela primeira vez desde a primeira eleição que o partido participou.
[
91
]
Desde então, várias lideranças do partido começaram a defender uma fusão com outros partidos. Originalmente, foi negociada a fusão com o
PSD
e com o
MDB
. Todavia, ambos os partidos se opuseram a ideia de fusão e propuseram a incorporação do PSDB a cada um deles.
[
92
]
Em 21 de fevereiro de 2025, foi anunciado que o partido rejeitou a ideia de incorporação, mas estava em novas negociações com o
Podemos
e com o
Solidariedade
para uma possível fusão.
[
90
]
Em março de 2025, a governadora de
Pernambuco
,
Raquel Lyra
, trocou o PSDB pelo
PSD
. A sua desfiliação foi seguida por todos os prefeitos do estado que estavam filiados ao partido, deixando o PSDB sem representatividade em Pernambuco.
Também em março, o partido
Cidadania
decidiu encerrar sua federação com o PSDB, terminando a união que foi fundada em 2022. O partido afirmou que a federação trouxe desvantagens ao Cidadania, como a perda de representatividade no
Congresso
e em várias câmaras municipais.
Em 5 de junho de 2025, a 17.ª coletiva nacional do PSDB havia autorizado com 201 votos a favor do início do processo de fusão entre o PSDB e o Podemos. A reunião foi realizada no diretório nacional do partido em
Brasília
, e foram contabilizados ao todo 203 votos na coletiva. O presidente do partido
Marconi Perillo
iniciou então o processo de fusão do partido com o Podemos, e era esperado que o processo fosse concluído a tempo das
eleições gerais no Brasil em 2026.
[
93
]
Embora os partidos estivessem desde o início de 2025 em negociações, as siglas desistiram da fusão ou incorporação devido à falta de acordo de qual sigla tomaria a frente do novo partido, e suspenderam as negociações por tempo indeterminado.
[
94
]
Conforme o dirigente do PSDB de Mato Grosso, devido à desistência de fusão  com o Podemos, o partido já abriu diálogo com o
Republicanos
e com o
MDB
.
[
95
]
Em 19 de agosto de 2025 o governador de
Mato Grosso
,
Eduardo Riedel
, anunciou a saída do PSDB após 22 anos de filiação e assinou sua filiação ao
PP
, deixando o PSDB sem governadores.
[
96
]
Ideologia
[
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|
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]
Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Mario Covas durante evento do PSDB
Diversos críticos e intelectuais de
esquerda
,
[
97
]
por considerarem que o partido em relação a determinados pontos adota posturas liberais, citam-no como sendo
centrista
,
[
98
]
ou até mesmo de
centro-direita
.
[
99
]
[
100
]
[
100
]
[
101
]
A
terceira via
de
Anthony Giddens
é também uma das ideologias assumidas pelo partido.
[
6
]
Programa partidário
[
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|
editar código
]
O PSDB foi criado originalmente com o objetivo de representar a
social democracia
no Brasil. Entre as principais propostas originais do partido, encontram-se o enxugamento da
máquina pública
, a instituição do
parlamentarismo
no plano político e uma
economia de mercado
regulada pelo Estado, com participação mais livre das
empresas privadas
e de
investidores
internacionais. Tem
status
de observador na
Organização Democrata Cristã da América
(ODCA).
[
102
]
Em documento elaborado em 1990, o presidente de honra do partido discorre sobre a social democracia.
[
103
]
Os pontos principais do programa do PSDB são:
[
103
]
Defesa intransigente da
democracia
Descentralização
política e administrativa
Estado a serviço do povo e não de grupos privilegiados
Crescimento econômico
sustentável com distribuição de renda e educação de qualidade para todos
Reforma política
que fortaleça os partidos e aproxime o parlamentar de seus eleitores.
Organização
[
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|
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]
Mandatos Atuais
[
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|
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]
Senadores Atuais (3)
[
104
]
UF
Imagem
Senadores
AM
Plínio Valério
RN
Styvenson Valentim
PR
Oriovisto Guimarães
Obs:
A Senadora
Mara Gabrilli
(PSDB-SP)  eleita em 2018 pelo PSDB
deixou o partido em janeiro de 2023, O Senador
Alessandro Vieira
(PSDB-SE)
eleito em 2018 pelo partido, deixou o mesmo em junho de 2023, e o Senador
Izalci
Lucas
(PSDB-DF), eleito em 2018 pelo partido deixou mesmo em março de 2024.
Deputados Federais Atuais (15)
[
105
]
UF
Imagem
Deputado (a)
Notas
BA
Adolfo Viana
³
GO
Lêda Borges
MG
Aécio Neves
⁵
MG
Paulo Abi-Ackel
⁴
MS
Beto Pereira
MS
Dagoberto Nogueira Filho
MS
Geraldo Resende
PR
Beto Richa
RJ
Luciano Vieira
Eleito pelo
Partido Liberal
, filiou-se no partido em 25 de outubro de 2025.
[
106
]
RJ
Marcelo Queiroz
Eleito pelo
Progressistas
, filiou-se no partido em 31 de agosto de 2025.
[
107
]
RS
Daniel Trzeciak
RS
Lucas Redecker
SC
Geovania de Sá
Suplente efetivada da deputada
Carmen Zanotto
eleita pelo
Cidadania
, partido
federado
ao PSDB
.
[
108
]
[
109
]
SP
Paulo Alexandre Barbosa
SP
Vítor Lippi
Obs:
Em 2022 o partido elegeu 13 Deputados Federais. Os números a partir de (2) indicam o número de mandatos exercidos no cargo.
Deputados Estaduais
[
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|
editar código
]
Presidentes de Assembleias Legislativas (2)
UF
Imagem
Presidente
PE
Álvaro Porto
[
110
]
RN
Ezequiel Ferreira
[
111
]
Deputados Estaduais atuais (48)
[
112
]
[
113
]
[
114
]
[
115
]
[
116
]
[
117
]
[
118
]
[
119
]
[
120
]
UF
Deputado (a)
UF
Deputado (a)
UF
Deputado (a)
UF
Deputado (a)
BA
Tiago Correia
MG
Leonídio Bouças
RN
Kleber Rodrigues
SP
Barros Munhoz
BA
Jordavio Ramos
MG
Maria Clara Marra
RN
Nelter Queiroz
SP
Mauro Bragato
BA
Paulo Câmara
PA
Ana Cunha
RN
Ubaldo Fernandes
SP
Maria Lúcia Amary
CE
Emilia Pessoa
PA
Erick Monteiro
RS
Pedro Pereira
SP
Ortiz Junior
ES
Mazinho dos Anjos
PB
Camila Toscano
RS
Neri, o Carteiro
TO
Eduardo Mantoan
ES
Vandinho Leite
PB
Fabio Ramalho
RS
Kaká D'avila
TO
Professor Junior Geo
GO
Gustavo Sebba
RS
Professor Bonatto
RS
Delegada Nadine
MT
Carlos Avalone
PE
Álvaro Porto
SC
Marcos Vieira
MS
Caravina
PE
Izaías Régis
SC
Vicente Caropreso
MS
Jamilson Name
PE
Débora Almeida
SP
Bruna Furlan
MS
Lia Nogueira
PE
Diogo Moraes
SP
Carla Morando
MS
Mara Caseiro
RN
Dr. Bernardo
SP
Rogério Nogueira
MS
Paulo Corrêa
RN
Ezequiel Ferreira
SP
Carlão Pignatari
MS
Zé Teixeira
RN
Galeno Torquato
SP
Analice Fernandes
Número de Filiados
[
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|
editar código
]
Crescimento Anual
[
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|
editar código
]
Data
[
28
]
Filiados
Crescimento
Dez./2006
1.097.735
-
-
Dez./2007
1.999.880
102.145
+9,3%
Dez./2008
1.189.372
10.508
-0,8%
Dez./2009
1.111.498
77.874
-7%
Dez./2010
1.315.208
203.710
+18%
Dez./2011
1.370.964
55.756
+4,2%
Dez./2012
1.355.877
15.087
-1,1%
Dez./2013
1.351.188
4.689
-0,3%
Dez./2014
1.348.833
2.355
-0,1%
Dez./2015
1.409.515
60.682
+4,4%
Dez./2016
1.446.311
36.796
+2,6%
Dez./2017
1.456.260
9.949
+0,6%
Dez./2018
1.459.663
3.403
+0,2%
Dez./2019
1.366.072
93.591
-6,8%
Dez./2020
1.375.122
9.050
+0,6%
Dez./2021
1.354.569
20.553
-1,4%
Dez./2022
1.327.137
27.432
-2%
Dez./2023
1.301.861
25.276
-1,9%
Dez./2024
1.297.724
4.137
-0,31%
Composição
[
editar
|
editar código
]
O partido a nível nacional, é composto por uma executiva, formada pelo presidente, secretário-geral, vices-presidentes e secretários, e um diretório nacional de 227 membros.
[
121
]
A nível estadual, é formado por diretórios estaduais, que possuem presidente e secretário-geral.
Plataforma de projetos
[
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|
editar código
]
O
Portal Social do Brasil
é um portal com os projetos e práticas sociais desenvolvidos pelo PSDB. O Portal foi lançado em setembro de 2013.
[
122
]
[
123
]
[
124
]
O projeto foi idealizado pelo senador
Aécio Neves
, presidente do PSDB e pelo
Instituto Teotônio Vilela
, organização de estudos e formação política do partido.
[
125
]
[
126
]
[
127
]
O Portal contém informações de 81 projetos sociais nas áreas de juventude, infância, educação, saúde, pobreza, assistência social, emprego, habitação, segurança alimentar, prevenção e combate às drogas, mulheres, idosos e pessoas com deficiência implantados pelos governos estaduais e prefeituras administrados pelo PSDB.
[
122
]
[
128
]
[
129
]
O Portal permite que profissionais da área social, prefeitos e a população façam consultas sobre a execução e andamento dos projetos. Através do Portal é possível agendar uma visita para conhecer os projetos e enviar comentários, dúvidas ou sugestões.
[
122
]
[
128
]
[
130
]
[
131
]
Identidade visual
[
editar
|
editar código
]
Os filiados ao PSDB são conhecidos como "tucanos",
[
132
]
pois o partido adotou essa ave como símbolo. Isto se deu em uma das reuniões preparatórias da formação do PSDB, em
Brasília
, em abril de 1988, quando a representação de Minas Gerais propôs que houvesse um símbolo para simplificar a identificação do partido e para facilitar sua comunicação com a população, sugerindo, então, um
tucano
. Após a discussão, a proposta foi aprovada, pela evidência das razões apresentadas. A figura do tucano tem três importantes significações:
[
132
]
O tucano de peito amarelo lembra a cor da campanha
Diretas Já
, movimento de que participaram vários de seus fundadores;
O tucano é um dos símbolos do
movimento ecológico
e da defesa do meio ambiente, em voga nas décadas de 1980 e 1990, o que renderia, ao partido, uma boa imagem (de modernidade e ligação com temas importantes contemporâneos) frente à
opinião pública
;
Trata-se de uma ave "brasileira", característica importante para indicar a preocupação do partido com a realidade nacional, ou seja, a de que o partido não entende a social-democracia como uma "fórmula" pronta para ser aplicada no Brasil, um país com realidades distintas dos países da Europa, o berço da ideologia social-democrata. Neste sentido, o tucano procuraria representar o entendimento de que é preciso formar um programa social-democrático que se encaixe e atenda às realidades do Brasil.
Após a derrota do PSDB em 2018, esforços para o
rebranding
do partido foram feitos, esforços que atingiram inclusive a tradicional logomarca do tucano. O novo símbolo do PSDB não apresenta mais um tucano, e sim a
bandeira nacional
além do
slogan
''Pelo Brasil''. Foi também suscitada a possibilidade de mudança de nome do partido.
[
133
]
Juventude PSDB (JPSDB)
[
editar
|
editar código
]
Jovens paulistas da Juventude do PSDB
A JPSDB é um movimento político interno do Partido da Social Democracia Brasileira, que surgiu junto o próprio
PSDB
, em 25 de junho de 1988.
[
134
]
O movimento cresceu com a campanha de
Mário Covas
para
Presidente do Brasil
, em 1989.
[
134
]
A JPSDB é o secretariado da juventude do PSDB. Está organizado em todos os
estados brasileiros
e em mais de 1 000
municípios do país
.
Os presidentes recentes do JPSDB foram:
1996-1999: Sandro Resende (JPSDB-GO)
[
135
]
1999-2001: Eduardo Saron (JPSDB-SP)
[
135
]
2001-2003: Adolpho Konder (JPSDB-RJ)
[
135
]
2003-2005: Bruno Galan (JPSDB-TO)
[
135
]
2005–2007: Kamyla Castro (JPSDB-CE)
[
136
]
2007–2011:
Bruno Covas
(JPSDB-SP)
[
136
]
2011–2013: Marcelo Richa (JPSDB-PR)
[
137
]
2013–2015: Olyntho Neto (JPSDB-TO)
[
138
]
2015–2017: Henrique Palermo do Vale (JPSDB-PR)
[
139
]
2017: André Morais (JPSDB-AM)
[
140
]
2017–2019: Marcos Saraiva (JPSDB-SP)
[
141
]
2019–presente: Julia Jereissati (JPSDB-CE)
[
142
]
No XI Congresso foi eleito como presidente o Deputado Estadual (PSDB/SP)
Bruno Covas
, tendo como Vice Presidente o jovem Leonardo Felipe (JPSDB-GO).
[
136
]
Em 2011, a JPSDB elegeu para a presidência o jovem Marcello Richa (PSDB-PR), filho do então governador do Paraná,
Beto Richa
.
[
136
]
Em 2013, após a disputa entre o prefeito de Pelotas-RS,
Eduardo Leite
e o militante capixaba Wesley Goggi a convenção da juventude tucana foi adiada, no novo pleito foi eleito o jovem Olyntho Neto (PSDB-TO), derrotando Raffiê Dellon (PSDB-PE) por apenas 1 voto.
[
138
]
Em 2015, a juventude teve seu estatuto renovado e assumiu uma comissão provisória, liderada pelo paranaense Henrique Vale,
[
139
]
ligado ao grupo do governador
Beto Richa
, mas que foi afastado em 2017 e sucedido por André Morais,
[
140
]
do Amazonas, que buscou a reeleição, sendo derrotado pelo candidato de
Geraldo Alckmin
, Marcos Saraiva (PSDB-SP) em uma polêmica eleição.
[
141
]
Na última convenção tucana, a jovem Júlia Jereissati, sobrinha do senador
Tasso Jereissati
, se tornou presidente da Juventude do PSDB,
[
143
]
derrotando o mineiro Jorge Cançado, ligado a
Aécio Neves
. Com o advento da pandemia de Covid-19, o PSDB adiou sua convenção de 2021, já em 2023, a convenção foi adiada para novembro, dando a Júlia 4 anos e meio na presidência do segmento, se tornando a mais longeva da história.
[
144
]
TucanAFRO
[
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|
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]
Logomarca TucanAFRO
Além da juventude partidária, o PSDB possui o secretariado Tucanafro, que representa a causa negra do partido, presidido por Juvenal Araújo. Foi fundado em 2013. Tem por objetivo, debater sobre questões de povos afro-descendentes no Brasil dentro do partido.
PSDB Diversidade
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]
Fundado em 24 de Junho de 2006, esse secretariado discute sobre as causas LGBT no Brasil. Seu presidente, é Marcos Antonio Fernandes. Oficialmente, o PSDB tem os seguintes objetivos a respeito da comunidade LGBT:
Reconhecer que a diversidade sexual é inerente à condição humana e, portanto, os direitos devem ser garantidos independentemente da orientação sexual ou da identidade de gênero.
Reconhecer que a diversidade sexual é compreendida de maneiras diferentes, no atual contexto brasileiro e mundial, e que, por conta disso, o Estado deve atuar em prol da defesa e garantia desses direitos nos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário).
Cabe ao Estado salvaguardar as condições necessárias para que a diversidade esteja contemplada e seja respeitada em todas suas esferas e áreas de atuação.
A diversidade deve estar no DNA do poder público (em seus equipamentos, instituições, no quadro funcional, na política de recursos humanos, etc.), através da institucionalização, permanência e legalização de espaços voltados à construção das políticas públicas para essa população.
As manifestações da sociedade civil organizada são importantes para a consolidação da democracia. Nesse sentido, é fundamental que o Estad garanta e promova espaços de interlocução com a sociedade civil e incentive a autonomia das organizações de luta pelos direitos.
Fiel a seu compromisso com a construção de uma sociedade mais justa e solidária, o partido deve pautar e inserir nos planos de governo dos candidatos majoritários propostas para a diversidade sexual.
É compromisso do PSDB buscar, no Legislativo, o empenho de seus representantes na luta pela igualdade e equidade de direitos para a diversidade sexual.
Ampliar a discussão e difundir o conhecimento acerca da diversidade sexual através de seminários, encontros, palestras com lideranças e militantes do partido.
Incentivar e garantir representantes dessa comunidade ou aliados nos pleitos eleitorais.
[
145
]
PSDB Mulher
[
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]
Logomarca do PSDB Mulher
É um dos mais antigos segmentos do partido, fundado em 1999, na V Convenção Nacional. Tem como objetivo, debater as causas de pessoas do sexo feminino dentro do partido. Sua presidente de honra, é Solange Jurema (PSDB-AL), mas a atual presidente, é Cinthia Ribeiro.
PSDB Sindical
[
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]
Fundado em 20 de Agosto de 2011, em Minas Gerais, esse segmento tem como objetivo, trazer representação sindical pro partido. Ele hoje é presidido pelo partidário paulista, Ramalho da Construção. Hoje, conta com representatividade em 21 estados.
[
145
]
PSDB Esquerda Pra Valer
[
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]
Logo do PSDB Esquerda Pra Valer (EPV)
Em
2004
, foi criado o
PSDB Esquerda Pra Valer (EPV)
, grupo representante da ala
esquerda
do partido e defensor dos valores históricos do PSDB, como a social-democracia e o parlamentarismo, além de pautas como a
descriminalização da maconha
, o
direito ao aborto
, o
transporte público gratuito
, a
taxação de grandes fortunas
e o
voto
facultativo.
[
146
]
Presidentes Nacionais
[
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]
O presidente é eleito para um mandato de 2 anos. Fernando Henrique Cardoso, recebeu o título de "presidente de honra" simbolicamente.
[
147
]
A primeira Comissão Provisória consistiu em um revezamento entre
Franco Montoro
,
Fernando Henrique Cardoso
,
Mário Covas
,
José Richa
e
Pimenta da Veiga
.
O atual presidente do partido é o Marconi Perillo, ex-governador de Goiás, que assumiu a presidência em convenção nacional realizada em 30 de novembro de 2023 em Brasília para um mandato de dois anos.
Foto
Nome
Mandato
Início
Fim
Comissão Provisória
1988
1989
Franco Montoro
1989
1991
Tasso Jereissati
1991
1994
Pimenta da Veiga
1994
1995
Artur da Távola
1995
1996
Teotônio Vilela Filho
1996
2001
José Aníbal
2001
2003
José Serra
2003
2005
Eduardo Azeredo
Janeiro de 2005
Outubro de 2005
José Serra
Outubro de 2005
Novembro de 2005
Tasso Jereissati
Novembro de 2005
2007
Sérgio Guerra
23 de Novembro de 2007
18 de Maio de 2013
Aécio Neves
18 de Maio de 2013
9 de Dezembro de 2017
Geraldo Alckmin
9 de Dezembro de 2017
31 de Maio de 2019
Bruno Araújo
31 de Maio de 2019
1º de fevereiro de 2023
Eduardo Leite
1º de fevereiro de 2023
30 de novembro de 2023
Marconi Perillo
30 de novembro de 2023
atualidade
Aécio Neves
A partir de novembro de 2025
[
148
]
Desempenho eleitoral
[
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|
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]
Câmara dos Deputados
[
149
]
Legislatura
Bancada
%
±
1990
49.ª
 
(1991–1995)
0038
38 / 513
7,41
1009
 
1994
50.ª
 
(1995–1999)
0063
63 / 513
12,28
1009
 25
1998
51.ª
 
(1999–2003)
0099
99 / 513
19,30
1009
 36
2002
52.ª
 
(2003–2007)
0070
70 / 513
13,64
1033
 29
2006
53.ª
 
(2007–2011)
0066
66 / 513
12,86
0992
 4
2010
54.ª
 
(2011–2015)
0053
53 / 513
10,33
1005
 13
2014
55.ª
 
(2015–2019)
0054
54 / 513
10,56
0981
 1
2018
56.ª
 
(2019–2023)
0029
29 / 513
5,56
1005
 25
2022
57.ª
 
(2023–2027)
0013
13 / 513
2,54
1005
 16
Senado Federal
[
150
]
Legislatura
Bancada
%
±
1990
49.ª
 
(1991–1995)
0000
11 / 81
1009
 
1994
50.ª
 
(1995–1999)
0014
14 / 81
17,28
1002
 3
1998
51.ª
 
(1999–2003)
0013
13 / 81
16,05
1002
 1
2002
52.ª
 
(2003–2007)
0013
13 / 81
16,05
1007
 
2006
53.ª
 
(2007–2011)
0015
15 / 81
18,52
0997
 2
2010
54.ª
 
(2011–2015)
0012
12 / 81
14,81
1003
 3
2014
55.ª
 
(2015–2019)
0012
12 / 81
14,81
0999
 
2018
56.ª
 
(2019–2023)
009
8 / 81
9,87
1003
 4
2022
57.ª
 
(2023–2027)
004
4 / 81
1,37
1003
 4
Eleições estaduais
[
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|
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]
Participação e desempenho do PSDB nas
eleições estaduais de 2022
[
151
]
 
 Candidatos majoritários eleitos (11 governadores e 6 senadores).
Em negrito
estão os candidatos filiados ao PSDB durante a eleição.
Os cargos obtidos na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas são referentes às
coligações proporcionais
que o PSDB compôs.
Tais coligações não são necessariamente iguais às
coligações majoritárias
e geralmente são menores.
Não estão listados os futuros suplentes empossados.
UF
Candidatos(as) a Governador(a) e a Vice
Candidatos(as) a Senadores(as)
Coligação majoritária
(governo e senado)
Deputados(as) federais eleitos(as)
Deputados(as) estaduais eleitos(as)
AC
Gladson Cameli
(PP)
Ney Amorim
(PODE)
Fed. PSDB Cidadania / PP / PODE / Solidariedade / Patriota / DC / PMN / PMB
3 PP
Luiz Gonzaga
(PSDB)
3 PP, 2 PODE
Mailza Gomes
(PP)
AL
Rodrigo Cunha
(UNIÃO)
Davi Davino Filho
(PP)
Fed. PSDB Cidadania / UNIÃO / PP / PSB / PODE
4 PP, 1 UNIÃO
4 PP, 3 UNIÃO
Jó Pereira (PSDB)
AM
Amazonino Mendes
(Cidadania)
Arthur Virgílio Neto
(PSDB)
Fed. PSDB Cidadania
1 Cidadania
1 Cidadania
Beto Michiles
(PSDB)
AP
Clécio Luís
(Solidariedade)
Davi Alcolumbre
(UNIÃO)
Fed. PSDB Cidadania / Solidariedade / PDT / UNIÃO / PL / PP / Republicanos
3 PDT, 3 PL
3 PDT, 3 UNIÃO, 2 PL, 2 Solidariedade, 1 Cidadania, 1 PP, 1 Republicanos
Teles Jr. (PDT)
BA
ACM Neto
(UNIÃO)
Cacá Leão
(PP)
Fed. PSDB Cidadania / UNIÃO / Republicanos / PP / PDT / PSC / PTB / PODE / Solidariedade / PRTB / PMN / DC
Adolfo Viana
(PSDB)
6 UNIÃO, 4 PP, 3 Republicanos, 2 PDT, 1 PODE
Jordavio Ramos (PSDB)
Pablo Roberto (PSDB)
Tiago Correia
(PSDB)
12 UNIÃO, 4 PP, 3 Republicanos
Ana Coelho (Republicanos)
CE
ninguém
ninguém
Fed. PSDB Cidadania
ninguém
Emília Pessoa (PSDB)
1 Cidadania
DF
Izalci Lucas
(PSDB)
ninguém
Fed. PSDB Cidadania / PRTB
ninguém
1 Cidadania
Beth Cupertino (PRTB)
ES
Renato Casagrande
(PSB)
Rose de Freitas
(MDB)
Fed. PSDB Cidadania / PSB / MDB / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / PP / PODE / PDT / PROS
2 PDT, 2 PP, 2 PT, 1 PSB
Mazinho dos Anjos (PSDB)
Vandinho Leite
(PSDB)
3 PODE, 3 PSB, 2 PDT, 2 PP, 2 PT, 1 Cidadania
Ricardo Ferraço
(PSDB)
GO
ninguém
Marconi Perillo
(PSDB)
Fed. PSDB Cidadania
Leda Borges (PSDB)
Dr. José Machado (PSDB)
Gustavo Sebba
(PSDB)
MA
Carlos Brandão
(PSB)
Flávio Dino
(PSB)
Fed. PSDB Cidadania / PSB / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / MDB / PP / Patriota / PODE
1 PCdoB, 1 MDB, 1 Patriota, 1 PODE, 1 PP, 1 PSB, 1 PT
11 PSB, 5 PCdoB, 4 PP, 3 Patriota, 2 MDB, 2 PODE
Felipe Camarão (PT)
MG
Marcus Pestana
(PSDB)
Bruno Miranda (PDT)
Fed. PSDB Cidadania / PDT
Aécio Neves
(PSDB)
Paulo Abi-Ackel
(PSDB)
2 PDT
Leonídio Bouças
(PSDB)
3 Cidadania, 2 PDT
Paulo Brant
(PSDB)
MS
Eduardo Riedel
(PSDB)
Teresa Cristina
(PP)
Fed. PSDB Cidadania / PP / PL / Republicanos / PDT / PSB
Beto Pereira
(PSDB)
Dagoberto Nogueira Filho
(PSDB)
Geraldo Resende
(PSDB)
2 PL, 2 PP
Caravina (PSDB)
Jamilson Name (PSDB)
Lia Nogueira (PSDB)
Mara Caseiro
(PSDB)
Paulo Corrêa
(PSDB)
Zé Teixeira
(PSDB)
3 PL, 2 PP, 1 PDT, 1 Republicanos
Barbosinha
(PP)
MT
Mauro Mendes
(UNIÃO)
Wellington Fagundes
(PL)
Fed. PSDB Cidadania / UNIÃO / Republicanos / PL / MDB / PODE / PROS / PSB
4 PL, 2 MDB, 2 UNIÃO
Carlos Avalone (PSDB)
5 UNIÃO, 4 MDB, 4 PSB, 2 PL, 2 Republicanos
Otaviano Pivetta
(Republicanos)
PA
Helder Barbalho
(MDB)
Manoel Pioneiro
(PSDB)
partido isolado
Fed. PSDB Cidadania / MDB / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / PP / PODE / UNIÃO / PDT / PSB / Avante / PSD / Republicanos / PTB / DC
9 MDB, 2 PSD, 2 PT, 1 UNIÃO
Anna Cunha (PSDB)
Cilene Couto
(PSDB)
Erick Monteiro (PSDB)
13 MDB, 4 PT, 3 PP, 2 PDT, 2 PODE, 2 PSD, 2 Republicanos, 1 Cidadania, 1 PSB, 1 PTB, 1 UNIÃO
Hana Ghassan (MDB)
PB
Pedro Cunha Lima
(PSDB)
Efraim Filho
(UNIÃO)
Fed. PSDB Cidadania / UNIÃO / PDT / PP / PSC / PTB / PROS / PMB
2 PP, 2 PSC, 1 UNIÃO
Camila Toscano
(PSDB)
Fábio Ramalho (PSDB)
Tovar Lima
(PSDB)
4 PP, 3 UNIÃO
Domiciano Cabral
(Cidadania)
PE
Raquel Lyra
(PSDB)
Guilherme Coelho (PSDB)
Fed. PSDB Cidadania / PRTB
ninguém
Álvaro Porto
(PSDB)
Débora Almeida (PSDB)
Izaías Régis (PSDB)
Priscila Krause
(Cidadania)
PI
Silvio Mendes (UNIÃO)
Joel Rodrigues (PP)
Fed. PSDB Cidadania / UNIÃO / PP / PDT / PTB / Avante
2 PP
7 PP
Iracema Portela
(PP)
PR
ninguém
Álvaro Dias
(PODE)
Fed. PSDB Cidadania / PODE / PSB / Patriota / PSC
Beto Richa
(PSDB)
1 PODE, 1 PSB
Cristina Silvestri
(PSDB)
Mabel Canto
(PSDB)
2 PODE, 1 PSB
RJ
Marcelo Freixo
(PSB)
Alessandro Molon
(PSB)
Fed. PSDB Cidadania / PSB / FE Brasil (PT/PCdoB/PV) / Fed. PSOL REDE
5 PT, 5 PSOL, 1 PCdoB, 1 PSB
7 PT, 5 PSOL, 2 PSB, 1 PCdoB
César Maia
(PSDB)
RN
ninguém
ninguém
Fed. PSDB Cidadania
ninguém
Bernardo Amorim
(PSDB)
Ezequiel Ferreira
(PSDB)
Galeno Toquarto (PSDB)
Gustavo Carvalho
(PSDB)
José Dias
(PSDB)
Keginaldo Farias (PSDB)
Kleber Rodrigues
(PSDB)
Nelter Queiroz
(PSDB)
Tomba Farias
(PSDB)
RO
Marcos Rocha
(UNIÃO)
Mariana Carvalho
(Republicanos)
Fed. PSDB Cidadania / UNIÃO / Republicanos / MDB / PSC / PTB / Avante / Patriota
4 UNIÃO, 2 MDB
5 UNIÃO, 3 Patriota, 2 MDB, 2 PSC, 2 Republicanos, 1 PTB
Sérgio Gonçalves (UNIÃO)
RR
ninguém
ninguém
Fed. PSDB Cidadania
ninguém
1 Cidadania
RS
Eduardo Leite
(PSDB)
Ana Amélia Lemos
(PSD)
Fed. PSDB Cidadania / MDB / PSD / UNIÃO / PODE
Daniel Trzeciak
(PSDB)
Lucas Redecker
(PSDB)
3 MDB, 1 Cidadania, 1 PODE, 1 PSD, 1 UNIÃO
Delegada Nadine
(PSDB)
Kaká D'avila
(PSDB)
Neri, o Carteiro
(PSDB)
Pedro Pereira
(PSDB)
Professor Bonatto
(PSDB)
6 MDB, 3 UNIÃO, 2 PODE, 1 PSD
Gabriel Souza
(MDB)
SC
Esperidião Amin
(PP)
Kennedy Nunes
(PTB)
Fed. PSDB Cidadania / PP / PTB
1 Cidadania
Marcos Vieira
(PSDB)
Vicente Caropreso
(PSDB)
3 PP, 1 PTB
Dalírio Beber
(PSDB)
SE
Alessandro Vieira
(PSDB)
Danielle Garcia (PODE)
Fed. PSDB Cidadania / PODE
ninguém
2 Cidadania
Milton Andrade (Cidadania)
SP
Rodrigo Garcia
(PSDB)
Edson Aparecido
(MDB)
Fed. PSDB Cidadania / UNIÃO / MDB / PP / PODE / Avante / Solidariedade / Patriota / PROS
Carlos Sampaio
(PSDB)
Paulo Alexandre Barbosa
(PSDB)
Vitor Lippi
(PSDB)
6 UNIÃO, 5 MDB, 4 PP, 3 PODE, 2 Cidadania, 1 Solidariedade
Analice Fernandes
(PSDB)
Barros Munhoz
(PSDB)
Bruna Furlan
(PSDB)
Carla Morando
(PSDB)
Carlão Pignatari
(PSDB)
Maria Lúcia Amary
(PSDB)
Mauro Bragato
(PSDB)
Rogério Nogueira
(PSDB)
Vinícius Camarinha
(PSDB)
8 UNIÃO, 4 MDB, 4 PODE, 3 PP, 2 Cidadania, 1 Solidariedade
Eugênio Zuliani
(UNIÃO)
TO
Wanderlei Barbosa
(Republicanos)
Dorinha Rezende
(UNIÃO)
Fed. PSDB Cidadania / Republicanos / PDT / UNIÃO / PSC / PTB / Solidariedade
3 Republicanos, 1 UNIÃO
Eduardo Mantoan (PSDB)
7 Republicanos, 2 UNIÃO, 1 Cidadania, 1 PDT, 1 Solidariedade
Laurez Moreira (PDT)
Participação e desempenho do PSDB nas
eleições estaduais de 2018
[
151
]
 
 Candidatos majoritários eleitos (5 governadores e 16 senadores).
Em negrito
estão os candidatos filiados ao PSDB durante a eleição.
Os cargos obtidos na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas são referentes às
coligações proporcionais
que o PSDB compôs.
Tais coligações não são necessariamente iguais às
coligações majoritárias
e geralmente são menores.
Não estão listados os futuros suplentes empossados.
UF
Candidatos(as) a Governador(a) e a Vice
Candidatos(as) a Senadores(as)
Coligação majoritária
(governo e senado)
Deputados(as) federais eleitos(as) — 108
Deputados(as) estaduais eleitos(as) — 182
AC
Gladson Cameli
(PP)
Márcio Bittar
(MDB)
PSDB / PP / MDB / PSD / DEM / SD / PR / PTB / PMN / PTC / PPS
Mara Rocha
(PSDB)
+ 2 MDB, 1 DEM, 1 SD
Cadmiel Bomfim (PSDB)
,
Luiz Gonzaga
(PSDB)
+ 1 DEM
Major Rocha
(PSDB)
Sérgio Petecão
(PSD)
AL
Pinto de Luna (PROS)
Rodrigo Cunha
(PSDB)
PSDB / PROS / PRB / PTC / PP / PSB / REDE / DEM / PSC
Tereza Nelma
(PSDB)
+ 1 PSB, 1 PP, 1 PRB
Cibele Moura (PSDB)
Dudu Ronalsa (PSDB)
+ 4 PP, 1 DEM, 1 PROS
Jorge VI (PSDB)
Benedito de Lira
(PP)
AM
Omar Aziz
(PSD)
Plínio Valério
(PSDB)
PSDB / PSD / DEM / PRB / PTC / Patriota
2 PRB, 1 PSD
Therezinha Ruiz
(PSDB)
Arthur Bisneto
(PSDB)
AP
Davi Alcolumbre
(DEM)
Randolfe Rodrigues
(REDE)
PSDB / DEM / PP / REDE / PSC / PSD / PODE / PPL / SD / Avante / Patriota
Luiz Carlos
(PSDB)
+ 1 PP
Telma Nery (PSDB)
+ 2 DEM
Silvana Vedovelli (PP)
Sebastião Bala Rocha
(PSDB)
BA
José Ronaldo
(DEM)
Jutahy Magalhães Júnior
(PSDB)
PSDB / DEM / PRB / PSC / PV / PTB / SD / PPL / Patriota
Adolfo Viana
(PSDB)
David Rios (PSDB)
,
Marcell Moraes
(PSDB)
,
Paulo Câmara
(PSDB)
+ 7 DEM, 2 PRB
Mônica Bahia (PSDB)
Irmão Lázaro
(PSC)
CE
General Theophilo (PSDB)
Eduardo Girão
(PROS)
PSDB / PROS
Roberto Pessoa
(PSDB)
Fernanda Pessoa
(PSDB)
,
Nelinho
(PSDB)
Emília Pessoa (PSDB)
Dra. Mayra (PSDB)
DF
Alberto Fraga
(DEM)
Izalci Lucas
(PSDB)
PSDB / DEM / PR / DC
1 PR, 1 DEM
ninguém
Alexandre Bispo (PR)
Professora Amábile (PR)
ES
Renato Casagrande
(PSB)
Marcos do Val
(PPS)
PSDB / PSB / PSC / DEM / PPS / PCdoB / PV / DC / SD / PP / PTC / PDT / PPL / PRP / PSD / PHS / PROS / Avante
1 PDT, 1 DEM
Emilio Mameri (PSDB)
,
Marcos Mansur (PSDB)
,
Vandinho Leite
(PSDB)
Jacqueline Moraes
(PSB)
Ricardo Ferraço
(PSDB)
GO
José Eliton (PSDB)
Vanderlan Cardoso
(PP)
PSDB / PPS / PSB / PTB / PSD / SD / PV / NOVO / REDE / Avante / Patriota
Célio Silveira
(PSDB)
+ 1 PSD, 1 PR, 1 SD, 1 PSB
Diego Sorgatto
(PSDB)
,
Gustavo Sebba
(PSDB)
,
Hélio de Souza
(PSDB)
,
Lêda Borges
(PSDB)
,
Talles Barreto
(PSDB)
,
Tião Caroço
(PSDB)
+1 PSB, 1 PPS
Raquel Teixeira (PSDB)
Marconi Perillo
(PSDB)
MA
Roberto Rocha
(PSDB)
Zé Reinaldo
(PSDB)
PSDB / PHS / PODE / PMN / REDE / DC
1 PODE
Wellington do Curso
(PSDB)
Graça Paz
(PSDB)
Alexandre Almeida
(PSDB)
MG
Antonio Anastasia
(PSDB)
Rodrigo Pacheco
(DEM)
PSDB / PSD / DEM / SD / PPS / PSC / PMN / PTB / PP / PTC / PMB / Patriota
Aécio Neves
(PSDB)
,
Domingos Savio
(PSDB)
,
Eduardo Barbosa
(PSDB)
,
Paulo Abi-Ackel
(PSDB)
,
Rodrigo de Castro
(PSDB)
+ 3 PSD, 2 PP, 1 SD, 1 DEM
Antônio Carlos Arantes
(PSDB)
,
Dalmo Ribeiro
(PSDB)
,
Gustavo Valadares
(PSDB)
,
João Leite
(PSDB)
,
João Vítor Xavier
(PSDB)
,
Luiz Humberto Carneiro
(PSDB)
,
Tito Torres
(PSDB)
+ 4 PSD, 1 PPS, 1 DEM, 1 PP
Marcos Montes
(PSD)
Dinis Pinheiro
(SD)
MS
Reinaldo Azambuja
(PSDB)
Nelsinho Trad
(PTB)
PSDB / DEM / PPS / PP / PMB / PSB / PSD / PTB / PSL / PROS / PMN / SD / Avante / Patriota
Beto Pereira
(PSDB)
,
Rose Modesto
(PSDB)
+ 1 PSD, 1 DEM
Felipe Orro (PSDB)
,
Marçal Filho
(PSDB)
,
Onevan de Matos
(PSDB)
,
Paulo Corrêa
(PSDB)
,
Professor Rinaldo (PSDB)
+ 2 DEM
Murilo Zauith
(DEM)
Marcelo Miglioli (PSDB)
MT
Pedro Taques
(PSDB)
Nilson Leitão
(PSDB)
PSDB / PRTB /  PSL / PPS / DC / PSB / Avante / Patriota / SD
1 SD
Guilherme Maluf (PSDB)
,
Wilson Santos
(PSDB)
Rui Prado (PSDB)
PA
Márcio Miranda
(DEM)
Flexa Ribeiro
(PSDB)
PSDB / DEM / PSB / PDT / SD / PMN / PRTB / PPS / PRP
Celso Sabino
(PSDB)
,
Nilson Pinto
(PSDB)
+ 2 DEM, 1 PSB
Anna Cunha (PSDB)
,
Cilene Couto
(PSDB)
,
Daniel Santos
(PSDB)
,
Luth Rebelo
(PSDB)
,
Victor Dias (PSDB)
+ 3 DEM, 2 PDT
José Megale
(PSDB)
Sidney Rosa (PSB)
PB
Lucélio Cartaxo
(PV)
Daniella Ribeiro
(PP)
PSDB / PV / PP / PSD / SD / DC / PSC / PRTB / PHS / PTC / PSL / PPL
Edna Henrique
(PSDB)
,
Pedro Cunha Lima
(PSDB)
,
Ruy Carneiro
(PSDB)
Camila Toscano
(PSDB)
,
João Henrique
(PSDB)
,
Tovar Lima
(PSDB)
+ 3 PSDB, 2 PP, 1 PSD, 1 PSC
Michele Rodrigues (PSDB)
Cássio Cunha Lima
(PSDB)
PE
Armando Monteiro
(PTB)
Mendonça Filho
(DEM)
PSDB / PTB / PODE / DEM / PSC / PR / PRB / PPS / PSD / PSL / PHS / DC / PMB
2 PRB, 1 PPS, 1 DEM, 1 PODE, 1 PSC
Alessandra Vieira
(PSDB)
,
+ 3 DEM, 2 PTB, 1 PRB
Fred Ferreira (PSC)
Bruno Araújo
(PSDB)
PI
Luciano Nunes
(PSDB)
Wilson Martins
(PSB)
PSDB / PSB / DEM
1 PSB
Marden Menezes
(PSDB)
+ 1 PSB
Cassandra Souza (DEM)
Robert Rios
(PSB)
PR
Cida Borghetti
(PP)
Alex Canziani
(PTB)
PSDB / PP / PTB / PSB / PMN / DEM / PROS / PMB
2 PP, 2 PSB, 2 PROS, 1 DEM, 1 PTB
Ademar Traiano
(PSDB)
,
Michele Caputo
(PSDB)
,
Paulo Litro
(PSDB)
5 PSB, 3 PP, 2 DEM, 1 PTB
Coronel Malucelli (PMN)
Beto Richa
(PSDB)
RJ
Eduardo Paes
(DEM)
Cesar Maia
(DEM)
PSDB / DEM / PTB / PP / PPS / MDB / SD / PV / DC / PHS / PMN / Avante
1 SD, 1 PPS
Lucinha
(PSDB)
,
Luiz Paulo
(PSDB)
+ 1 PPS
Comte Bittencourt
(PPS)
Aspásia Camargo
(PSDB)
RN
Robinson Faria
(PSD)
Geraldo Melo
(PSDB)
PSDB / PSD / PRB / PTB / PR / PPS / PMB / PTC / PSB / PRP / PROS / Avante
1 PTC, 1 PR, 1 PSB, 1 PSD
Ezequiel Ferreira
(PSDB)
,
Gustavo Carvalho
(PSDB)
,
José Dias
(PSDB)
,
Raimundo Fernandes
(PSDB)
,
Tomba Farias
(PSDB)
+ 2 PSD, 1 PR, 1 PROS
Tião Couto (PRB)
RO
Expedito Júnior
(PSDB)
Marcos Rogério
(DEM)
PSDB / DEM / PSD / PRB / PR / Patriota
Mariana Carvalho
(PSDB)
+ 1 PSD
Laerte Gomes (PSDB)
+ 1 DEM, 1 PSD
Maurício de Moraes (PSDB)
Edésio Fernandes (PRB)
RR
Anchieta Júnior
(PSDB)
Chico Rodrigues
(DEM)
PSDB / DEM / MDB / PSD / SD / PPS / DC
Shéridan Oliveira
(PSDB)
1 PPS
Abel Galinha
(DEM)
Romero Jucá
(MDB)
RS
Eduardo Leite
(PSDB)
Luis Carlos Heinze
(PP)
PSDB / PPS / PP / PTB / PHS / PRB / REDE
Daniel Trzeciak
(PSDB)
,
Lucas Redecker
(PSDB)
+ 4 PP, 2 PTB, 1 PRB
Luiz Viana
(PSDB)
,
Mateus Wesp
(PSDB)
,
Pedro Pereira
(PSDB)
,
Zilá Breitenbach
(PSDB)
+ 1 PPS
Ranolfo Vieira Júnior
(PTB)
Mário Bernd
(PPS)
SC
Mauro Mariani
(MDB)
Jorginho Mello
(PR)
PSDB / MDB / PTB / PR / DC / PPS / PRTB / PTC / Avante
Geovania de Sá
(PSDB)
+ 1 PPS
Marcos Vieira
(PSDB)
,
Vicente Caropreso
(PSDB)
+ 9 MDB
Napoleão Bernardes (PSDB)
Paulo Bauer
(PSDB)
SE
Eduardo Amorim
(PSDB)
André Moura
(PSC)
PSDB / PSC / PRB / PPS / PR / SD / PTC
1 SD, 1 PR, 1 PSC
Maria Mendonça
(PSDB)
+ 4 PSC, 2 PR
Ivan Leite (PRB)
Pastor Heleno
(PRB)
SP
João Dória
(PSDB)
Mara Gabrilli
(PSDB)
PSDB / DEM / PRB / PSD / PP / PTC
Bruna Furlan
(PSDB)
,
Carlos Sampaio
(PSDB)
,
Eduardo Cury
(PSDB)
,
Samuel Moreira
(PSDB)
,
Vanderlei Macris
(PSDB)
,
Vítor Lippi
(PSDB)
+ 5 DEM, 4 PP, 1 PSD
Analice Fernandes
(PSDB)
,
Carla Morando
(PSDB)
,
Carlão Pignatari
(PSDB)
,
Cauê Macris
(PSDB)
,
Marcos Zerbini
(PSDB)
,
Maria Lúcia Amary
(PSDB)
,
Marmo Cezar
(PSDB)
,
Mauro Bragato
(PSDB)
+ 7 DEM, 6 PRB, 4 PP, 2 PSD
Rodrigo Garcia
(DEM)
Ricardo Tripoli
(PSDB)
TO
Carlos Amastha
(PSB)
Vicentinho Alves
(PR)
PSDB / PSB / PSC / PR / MDB / PODE
1 PSC, 1 PR, 1 MDB
Luana Ribeiro (PSDB)
,
Olyntho Neto (PSDB)
+ 5 MDB, 1 PSB, 1 PR
Oswaldo Stival Jr (PSDB)
Ataídes Oliveira
(PSDB)
Eleições presidenciais
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]
Ano
Imagem
Candidato(a) a Presidente
Candidato a Vice-Presidente
Coligação
Votos
Posição
1989
Mário Covas
(
PSDB
)
Almir Gabriel
(
PSDB
)
Sem coligação
7 790 392 (10,78%)
4ª
Segundo turno: apoio ao candidato derrotado
Luiz Inácio Lula da Silva
(PT).
1994
Fernando Henrique Cardoso
(
PSDB
)
Marco Maciel
(
PFL
)
União, Trabalho e Progresso
(
PSDB
,
PFL
e
PTB
)
34 364 961 (54,27%)
1ª
1998
Fernando Henrique Cardoso
(
PSDB
)
Marco Maciel
(
PFL
)
União, Trabalho e Progresso
(
PSDB
,
PFL
,
PPB
,
PTB
e
PSD
)
35 936 540 (53,06%)
1ª
2002
José Serra
(
PSDB
)
Rita Camata
(
PMDB
)
Grande Aliança
(
PSDB
e
PMDB
)
33 370 739 (38,72%)
2ª
2006
Geraldo Alckmin
(
PSDB
)
José Jorge
(
PFL
)
Por Um Brasil Decente
(
PSDB
e
PFL
)
37 543 178 (39,17%)
2ª
2010
José Serra
(
PSDB
)
Indio da Costa
(
DEM
)
O Brasil Pode Mais
(
PSDB
,
DEM
,
PPS
,
PMN
,
PTdoB
e
PTB
)
43 711 388 (43,95%)
2ª
2014
Aécio Neves
(
PSDB
)
Aloysio Nunes
(
PSDB
)
Muda Brasil
(
PSDB
,
PMN
,
SD
,
DEM
,
PEN
,
PTN
,
PTB
,
PTC
e
PTdoB
)
51 036 040 (48,36%)
2ª
2018
Geraldo Alckmin
(
PSDB
)
Ana Amélia
(
PP
)
Para Unir o Brasil
(
PSDB
,
PP
,
PR
,
PRB
,
PSD
,
Solidariedade
,
DEM
,
PTB
e
PPS
)
5 096 349 (4,76%)
4ª
Segundo turno: neutralidade e liberação de diretórios e filiados.
2022
Simone Tebet
(MDB)
Mara Gabrilli
(
PSDB
)
Brasil para Todos
(MDB,
Federação PSDB Cidadania
e
PODE
[
152
]
)
4 915 423 (4,16%)
3ª
Segundo turno: neutralidade e liberação de diretórios e filiados.
Presidentes da República
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]
Eleição
Resultado
Presidente
Retrato
Origem
Mandato
1994
Eleito no 1° turno
Fernando Henrique Cardoso
Rio de Janeiro
1° de janeiro de 1995 até
1° de janeiro de 1999
1998
Eleito no 1° turno
1° de janeiro de 1999 até
1° de janeiro de 2003
Cassações por corrupção
[
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]
Ver artigos principais:
Escândalo das licitações no transporte público em São Paulo
,
Escândalo do caso Alstom
,
Mensalão tucano
, e
Lista de Furnas
Com base em dados divulgados pelo
Tribunal Superior Eleitoral
, o
Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral
divulgou um
balanço
, em 4 de outubro de 2007, com os partidos com maior número de parlamentares
cassados
por corrupção eleitoral desde o ano 2000. O PSDB apareceu em terceiro lugar na lista, com 58 cassações, atrás apenas do
DEM
e do
PMDB
.
[
153
]
Ver também
[
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]
Lista de governadores de estado do PSDB
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