Igreja Ortodoxa – Wikipédia, a enciclopédia livre
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Início
1
Nome e características
Alternar a subsecção Nome e características
1.1
Definição
1.2
Nome
2
História
Alternar a subsecção História
2.1
Antiguidade
2.2
Distanciamento entre Ocidente e Oriente
2.3
Ortodoxia grega nos séculos posteriores ao Cisma
2.4
Idade Contemporânea
3
Organização
Alternar a subsecção Organização
3.1
Jurisdições
3.1.1
Igrejas extintas
3.1.2
Cismas entre as Igrejas
3.2
Filiação
4
Liturgia
Alternar a subsecção Liturgia
4.1
Culto
5
Diáspora
Alternar a subsecção Diáspora
5.1
Brasil
5.2
Portugal
5.3
Moçambique
6
Ver também
7
Notas
8
Referências
Alternar a subsecção Referências
8.1
Bibliografia
9
Ligações externas
Alternar o índice
Igreja Ortodoxa
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Afrikaans
Alemannisch
Aragonés
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الدارجة
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Nota:
"Igreja Ortodoxa Oriental" redireciona para este artigo. Para outros significados, veja
Igrejas ortodoxas orientais
.
Igreja Católica Apostólica Ortodoxa
Emblema do
Patriarcado Ecumênico de Constantinopla
Catedral de São Jorge
, em
Istambul
, sede do
Patriarcado Ecumênico de Constantinopla
Orientação
Catolicismo
ortodoxo
Fundador
Jesus
(segundo a
tradição ortodoxa
)
Origem
Século I
, na
Judeia (província romana)
[
1
]
Sede
Descentralizada a nível diocesano, com sede
honorária
em
Constantinopla
e diversas sedes regionais
Líder espiritual
Bartolomeu I de Constantinopla
(
honorariamente
)
Número de membros
220 milhões
Países em que atua
No mundo inteiro, principalmente na
Europa Oriental
e
Oriente Médio
População cristã ortodoxa ao redor do mundo
A
Igreja Ortodoxa
, (em
grego
:
ὀρθός
;
romaniz.
:
orthós
; lit. reto, correto e
δόξα
, romaniz.:
dóxa
: opinião, glória;
[
2
]
literalmente, "igreja da opinião correta" ou "igreja da glória verdadeira", como traduzido pelos
eslavos
) oficialmente
Igreja Católica Ortodoxa
[
3
]
[
4
]
[
5
]
e também chamada de
ortodoxia bizantina
,
[
6
]
[
7
]
é a
segunda maior igreja cristã
,
[
nota 1
]
[
8
]
[
9
]
com aproximadamente 220 milhões membros batizados.
[
10
]
[
11
]
[
12
]
Ela opera como uma
comunhão
de igrejas
autocéfalas
, cada uma governada por seus bispos por meio de
sínodos
locais.
[
12
]
A igreja não tem autoridade central doutrinária ou governamental análoga ao chefe da
Igreja Católica
— o
papa
— mas o
Patriarca Ecumênico de Constantinopla
é reconhecido por eles como
primus inter pares
("primeiro entre iguais").
[
13
]
[
14
]
[
15
]
[
16
]
Como uma das instituições religiosas sobreviventes mais antigas do mundo, a Igreja Ortodoxa desempenhou um papel proeminente na história e na cultura da
Ásia Ocidental
, do
Cáucaso
, do
Leste
e do
Sudeste da Europa
.
[
17
]
A
teologia ortodoxa
é baseada nas
Escrituras
e
na tradição sagrada
, que incorpora os decretos dogmáticos dos
sete concílios ecumênicos
e os ensinamentos dos
Padres da Igreja
. A igreja ensina que é a igreja
una, santa, católica e apostólica
estabelecida por
Jesus Cristo
em sua
Grande Comissão
[
18
]
e que seus bispos são os
sucessores
dos
apóstolos
de Cristo.
[
19
]
Sustenta que pratica a fé cristã original, transmitida pela sagrada tradição. Seus
patriarcados
, reminiscentes da
pentarquia
, e outras igrejas autocéfalas e autônomas, refletem uma variedade de
organização
hierárquica
. Reconhece sete
sacramentos
maiores, dos quais a
Eucaristia
é o principal, celebrado
liturgicamente
em sinaxe. A igreja ensina que, por meio da consagração
invocada
por um sacerdote, o pão e o vinho do sacrifício tornam-se o corpo e o sangue de Cristo. A
Virgem Maria
é
venerada
na Igreja Ortodoxa como a
portadora de Deus
, honrada nas
devoções
.
As igrejas de Constantinopla, Alexandria, Jerusalém e Antioquia — exceto por algumas quebras de comunhão, como o
cisma de Fócio
ou o cisma de Acacia —
compartilharam comunhão
com a Igreja de Roma até o
Grande Cisma
em 1054, que foi o culminar de crescentes disputas teológicas, políticas e culturais, particularmente sobre a
autoridade do papa
. Antes do
Concílio de Éfeso
no ano 431, a
Igreja do Oriente
também compartilhava dessa comunhão, assim como as várias
igrejas ortodoxas orientais
antes do
Concílio de Calcedônia
em 451, todas se separando principalmente por
diferenças na
cristologia
.
A Igreja Ortodoxa é a principal denominação religiosa na
Rússia
,
Ucrânia
,
Romênia
,
Grécia
,
Bielo-Rússia
,
Sérvia
,
Bulgária
,
Moldávia
,
Geórgia
,
Macedônia do Norte
,
Chipre
e
Montenegro
, e há minorias significativas na
Síria
,
Iraque
,
Cazaquistão
,
Alemanha
,
Espanha
,
Bósnia e Herzegovina
,
Líbano
,
Estados Unidos
e
Uzbequistão
. Embora originários da Ásia Ocidental, a maioria dos cristãos ortodoxos agora vive no sudeste e leste da Europa e na
Sibéria
. Aproximadamente metade dos cristãos ortodoxos vive nos
Estados pós-soviéticos
, principalmente na Rússia.
[
20
]
[
21
]
Há também comunidades nas antigas
regiões bizantinas
do
norte da África
, no
Mediterrâneo oriental
e entre as comunidades ortodoxas mais antigas do
Oriente Médio
, que estão diminuindo devido à migração forçada impulsionada pelo aumento da
perseguição religiosa
.
[
22
]
[
23
]
As comunidades cristãs ortodoxas fora da Ásia Ocidental, Ásia Menor, Cáucaso e Europa Oriental, incluindo as da América do Norte, Europa Ocidental e Austrália, foram formadas por meio de
diáspora
,
conversões
e atividades missionárias.
Nome e características
[
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|
editar código
]
Parte
da série
sobre o
Cristianismo
Jesus Cristo
Nascimento
Batismo
Ministério
Parábolas
Sermão da Montanha
Mandamentos de amor
Milagres
Transfiguração
Mistério pascal
,
Páscoa
(
Crucificação
e
Ressurreição
)
Bíblia
Antigo Testamento
Novo Testamento
Evangelhos
(
canônicos
,
apócrifos
)
Livros
Cânon
Teologia cristã
Apologética
Batismo
Cristologia
Eclesiologia
Escatologia
Graça
História da teologia cristã
Justificação
Mariologia
Pecado
Sacramentos
Salvação
Trindade
Pai
Filho
Espírito Santo
Santidade
Tradição
Maria
12 Apóstolos
Pedro
Paulo
Evangelho
Eucaristia
Credo
Igreja
Reino de Deus
História
Cristianismo primitivo
Perseguições
Constantino
Cristianização
Cristandade gótica
Concílios ecuménicos
Padres da Igreja
Agostinho
História das missões
Cisma do Oriente
Cruzadas
Aquino
Inquisição
Cisma do Ocidente
Devotio Moderna
Reforma Protestante
Lutero
Concílio Vaticano II
Denominação cristã
Católicos:
Católico Romano
Católicos Independentes
Protestantes:
Anabatistas
Anglicanos
Adventistas
Batistas
Evangélicos
Luteranos
Metodistas
Pentecostais
Neopentecostalismo
Reformados
Restauracionismo
Igreja orgânica
Orientais:
Igreja Ortodoxa
Igrejas ortodoxas orientais
Igreja Assíria do Oriente
Cristãos de São Tomé
Antitrinitarismo
:
Cristadelfianos
Pentecostais do Nome de Jesus
Testemunhas de Jeová
Unitarianos
Cristianismo Esotérico:
Antroposofia
Gnósticos
Teosofia
Tópicos
Arte
Calendário
Críticas
Cristandade cultural
Cristianismo ocidental
Cristianismo oriental
Culto
Democracia cristã
Ecumenismo
Evangelização
Ficção
Filosofia cristã
Mulheres
Música
Liturgia
Oração
Pregação
Relações com outras religiões
Símbolos
Igrejas cristianizadas
Portal do Cristianismo
v
d
e
Parte de
uma série
sobre a
Igreja Ortodoxa
Visão geral
Estrutura
Teologia
(
História
)
Liturgia
História
Sacramentos
Soteriologia
Mariologia
Hagiografia
Contexto
Crucificação
/
Ressurreição
/
Ascensão
de Jesus
Cristianismo
Igreja
Sucessão apostólica
Quatro marcas da Igreja
Ortodoxia
Organização
Autonomia
Autocefalia
Patriarcado
Patriarca ecumênico
Governo Episcopal
Direito canônico
Clero
Bispos
Presbíteros
Diáconos
Monasticismo
Graus
Irmandades
Jurisdições
Autocéfalas
Igrejas autocéfalas que oficialmente fazem parte da comunhão:
Constantinopla
Alexandria
Antioquia
Jerusalém
Rússia
Sérvia
Romênia
Bulgária
Georgia
Chipre
Grécia
Polônia
Albânia
Terras Tchecas e Eslováquia
Macedônia do Norte
Autocefalia reconhecida por algumas Igrejas autocéfalas
de jure
:
América do Norte
Autocefalia e canonicidade reconhecidas por Constantinopla e algumas Igrejas autocéfalas:
Ucrânia
Jurisdições
Autônomas
Sinai
Finlândia
Estônia
Japão
China
Américas
Metrópole da Bessarábia
Moldávia
Autonomia questionável, declarou independência do Patriarcado de Moscou, mas não se autodeclarou autocéfala:
Ucrânia
Semi-Autônomas:
Creta
Estônia
ROCOR
Jurisdições não canônicas
Velhos crentes
Cristianismo Espiritual
Verdadeira Ortodoxia
Igreja das Catacumbas
Velhos Calendaristas
Igreja Católica Ortodoxa Americana
Patriarcado Mundial da América
Igrejas
Nacionais
:
Abecásia
Bielorrússia
Itália
Letônia
Montenegro
Turquia
Ucrânia
Igrejas
Sincréticas
:
Ortodoxia Evangélica
Ortodoxia Ocidental
Celtas
França
Gália
Concílios Ecumênicos
Primeiros Sete Concílios Ecumênicos
:
Primeiro
Segundo
Terceiro
Quarto
Quinto
Sexto
Sétimo
Outros possíveis concílios ecumênicos:
Oitavo
Nono
Outros concílios importantes:
Concílio Quinissexto
Iași
Moscou
Jerusalém
História
Padres da Igreja
Pentarquia
Império Bizantino
Cristianização da Geórgia
Cristianização da Bulgária
Cristianização da Rússia de Kiev
Grande Cisma
Russia
Império Otomano
Brasil
Cisma Moscou–Constantinopla
C. Séc. XV–XVI
1996
2018
Teologia
História da Teologia da Igreja Ortodoxa
(
Séc. XX (Neo-Palamismo)
)
Apofatismo
Crisma
Oração contemplativa
Essência x Energias
Hesicasmo
Santíssima Trindade
União hipostática
Ícones
Metusiose
Teologia mística
Credo niceno
Népsis
Economia
x
Acribeia
Ousia
Palamismo
Filocália
Fronema
Pecado
Teose
Teótoco
Diferenças da Igreja Católica Romana
Oposição ao Filioque
Oposição à supremacia papal
Liturgia e adoração
Divina Liturgia
Serviços divinos
Acatisto
Apolitício
Artos
Ectenia
Eucológio
Água Benta
Iconóstase
Oração de Jesus
Contácio
Entradas Litúrgicas
Ripídio
Litia
Paníquida
Memória eterna
Omofório
Metania
Casamento ortodoxo
Práxis
Paráclese
Saudação pascal
Homilia pascal
Tropário pascal
Comboscinos
Prosfora
Toque de sino russo
Semantro
Sinal da cruz
Estíquero
Tropário
Vestimentas
Uso do incenso
Calendário litúrgico
Ciclo pascal
12 Grandes Festas
Outras festas:
Triunfo da Ortodoxia
Intercessão da Teótoco
Os quatro períodos de jejum:
Jejum da Natividade
Grande Quaresma
Jejum dos Apóstolos
Dormição
Figuras importantes
Atanásio de Alexandria
Efrém, o Sírio
Basílio de Cesareia
Cirilo de Jerusalém
Gregório de Nazianzo
Gregório de Níssa
João Crisóstomo
Cirilo de Alexandria
João Clímaco
Máximo, o Confessor
João Damasceno
Teodoro Estudita
Cassiane
Cirilo e Metódio
Fócio I de Constantinopla
Gregório Palamas
Lista
Arquitetura
Popular
Encíclica dos Patriarcas
Cruz ortodoxa
Títulos santos
Estatísticas por país
v
d
e
Definição
[
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|
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]
A Igreja Ortodoxa é definida como os
cristãos orientais
que reconhecem os
sete concílios ecumênicos
e estão em
comunhão
com o
Patriarcado Ecumênico
, o
Patriarcado de Alexandria
, o
Patriarcado de Antioquia
e o
Patriarcado de Jerusalém
. Assim, podemos compreender que as igrejas ortodoxas "são definidas positivamente por sua adesão às definições
dogmáticas
dos sete concílios [ecumênicos], pelo forte senso de não ser uma seita ou uma
denominação
, mas simplesmente a continuação da Igreja de Cristo". Outra característica a sua rejeição da
supremacia papal imediata e universal
.
[
24
]
Os sete concílios ecumênicos reconhecidos pelas igrejas ortodoxas orientais são:
Niceia I
,
Constantinopla I
,
Éfeso
,
Calcedônia
,
Constantinopla II
,
Constantinopla III
e
Niceia II
.
[
25
]
[
26
]
Essas igrejas consideram o
Concílio Quinisexto
"compartilhar a autoridade ecumênica de Constantinopla III.
[
26
]
"Por um acordo que parece estar em vigor no mundo ortodoxo, possivelmente o
concílio realizado em 879
para reivindicar o
patriarca Fócio
será em alguma data futura reconhecido como o oitavo concílio [ecumênico]" pela Igreja Ortodoxa.
[
25
]
Nome
[
editar
|
editar código
]
De acordo com o ensinamento da igreja sobre a universalidade e com o
Credo Niceno
, as autoridades ortodoxas orientais insistiram que o nome completo da igreja sempre incluísse o termo "
Católica
", como em "Santa Igreja Católica Apostólica Ortodoxa".
[
27
]
[
28
]
[
29
]
O nome oficial da Igreja Ortodoxa é a "Igreja Católica Ortodoxa".
[
3
]
[
4
]
[
5
]
[
30
]
É o nome pelo qual a igreja se refere a si mesma
[
31
]
[
32
]
[
33
]
[
34
]
[
35
]
[
36
]
e que é emitido em seus textos litúrgicos ou
canônicos
.
[
37
]
[
38
]
Os teólogos ortodoxos orientais referem-se à igreja como "católica".
[
39
]
[
40
]
Este nome e variantes mais longas contendo "católico" também são reconhecidos e referenciados em outros livros e publicações de escritores ortodoxos seculares ou não orientais.
[
41
]
[
42
]
[
43
]
[
44
]
[
45
]
[
46
]
O
catecismo
de Philaret (Drozdov) de Moscou publicado no século XIX é intitulado:
O Catecismo Mais Longo da Igreja Ortodoxa, Católica e Oriental
[
47
]
(em
russo
:
Пространный христианский катехизис православныя, кафолическия восточныя Церкви
).
Desde os tempos antigos até o primeiro milênio, o
grego
foi a língua compartilhada mais prevalente nas regiões demográficas onde o
Império Bizantino
floresceu, e o grego, sendo a língua na qual o
Novo Testamento
foi escrito, era a
língua litúrgica
primária da igreja. Por esta razão, as igrejas orientais às vezes eram identificadas como "gregas" (em contraste com a
igreja "romana" ou "latina"
, que usava uma tradução latina da Bíblia), mesmo antes do Grande Cisma de 1054. Depois de 1054, "grego ortodoxo" ou "grego católico" marcava uma igreja como estando em comunhão com Constantinopla, assim como "católica" marcava a comunhão com a
Igreja Católica
.
[
48
]
Em húngaro, a igreja ainda é comumente chamada de "grega oriental" (em
húngaro
:
Görögkeleti
). Essa identificação com o grego, porém, tornou-se cada vez mais confusa com o tempo. Os missionários trouxeram a Igreja Ortodoxa para muitas regiões sem gregos étnicos, onde a língua grega não era falada. Além disso, as lutas entre Roma e Constantinopla para controlar partes do
sudeste da Europa
resultaram na conversão de algumas igrejas à Igreja Católica, que então também usou "greco-católico" para indicar o uso continuado dos ritos bizantinos. Hoje, apenas uma minoria de adeptos ortodoxos orientais usa o grego como língua de adoração.
[
49
]
[
50
]
História
[
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]
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•
I
•
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) •
ABW
•
CAPES
).
(
Janeiro de 2021
)
Cristo Pantocrator
, século VI,
Mosteiro de Santa Catarina
,
Sinai
; o mais antigo
ícone
conhecido de Cristo, em um dos mosteiros mais antigos do mundo.
O imperador
Constantino
apresenta uma representação da cidade de
Constantinopla
como homenagem a
Maria
entronizada e ao menino Jesus neste mosaico na igreja
Hagia Sophia
, c. 1000).
Antiguidade
[
editar
|
editar código
]
Até ao
século XI
, os cristãos da Igreja Ortodoxa e da
Igreja Católica Romana
têm uma história comum, que começa com a instituição do cristianismo por
Jesus de Nazaré
e sua difusão por seus discípulos, que, como o relatado no livro bíblico dos
Atos dos Apóstolos
,
[
51
]
espalharam-se a partir da cidade de Jerusalém, fundando a primeira comunidade denominada cristã em
Antioquia
e depois se espalhando, ainda pelos mesmos, pela
Europa Ocidental
,
Oriente Médio
,
Ásia
e
Norte da África
. Por volta do
século IV
, a
Cristandade
já chegara às mais diversas regiões, apesar das perseguições movidas por poderes tradicionalmente pagãos, e diversas escolas exegéticas haviam se desenvolvido, como a
Escola de Antioquia
e a
Escola Catequética de Alexandria
. A ortodoxia cristã, no entanto, era ameaçada por diversas doutrinas consideradas
heréticas
, como o
arianismo
, o
novacianismo
e o
adocionismo
, além das muitas seitas
gnósticas
. Em 313, no entanto, o
Édito de Milão
finalmente instituiu a liberdade religiosa no
Império Romano
, o que foi seguido por uma progressiva cristianização do Império a partir da conversão do imperador
Constantino
no ano de 324. Foi então convocado o
Primeiro Concílio de Niceia
, que buscou a unificação da Cristandade, a solidificação dos preceitos da fé cristã, o
anátema
das principais heresias da época e a composição de um credo comum ortodoxo, o
Credo Niceno
.
[
52
]
Neste Concílio, estabeleceu-se que em cada província civil do Império Romano o corpo dos
bispos
deveria ser encabeçado pelo bispo da capital provincial (o
bispo metropolita
), mas reconheceu a autoridade super-metropolitana já exercida pelos bispos de
Roma
,
Alexandria
e
Antioquia
. Além disso, decretou que o bispo de Jerusalém tivesse direito a honra especial, embora não a autoridade sobre outros bispos.
[
53
]
[
54
]
Quando a residência do
imperador romano
e o
senado
foram transferidos para
Constantinopla
, em 330, o Bispo de Roma perdeu influência nas Igrejas orientais, em benefício do Bispo de Constantinopla. Ainda assim, Roma continuou a ter uma autoridade ecumênica especial devido à sua ligação tradicional com o
apóstolo Pedro
e seu passado como capital do
Império Romano
.
[
55
]
No ano de 381, foi realizado na parte oriental do império o
Primeiro Concílio de Constantinopla
, que decretou a divindade do
Espírito Santo
, lançando
anátema
sobre os
macedonianos
e tendo suas decisões acatadas pelas igrejas ocidentais.
[
56
]
Em 431, o
Primeiro Concílio de Éfeso
proclamou, a despeito dos
nestorianos
, que a
Virgem Maria
era a
Teótoco
("Mãe de Deus"), o que gerou a
Igreja do Oriente
, até hoje separada das grandes comunhões cristãs. A grande maioria dos fiéis habitavam na Índia e na Síria, após uma retração substancial da antes forte presença nestoriana na
China
e na
Ásia Central
. Na Índia, a maioria dos sucessores deste cisma passaram depois ao
catolicismo oriental
ou ao
miafisismo
.
[
57
]
Na Síria também muitos passaram ao catolicismo oriental e formaram a
Igreja Católica Caldeia
.
[
58
]
Em 451, o
Concílio de Calcedônia
condenou o
monofisismo
. Isto gerou um cisma na
Igreja de Alexandria
liderado por
Dióscoro
, que, apesar de não professar a doutrina monofisista de
Êutiques
, rejeitava a resolução de Calcedônia, gerando a formação da
Igreja Copta
.
[
59
]
[
60
]
Progressivamente, grupos no
Levante
e na
Armênia
rejeitariam o Concílio e se uniriam aos coptas, dando origem às chamadas
igrejas ortodoxas orientais
, que ainda se expandiriam pela
África
e
Índia
.
Distanciamento entre Ocidente e Oriente
[
editar
|
editar código
]
Um ícone representando o Imperador
Constantino
e os Padres do
Primeiro Concílio de Nicéia
(325) como detentores do
credo niceno-constantinopolitano
de 381
Uma série de dificuldades estimulou um progressivo distanciamento entre Roma e os demais patriarcados. Primeiramente, a quebra da unidade política. Com a divisão do
Império Romano
em 395 e a queda do
Império Romano do Ocidente
em 476, Oriente e Ocidente deixaram de estar sob o mesmo governo. No
século VI
, o imperador
Justiniano I
empreendeu uma série de campanhas militares na parte ocidental ocupada pelos germânicos e que resultou na conquista da
península itálica
, mas que foi posteriormente perdida no
século VIII
com a progressiva penetração dos
lombardos
. Mais tarde, com a ascensão do
Islamismo
, as trocas econômicas e os contatos por via marítima entre o
Império Bizantino
, de
língua grega
, e o Ocidente, de língua
latina
, se tornaram mais difíceis, e a unidade cultural entre os dois mundos deixou paulatinamente de existir. No
século VIII
, Roma colocou-se sob a proteção do
Império Carolíngio
, o que criou uma situação em que as Igrejas em
Roma
e em
Constantinopla
estavam no seio de dois impérios distintos, fortes e autossuficientes, cada qual com sua própria tradição e cultura.
O primeiro grande cisma entre o Ocidente e o Oriente seria o
Cisma Acaciano
, a partir de 484, quando a tentativa por parte da
Igreja de Constantinopla
de reconciliar-se com os não calcedônios gerou desaprovação por parte do
Papa Félix III
, ultimamente levando
Acácio de Constantinopla
a riscar o nome de Félix de seus
dípticos
. As tentativas de reconciliação só seriam vitoriosas na
Páscoa
de 519. No ano de 553, foi convocado o
Segundo Concílio de Constantinopla
, que aprofundou as decisões do concílio ecumênico anterior. Tentativas posteriores de reconciliação com os não calcedônios levariam ao
monotelismo
e ao
monoenergismo
, condenados no
Terceiro Concílio de Constantinopla
em 681. Em 787, dado o surto
iconoclasta
em
Constantinopla
,
Irene de Atenas
convocou o
Segundo Concílio de Niceia
, para ratificar a ortodoxia da veneração de imagens, especialmente pelo trabalho de São
João de Damasco
. Este episódio é frequentemente referido como "Triunfo da Ortodoxia".
[
61
]
Além do anteriormente citado, a situação de afastamento ensejou uma escalada de divergências doutrinárias entre Oriente e Ocidente (em particular, a inclusão no sexto século, pela
Igreja Latina
, da
cláusula Filioque
(significa "e do filho" e indicava que o
Espírito Santo
procedia tanto do
pai
como do
Filho
), no
Credo niceno-constantinopolitano
, considerada
herética
pelos ortodoxos) e a adoção gradativa de rituais diferentes entre si. Ao mesmo tempo, acentuou-se a pretensão, por parte de Roma, de exercer uma autoridade incontestada sobre todo o mundo cristão, enquanto que Constantinopla aceitava somente que Roma tivesse uma posição de honra. O atrito entre Cristandade latina e grega se intensificou com a cristianização do
Império Búlgaro
, quando missionários da
Frância Oriental
, da Alemanha e do
Império Bizantino
chocaram-se na região, deflagrando disputas, por exemplo, quanto à linguagem dos ofícios e ao uso do
Filioque
, que mesmo ainda não utilizado em totalidade pela
Igreja Latina
, já fora introduzido pelos francos e alemães.
[
52
]
[
62
]
Tais disputas chegariam a seu ápice no
Cisma de Fócio
, quando, após o Imperador
Miguel III, o Ébrio
depor o Patriarca
Inácio I de Constantinopla
em benefício de São
Fócio
em 858, o
Papa Nicolau I
condenou a Sé de Constantinopla em 863, que fatalmente excomungou o Papa em 867. Durante o Cisma, em 865, o
príncipe
Bóris I da Bulgária
, temendo um invasão bizantina, aceitou o batismo das mãos não do clero alemão, mas do bizantino.
[
52
]
O cisma apenas seria resolvido em 867, com a morte de Miguel III, mas, em 879,
Basílio I, o Macedônio
convocou o
Quarto Concílio de Constantinopla
, reabilitando São Fócio, que condenava em seus escritos o Filioque como
blasfemo
, além de dar autocefalia à
Igreja da Bulgária
.
[
63
]
[
64
]
Alguns autores ortodoxos chegam a considerar este o Oitavo Concílio Ecumênico.
A
Hagia Sophia
, a maior igreja do mundo e basílica patriarcal de
Constantinopla
por quase mil anos, mais tarde convertida em
mesquita
, depois em museu e depois de volta a uma mesquita
O mesmo Patriarca Fócio foi conhecido por ter tomado esforços massivos para a cristianização dos eslavos enviando os jovens missionários
Cirilo
e
Metódio
para a
Grande Morávia
no ano de 862, a pedido de seu próprio soberano, o Duque
Rastislau
. Para isto, os irmãos codificaram a
língua eslava eclesiástica
com base no dialeto que aprenderam dos eslavos de
Salônica
, compondo para tal o
alfabeto glagolítico
(baseado em seu conhecimento anterior de múltiplos sistemas de escrita) e traduziram a
Bíblia
e livros litúrgicos do
rito bizantino
para o idioma. Após a morte de Cirilo, Metódio e Rastislau, no entanto (os três hoje venerados como santos tanto na Igreja Ortodoxa quanto na
Igreja Católica Romana
),
Zuentibaldo I
, provavelmente por pressão do clero
franco
, perseguiu seus discípulos (chamados cirilo-metodistas), que foram presos, escravizados ou exilados para a
Bulgária
, onde seguiram sua missão evangélica sob a liderança de Santos
Clemente de Ocrida
e
Naum de Preslava
, em que compensaram a expulsão do clero grego fornecendo ofícios em eslavônico.
[
65
]
[
66
]
[
52
]
Os cirilo-metodistas ainda se expandiriam rapidamente para a
Sérvia
(que já era considerada um país cristão por volta de 870, com a conversão de
Mutímero
e outros nobres)
[
67
]
e à
Rússia de Quieve
.
Esta parte do clero franco que expulsara os missionários cirilo-metodistas de língua eslavônica da Morávia aderia à chamada
heresia trilíngue
, ou
heresia pilaciana
, que dizia só ser possível adorar a Deus em
hebraico
,
grego
ou latim.
[
66
]
[
68
]
Todas as supracitadas tensões acumuladas fatalmente levaram à ruptura entre as igrejas, em 1054, com a excomunhão mútua entre autoridades da Igreja Católica Ocidental e da Igreja Ortodoxa (
Grécia
,
Rússia
e outras terras eslavas, além de
Anatólia
,
Cáucaso
,
Síria
,
Egito
, etc., incluindo áreas onde muitos dos cristãos já pertenciam a
Igrejas Ortodoxas Orientais
). A essa divisão a historiografia ocidental chama
Cisma do Oriente
ou
Cisma do Oriente e do Ocidente
, ou simplesmente
Grande Cisma
.
Ortodoxia grega nos séculos posteriores ao Cisma
[
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]
Cruzados latinos
saqueando a cidade de Constantinopla
, capital do
Império Bizantino
controlado pela Igreja Ortodoxa, em 1204
A relação entre a Igreja Ocidental e a Oriental fica ainda pior no decorrer da
Quarta Cruzada
, que sela a divisão entre as igrejas. O
saque à Basílica de Santa Sofia
e o estabelecimento do
Império Latino
são até hoje motivos de tensão, ainda que o primeiro tenha sido repudiado pelo
Papa Inocêncio II
à época, só sendo todavia emitidas desculpas oficiais por
João Paulo II
em 2004, aceites por
Bartolomeu I de Constantinopla
.
Tentou-se restabelecer a união no
Segundo Concílio de Lyon
(em 1274) e no
Concílio de Florença
(em 1439). Foram feitas pressões para um restabelecimento da comunhão neste segundo, ainda que canonicamente contestáveis e recebidas com oposição por personalidades como São
Marcos de Éfeso
, mas a união acabou se desfazendo com a
Queda de Constantinopla
. Algumas comunidades ortodoxas fatalmente entrariam em comunhão em períodos diferentes, juntas formando parte das
Igrejas Católicas Orientais
.
Entre 1341 e 1351, foram congregados uma série de concílios, coletivamente conhecidos como
Quinto Concílio de Constantinopla
, afirmando a ortodoxia da teologia
hesicasta
de São
Gregório Palamas
, condenando o racionalismo do filósofo
Barlaão da Calábria
. Alguns ortodoxos chamam a este, o Nono Concílio Ecumênico.
[
69
]
Em 1453, Constantinopla cai para o
Império Otomano
, que fatalmente toma quase todos os
Bálcãs
. O
Egito
era tomado pelo islamismo desde o
século VIII
, mas a Ortodoxia ainda era forte na
Rússia
, que passaria a ser referida como
Terceira Roma
.
[
70
]
O Patriarca de Constantinopla tinha autoridade administrativa sobre os
rumes
do Império Otomano, que permitia certa liberdade de culto no Império. No
Império Russo
, a
Igreja Ortodoxa Russa
era uma instituição desconectada do Estado até 1666, com a deposição do Patriarca Nikon (conhecido pelas reformas que levaram ao cisma dos
velhos crentes
), influenciada por
Aleixo I
.
Sob o jugo otomano, os cristãos ortodoxos, organizados sob o
millet
romano, experienciaram um congelamento da antes florescente atividade missionária, além de eventuais
mártires
e uma hierarquia crescentemente corrompida em decorrência das pesadas taxações impostas pelos otomanos.
[
52
]
O
berat
, a aprovação do
sultão
para o ocupante do posto de
Patriarca Ecumênico
, por exemplo, era frequentemente vendido àquele que oferecesse mais dinheiro, e muitos patriarcas foram depostos e restituídos por questões financeiras: dos 159 patriarcas que ocuparam o trono durante o período otomano, apenas 21 tiveram mortes naturais enquanto exerciam o pontificado, enquanto 105 foram retirados pelos turcos, 27 abdicaram (frequentemente por
coação
externa) e 6 sofreram mortes violentas.
[
71
]
Por outro lado, o poder do Patriarca de Constantinopla teve sua máxima extensão histórica com a subjugação de outros povos ortodoxos sob domínio turco, com o restante da Tetrarquia, ainda que canonicamente autocéfala, tendo extrema influência turca, e as Igrejas da
Bulgária
e
Sérvia
gradualmente passando para domínio direto de Constantinopla. Adicionalmente, a estrutura de
imperium in imperio
dos
milletler
permitiu que as identidades locais ortodoxas fossem preservadas através dos séculos, de forma que a partir do início do
século XIX
algumas culturas fossem restauradas como
estados-nações
independentes.
[
52
]
Idade Contemporânea
[
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|
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]
Demolição da
Catedral de Cristo Salvador
em
Moscou
em 1931
A Catedral de Cristo Salvador reconstruída, atualmente a segunda igreja ortodoxa mais alta
No
século XVIII
, a Igreja Ortodoxa volta a estar presente no
Hemisfério Ocidental
, com a chegada de missionários russos ao
Alasca
em 1867, então parte do
Império Russo
. Mesmo no atual estado norte-americano de Alasca, 12,5% da população se declara ortodoxa.
[
72
]
Em 1721,
Pedro I
abole o Patriarcado e transforma a Igreja em uma instituição estatal, o que só é interrompido com a
Revolução de Outubro
. O ressurgimento da posição, no entanto, não duraria muito, com o Patriarcado sendo extinto pelo
governo comunista
após a morte do Patriarca
Tikhon
. Em 1943, no entanto, o Patriarcado foi reinstituído por
Joseph Stalin
. Ainda haveria perseguições sob
Khrushchev
, que chegou a fechar 12 mil igrejas. Menos de 7 mil permaneciam ativas à altura de 1982.
[
73
]
Hoje, de acordo com dados de 2016, a Igreja Ortodoxa Russa dispõe de cerca de 35 mil
paróquias
pelo mundo.
[
74
]
Com o
ateísmo de Estado
dos regimes
comunistas
que se implantaram em nações com presença ortodoxa como na
Europa Oriental
, regiões asiáticas da
União Soviética
e
China
, a Igreja Ortodoxa sofreu fortemente com perseguição e censura, o caso mais drástico provavelmente sendo o da
Albânia
de
Enver Hoxha
, declarada oficialmente ateísta e tendo sua
igreja nacional
fechada entre 1967 e 1992.
[
75
]
Em outros países, no entanto, como na
Romênia
, a Igreja teve relativa liberdade, apesar do forte controle por parte da
polícia
e de experiências como as tentativas de
lavagem cerebral
de crentes na prisão de
Piteşti
, o que por fim seria rigorosamente punido pelo Estado.
Com a queda das ditaduras comunistas da
Europa Oriental
, começando pela
Albânia
em 1976 e depois por uma queda abrupta de todas as restantes entre 1989 e 1992, as jurisdições da Igreja Ortodoxa oprimidas por estes regimes começaram a tomar mais liberdade. Em 2007, a
Igreja Ortodoxa Russa no Exterior
, que se separara do
Patriarcado de Moscou
após o Patriarca
Sérgio de Moscou
, na
prisão
, jurar aliança ao Estado comunista, restaurou a comunhão.
[
76
]
Em 2016, em
Creta
, foi congregado um Concílio Pan-Ortodoxo, como planejado desde os
anos 60
.
Organização
[
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|
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]
Ver artigo principal:
Organização da Igreja Ortodoxa
Emblema na sede do
Patriarcado Ecumênico de Constantinopla
, em
Istambul
A Igreja Ortodoxa é uma comunhão de igrejas
autocéfalas
(ou autodirigidas), com o
Patriarca Ecumênico de Constantinopla
reconhecido como tendo o status de
primus inter pares
. O patriarca de Constantinopla tem a honra de primazia, mas seu título é apenas o "primeiro entre iguais" e não tem autoridade real sobre outras igrejas além da Constantinopolitana e estabelece prerrogativas interpretadas pelo patriarca ecumênico,
[
77
]
[
78
]
[
79
]
[
80
]
embora às vezes o ofício do patriarca ecumênico tenha sido acusado de
papismo
Constantinopolitano
ou
Oriental
.
[
81
]
[
82
]
[
83
]
A Igreja Ortodoxa considera
Jesus Cristo
o cabeça e a igreja o seu corpo. Acredita-se que a autoridade e a graça de Deus são transmitidas diretamente aos
bispos
ortodoxos e ao
clero
por meio da
imposição de mãos
— uma prática iniciada pelos apóstolos, e que esse vínculo histórico e físico ininterrupto é um elemento essencial da verdadeira igreja (Atos 8:17, 1 Tim 4:14, Hebreus 6:2). Os ortodoxos afirmam que a sucessão apostólica requer fé apostólica, e os bispos sem fé apostólica, que estão em heresia, perdem seu direito à sucessão apostólica.
[
84
]
As igrejas ortodoxas se diferenciam de outras igrejas cristãs pela prática de "ritual e liturgia… rica em mistério e simbolismo", semelhante a seus pontos de vista sobre os
sacramentos
.
[
85
]
A comunhão ortodoxa é organizada em várias igrejas regionais, que são corpos de igrejas autocéfalas ou autônomasunificadas em
teologia
e adoração. Estas incluem as quatorze igrejas autocéfalas de
Constantinopla
,
Alexandria
,
Antioquia
,
Jerusalém
,
Geórgia
,
Chipre
,
Bulgária
,
Sérvia
,
Rússia
,
Grécia
,
Polônia
,
Romênia
,
Albânia
e
República Tcheca e Eslováquia
, que foram oficialmente convidadas para o Conselho Pan-Ortodoxo de 2016;
[
86
]
a
Igreja Ortodoxa na América
formada em 1970; a
Igreja Ortodoxa da Ucrânia
criada em 2019; e a
Igreja Ortodoxa Macedônia
– Arcebispado de Ohrid, concedida autocefalia pela
Igreja Ortodoxa Sérvia
em 2022;
[
87
]
bem como várias igrejas autônomas.
[
77
]
Cada igreja tem um bispo governante e um santo sínodo para administrar sua jurisdição e liderar a Igreja Ortodoxa na preservação e ensino das tradições apostólicas e patrísticas e práticas da igreja. Cada bispo tem um território sobre o qual governa.
[
78
]
Jurisdições
[
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|
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]
Ver artigo principal:
Lista dos atuais patriarcas da Igreja Ortodoxa
Territórios canônicos de jurisdições ortodoxas autocefálicas e autônomas (2022).
Mosteiro de Danilov
, sede da
Igreja Ortodoxa Russa
Igreja Catedral Sagrada da Anunciação da
Teótoco
, em
Alexandria
, no
Egito
Catedral Patriarcal de
Bucareste
, Sé do
Patriarca Romeno
Catedral Metropolitana de Atenas
, sede da
Igreja da Grécia
Mosteiro de São Miguel das Cúpulas Douradas
, sede da
Igreja Ortodoxa da Ucrânia
Catedral de Alexandre Nevsky
, sede da
Igreja Ortodoxa Búlgara
Abaixo, a lista das jurisdições que formam a Igreja Ortodoxa, com algumas das respectivas Igrejas autônomas e exarcados. Os quatro primeiros são os
antigos patriarcados
, que carregam a tradição da
pentarquia
. Os cinco seguintes são os
novos patriarcados
, posteriormente reconhecidos pelo Patriarca de Constantinopla. As seis últimas igrejas são autocéfalas, mas não têm seus líderes reconhecidos como patriarcas. As que não têm notas referentes a seu reconhecimento estão em plena comunhão.
[
88
]
[
89
]
[
90
]
[
91
]
[
92
]
Patriarcado de Constantinopla
Igreja Ortodoxa Finlandesa
Igreja Ortodoxa Apostólica Estoniana
, autonomia reconhecida por Constantinopla, mas não por Moscou
Patriarcado de Alexandria
Patriarcado de Antioquia
Patriarcado de Jerusalém
Igreja Ortodoxa do Sinai
Patriarcado da Bulgária
, autocefalia reconhecida em 927
Patriarcado da Geórgia
, autocefalia reconhecida em 1008
Patriarcado da Sérvia
, autocefalia reconhecida em 1119
Arquidiocese de Ocrida
Patriarcado de Moscou
, autocefalia reconhecida em 1589
Igreja Ortodoxa Ucraniana
, autonomia reconhecida por Moscou, mas não por Constantinopla
Igreja Ortodoxa Japonesa
, autonomia reconhecida por Moscou, mas não por Constantinopla
Igreja Ortodoxa Chinesa
, autonomia reconhecida por Moscou, mas não por Constantinopla; situação excepcional
[
93
]
Patriarcado da Romênia
, autocefalia reconhecida em 1925
Igreja Ortodoxa Polonesa
Igreja de Chipre
Igreja da Grécia
Igreja Ortodoxa Albanesa
Igreja Ortodoxa Tcheca e Eslovaca
Igreja Ortodoxa Macedônia
, autocefalia reconhecida em 2022
[
94
]
Igreja Ortodoxa na América
, reconhecida como autocéfala pela
Russa
, a
Búlgara
, a
Georgiana
, a
Polonesa
e a
Tcheca e Eslovaca
Igreja Ortodoxa da Ucrânia
, reconhecida como autocéfala por
Constantinopla
,
Alexandria
,
Igreja da Grécia
e
Igreja do Chipre
.
[
95
]
[
96
]
[
97
]
[
98
]
[
99
]
[
100
]
Entre as Igrejas semiautônomas temos a
Igreja Ortodoxa Cretense
,
Igreja Ortodoxa Estoniana
,
Igreja Ortodoxa da Letônia
e a
Igreja Ortodoxa Russa no Exterior
. Entre as Igrejas não reconhecidas, seja por cisma ou por não reconhecimento de seu autogoverno por nenhuma instituição senão elas mesmas, temos:
A
Metrópole da Bessarábia
, proclamada autônoma dentro da
Romena
, mas objeto de oposição por parte da
Russa
.
Igrejas extintas
[
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]
Anteriormente, existiram na Ucrânia duas denominações não reconhecidas pela comunidade ortodoxa internacional. São elas a
Patriarcado de Kiev
e a
Igreja Ortodoxa Autocéfala Ucraniana
. Em 15 de dezembro de 2018, as duas igrejas, juntamente com parte da
Igreja Ortodoxa Ucraniana (Patriarcado de Moscou)
— à época a única igreja canônica no país — , realizaram o
Concílio de Unificação
, e se fundiram para formar a atual
Igreja Ortodoxa da Ucrânia
.
[
101
]
Cismas entre as Igrejas
[
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|
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]
Em outubro de 2018, o Patriarcado de Constantinopla anulou a excomunhão do
clero
da
Patriarcado de Kiev
e a
Igreja Ortodoxa Autocéfala Ucraniana
, com o objetivo de reconhecer a autocefalia da recém-formada
Igreja Ortodoxa da Ucrânia
. Por essa razão, a Igreja Ortodoxa Russa, da qual anteriormente fazia parte a
Igreja Ortodoxa Ucraniana
canônica
, rompeu a comunhão com Constantinopla.
[
102
]
Posteriormente o
Patriarcado de Alexandria
, a
Igreja do Chipre
e a
Igreja da Grécia
também reconheceram a Igreja Ortodoxa da Ucrânia, razão pela qual a Igreja Ortodoxa Russa rompeu relações com essas Igrejas também.
[
95
]
[
96
]
[
97
]
[
98
]
[
99
]
[
100
]
Outra ruptura parcial de comunhão ocorre entre Antioquia e Jerusalém desde abril de 2014, em virtude da discordância sobre qual das duas teria jurisdição sobre o
Catar
.
[
103
]
Filiação
[
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|
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]
Percentage distribution of Eastern Orthodox Christians by country
As estimativas mais confiáveis atualmente disponíveis indicam um número de adeptos ortodoxos orientais em cerca de 220 milhões em todo o mundo,
[
11
]
tornando a Igreja Ortodoxa a segunda maior
comunhão
cristã do mundo depois da
Igreja Católica
.
[
104
]
De acordo com o Anuário de Demografia Religiosa Internacional de 2015, a população cristã ortodoxa era de 4% da população global em 2010, caindo de 7,1% em 1910. O estudo também encontrou uma diminuição em termos proporcionais, com os cristãos ortodoxos orientais representando 12,2 % da população cristã total do mundo em 2015, em comparação com 20,4% um século antes.
[
105
]
Um relatório de 2017 do
Pew Research Center
alcançou números semelhantes, observando que a Igreja Ortodoxa teve um crescimento mais lento e menos propagação geográfica do que o
catolicismo
e o
protestantismo
, que foram impulsionados pelo colonialismo e pela atividade
missionária
em todo o mundo.
[
106
]
Catedral de São Basílio
, em
Moscou
. A
Igreja Ortodoxa Russa
abriga cerca de metade dos cristãos ortodoxos do mundo
[
107
]
[
108
]
Mais de dois terços de todos os membros ortodoxos orientais estão concentrados no
sul da Europa
,
Europa Oriental
e
Rússia
,
[
109
]
com minorias significativas na
Ásia Central
e no
Levante
. No entanto, a Igreja Ortodoxa tornou-se mais globalizada no último século, vendo um maior crescimento na
Europa Ocidental
, nas
Américas
e em partes da
África
; as igrejas estão presentes nas principais cidades da maioria dos países.
[
110
]
Os adeptos constituem a maior comunidade religiosa única na
Rússia
[
107
]
— que é o lar de cerca de metade dos cristãos ortodoxos do mundo — e são a maioria na
Ucrânia
,
[
108
]
[
111
]
Romênia
,
[
108
]
Bielorrússia
,
[
112
]
Grécia
,
[
108
]
Sérvia
,
[
108
]
Bulgária
,
[
108
]
Moldávia
,
[
108
]
Geórgia
,
[
108
]
Macedônia do Norte
,
[
108
]
Chipre
[
108
]
e
Montenegro
;
[
108
]
comunidades ortodoxas também dominam o territórios disputados da
Abecásia
,
Ossétia do Sul
e
Transnístria
. Minorias ortodoxas orientais significativas existem na
Bósnia e Herzegovina
,
[
108
]
Letônia
,
[
113
]
Estônia
,
[
114
]
Cazaquistão
,
[
115
]
Quirguistão
,
[
116
]
Líbano
,
[
117
]
Albânia
,
Síria
[
108
]
e muitos outros países.
O cristianismo ortodoxo é a religião que mais cresce em certos
países ocidentais
, principalmente através da migração de mão-de-obra da
Europa Oriental
e, em menor grau, da conversão.
[
118
]
A
Irlanda
dobrou sua população cristã ortodoxa entre 2006 e 2011.
[
118
]
[
119
]
[
120
]
A
Espanha
e a
Alemanha
têm as maiores comunidades da Europa Ocidental, com cerca de 1,5 milhão cada, seguidas pela
Itália
com cerca de 900 mil e a
França
com entre 500 mil e 700 mil. Nas Américas, quatro países têm mais de 100 mil cristãos ortodoxos orientais:
Canadá
,
México
,
Brasil
e
Estados Unidos
; todos, exceto o último, tinham menos de 20 mil na virada do século XX.
[
121
]
Os EUA viram sua comunidade mais do que quadruplicar desde 1910, de 460 mil para 1,8 milhão em 2017,
[
121
]
consequentemente, o número de paróquias ortodoxas orientais tem crescido, com um aumento de 16% entre 2000 e 2010.
[
122
]
A
Turquia
, que durante séculos teve uma das maiores comunidades ortodoxas, viu sua população cristã total cair de aproximadamente um quinto em 1914 para 2,5% em 1927.
[
123
]
Isso se deveu principalmente à
dissolução do Império Otomano
, que viu a maioria dos territórios cristãos se tornarem nações independentes. A população cristã restante foi reduzida ainda mais por
genocídios
em larga escala contra as comunidades
armênia
,
grega
e
assíria
; subsequentes
intercâmbios populacionais entre a Grécia e a Turquia
[
124
]
e a Bulgária e a Turquia; e emigração associada de cristãos para países estrangeiros (principalmente na Europa e nas Américas).
[
125
]
Hoje, apenas 0,2% da população da Turquia representa judeus ou várias denominações cristãs (320 mil).
[
126
]
[
108
]
Liturgia
[
editar
|
editar código
]
Ver artigos principais:
Rito bizantino
,
Ortodoxia Ocidental
, e
Ano litúrgico ortodoxo
Culto
[
editar
|
editar código
]
Cantores cantando no
kliros
na
Igreja de São Jorge
,
Patriarcado de Constantinopla
De forma geral, a Igreja Ortodoxa está fortemente associada ao
rito bizantino
, ainda que este traga variações locais. Até o século XVII, havia consideráveis diferenças entre os ritos eslavos e os bizantinos, mas reformas do Patriarca
Nikon de Moscou
diminuíram tal variedade, aproximando drasticamente o uso pela
Igreja Ortodoxa Russa
daquele encontrado em livros litúrgicos de procedência constantinopolitana, gerando recensão crescentemente introduzida em outras Igrejas eslavas em decorrência da influência russa sobre ortodoxos sob jugo
otomano
.
[
127
]
[
128
]
Esta medida, contudo, não privou a Igreja Ortodoxa de sua diversidade litúrgica original. A
Igreja Ortodoxa Georgiana
, por exemplo, preserva alguns traços de suas práticas anteriores à introdução do rito bizantino no país, como formas particulares de
iconografia
e canto
polifônico
, crescentemente reforçadas por esta Igreja como forma de reafirmação nacional.
[
129
]
[
130
]
A instituição dos
Edinoverie
,
velhos crentes
admitidos na Igreja russa oficial a partir do século XVIII, reintroduziu as práticas pré-nikonianas na Igreja.
[
131
]
Ainda, o fenômeno da
Ortodoxia de rito ocidental
a partir do século XIX reabriu as portas para diversos
ritos romanos
adaptados, estes não praticados por ortodoxos desde o fim do Mosteiro de Amálfion no século XIII, reduto
beneditino
no
Monte Atos
.
[
132
]
Diáspora
[
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|
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]
Brasil
[
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|
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]
Ver artigo principal:
Cristianismo ortodoxo no Brasil
Catedral Metropolitana Ortodoxa
, sede da
Arquidiocese Ortodoxa Antioquina de São Paulo e Todo o Brasil
A Igreja Ortodoxa é presente no
Brasil
tanto por imigrantes e seus descendentes quanto por comunidades inteiras de
brasileiros
convertidos. A primeira Divina Liturgia do país da qual se tem registro foi celebrada em 1897, com a primeira paróquia, a
Igreja da Anunciação à Nossa Senhora,
construída em
São Paulo
em 1904 pela
comunidade sírio-libanesa
e presidida pelo Arquimandrita Silvestros As-Seghir como vicariato patriarcal da
Igreja de Antioquia
. Em 1958, essa comunidade seria elevada ao
status
de arquidiocese, com
Ignatios Ferzli
presidindo-a como o primeiro bispo residente no país.
[
133
]
[
134
]
O território brasileiro hoje conta com igrejas ortodoxas das jurisdições de
Antioquia
(tanto pela
Arquidiocese Ortodoxa Antioquina de São Paulo e Todo o Brasil
, quanto pelo
Vicariato Patriarcal
), de jurisdição
russa
, do
Patriarcado Ecumênico
(tanto pela
Arquidiocese Grega
quanto pela
Eparquia Ucraniana
), da
Polonesa
e da
Sérvia
. Em um primeiro momento erguidas e mantidas apenas por imigrantes, as Igrejas ortodoxas no Brasil contam com um considerável crescimento no número de brasileiros convertidos, contando também com trabalho missionário no país. O
censo demográfico do Brasil de 2010
contou 131571 cristãos ortodoxos no Brasil.
[
135
]
Portugal
[
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]
Apesar de toda a
Europa Ocidental
ser clamada como território canônico próprio pelo
Patriarcado Ecuménico
, existem em Portugal, além da presença da Igreja Grega sob o omofório deste Patriarca, a
Igreja Ortodoxa Búlgara
, a
Russa
e a
Romena
.
[
136
]
O
XV Recenseamento Geral da População de Portugal
contou 56 550 ortodoxos no país dentre a população com 15 anos ou mais, apesar de, como no caso do Brasil, fazer-se necessário atentar para grupos que não são parte da Igreja, como a dita
Igreja Católica Ortodoxa Lusitana
.
[
137
]
Não há bispos residentes em Portugal em comunhão com o restante da Igreja, apesar de já ter havido no passado, antes de os bispos da
Igreja Ortodoxa Polonesa
no país separar-se do Sínodo.
[
138
]
Moçambique
[
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|
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]
Há paróquias ortodoxas em Moçambique, todas no território eclesial da
Igreja Ortodoxa Grega de Alexandria
. Estas paróquias já estiveram, em momentos diferentes, sob a Metrópole de
Joanesburgo
e sob a Diocese do
Zimbábue
, mas existe desde 2006 uma Diocese de
Maputo
, hoje ocupada pelo Bispo
João Tsaftarides
.
[
139
]
A primeira paróquia ortodoxa no sul da
África
foi edificada no país, o Templo Sagrado da Santa Trindade, a partir de 1876. A maior parte dos ortodoxos do país é de origem grega, mas há nativos convertidos. O Censo de 2007 contabilizou apenas as maiores denominações religiosas no país, deixando de lado a população ortodoxa.
[
140
]
Ver também
[
editar
|
editar código
]
Direito Canônico da Igreja Ortodoxa
Ortodoxia
Teologia da Igreja Ortodoxa
Notas
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O
protestantismo
, como um todo, não é uma única igreja, e nem uma única denominação
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