Couto de Magalhães – Wikipédia, a enciclopédia livre https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Vieira_Couto_de_Magalh%C3%A3es Saltar para o conteúdo Menu principal Menu principal mover para a barra lateral ocultar Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Páginas especiais Informar um erro Colaboração Boas-vindas Ajuda Páginas de testes públicas Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Busca Procurar Aparência Doar Criar conta Iniciar sessão Ferramentas pessoais Doar Criar conta Iniciar sessão Conteúdos mover para a barra lateral ocultar Início 1 Biografia 2 Formação 3 Escritor 4 Carreira política 5 Fortuna 6 Sífilis 7 Morte 8 Obras 9 Acervo Pessoal e Público 10 Referências 11 Ligações externas Alternar o índice Couto de Magalhães 9 idiomas العربية مصرى Deutsch English Español فارسی Magyar مازِرونی Русский Editar hiperligações Artigo Discussão português Ler Editar Editar código fonte Ver histórico Ferramentas Ferramentas mover para a barra lateral ocultar Operações Ler Editar Editar código fonte Ver histórico Geral Páginas afluentes Alterações relacionadas Enviar ficheiro Hiperligação permanente Informação da página Citar esta página Obter URL encurtado Transferir o código QR Imprimir/exportar Criar um livro Transferir como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikisource Elemento Wikidata Aparência mover para a barra lateral ocultar Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de José Vieira Couto de Magalhães ) Nota: Para outros significados, veja Couto de Magalhães (desambiguação) . Couto de Magalhães Couto de Magalhães por Almeida Júnior (1888). 53.º Presidente da Província de São Paulo Período 10 de junho de 1889 até 16 de novembro de 1889 Antecessor(a) Antônio Pinheiro de Ulhoa Cintra Sucessor(a) Junta governativa paulista de 1889 Presidente da Província de Mato Grosso Período 2 de fevereiro de 1867 até 13 de abril de 1868 Antecessor(a) Albano de Sousa Osório Sucessor(a) João Batista de Oliveira Presidente da Província do Pará Período julho de 1864 até 8 de maio de 1866 Antecessor(a) João Maria de Morais Sucessor(a) Antônio Lacerda de Chermont Presidente da Província de Goiás Período 8 de janeiro de 1863 até 5 de abril de 1864 Antecessor(a) João Bonifácio Gomes de Siqueira Sucessor(a) João Bonifácio Gomes de Siqueira Dados pessoais Nascimento 1 de novembro de 1837 Diamantina , MG Morte 14 de outubro de 1898 (60 anos) Rio de Janeiro , RJ Nacionalidade Brasileiro Partido Partido Liberal Religião Católico Profissão Militar , escritor José Vieira Couto de Magalhães ( Diamantina , 1 de novembro de 1837 — Rio de Janeiro , 14 de setembro de 1898 ) foi um político , militar , etnólogo , escritor e folclorista brasileiro . Biografia [ editar | editar código ] Nasceu na província de Minas Gerais na fazenda Gavião, na cidade de Diamantina . Seus pais eram Antônio Carlos de Magalhães, capitão e comerciante de pedras preciosas, e Tereza Antônio do Prado Couto Vieira, dona de casa. Ambos os pais de Couto de Magalhães eram de ascendência lusitana, sendo o pai, Antônio Carlos, português de fato. [ 1 ] Durante o Segundo Reinado foi governador das províncias de Goiás , Pará , Mato Grosso e São Paulo . Morreu em 14 de setembro de 1898, aos 61 anos de idade, de sífilis , doença da qual padecia desde os 52 anos anos de idade, quando já era governador de São Paulo . [ 2 ] Couto de Magalhães conhecia bem o interior do Brasil e foi o iniciador da navegação a vapor no Planalto Central . Foi conselheiro do Estado e deputado por Goiás e Mato Grosso . Foi presidente das províncias de Goiás , de 8 de janeiro de 1863 a 5 de abril de 1864, Pará , de 29 de julho de 1864 a 8 de maio de 1866, Mato Grosso , de 2 de fevereiro de 1867 a 13 de abril de 1868, e São Paulo , de 10 de junho a 16 de novembro de 1889, presidência que ocupava quando foi proclamada a república . Preso e enviado ao Rio de Janeiro, foi liberado em reconhecimento da sua enorme cultura e ações em prol do desbravamento dos sertões brasileiros. Foi afiliado a maçonaria durante o cargo. [ 3 ] Falava francês , inglês , alemão , italiano , tupi e numerosos dialetos indígenas. Foi quem iniciou os estudos folclóricos no Brasil, publicando O selvagem (1876) e Ensaios de antropologia (1894), entre outros. Fundou em 1885 o primeiro observatório astronômico do estado de São Paulo, na sua chácara em Ponte Grande, às margens do rio Tietê . É o patrono nas seguintes Academias de Letras: Cadeira 31 na Academia Tocantinense de Letras; Cadeira 19 da Academia Mato-grossense de Letras ; Cadeira 11 da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras . Couto de Magalhães teve três irmãos, sendo ele o terceiro filho do casal Antônio Carlos e Tereza. O primogênito era Antonino, seguido por Antônio Carlos, que chegou a ser coronel de artilharia e lutou na Guerra do Paraguai . O caçula era Leopoldo, formado em medicina. [ 2 ] Couto de Magalhães era neto, pelo lado materno, do mineralogista José Vieira do Couto (1752-1827), de relativa fama em sua época. Tido como homem profundamente culto, construiu uma impressionante biblioteca ao longo da vida, com obras cujos autores iam de importantes nomes da antiguidade até os primeiros cientistas do começo do século 19, incluindo muitas obras sobre medicina, que praticou informalmente, embora nunca tinha se formado médico. [ 1 ] Formado em filosofia pela Universidade de Coimbra e homem de ideias contrários ao império, tendo sido, inclusive, acusado de ter envolvimento com a Inconfidência Mineira . [ 3 ] Ironicamente, o neto que viria se tornar alto funcionário do império e seria próximo ao imperador Dom Pedro II . Formação [ editar | editar código ] Couto de Magalhães. Casa do General Couto de Magalhães, em São Paulo. Por ser de família abastada, Magalhães ingressou em 1847 no Seminário de Mariana , em Minas Gerais, centro de formação intelectual de boa parte da elite mineira. Também estudou matemática na Escola Militar do Rio de Janeiro e artilharia de campanha em Londres , na Inglaterra . Cursou direito no largo de São Francisco , em São Paulo, onde se formou em 1859 e defendeu tese em 1860. [ 1 ] No primeiro ano de curso organizou um pequeno curso de filosofia, uma de suas matérias preferidas, e teve entre seus alunos Prudente de Morais , que viria a se tornar, anos depois, o primeiro presidente civil do Brasil . O curso oferecido por Magalhães era pago, e o dinheiro era destinado a alunos em dificuldades financeiras que também cursavam direito no São Francisco. Magalhães também era um poliglota. Falante do tupi, que aprendeu durante suas incursões pelo interior do Brasil e sobre as quais escreveu exaustivamente, também era fluente, além do português, em inglês, francês, italiano e alemão. Tinha conhecimento sobre botânica , linguística e etnologia . Também estudou física , mecânica , medicina e astronomia ao longo vida, chegando a ter instalado um observatório em uma de suas casas, em São Paulo. [ 2 ] Escritor [ editar | editar código ] O Dr. José Vieira Couto de Magalhães. Manual do monarquista, um dos livros de Couto de Magalhães, editado em 1913. Seu trabalho como escritor começou cedo, com sua primeira publicação, "Os Guaianás". O livro, um romance histórico sobre a Revolta de Filipe dos Santos ocorrida em 1720, foi publicado em 1860, quando Couto de Magalhães tinha 23 anos de idade. [ 4 ] A obra "Os Selvagens", publicada em 1876 é fruto das expedições de Couto de Magalhães pelo interior do Brasil e seus frequentes contatos com os índios, a quem se refere, como era comum na época, como "selvagens". A obra é dividida em duas partes; na primeira, chamada “Curso de língua Tupí viva ou Nheengatú", o autor declara o objetivo de tornar possível a comunicação entre qualquer indivíduo letrado, isto é, alfabetizado, com índios, e que o letrado consiga ensinar português ao "selvagem". [ 5 ] Na segunda parte, intitulada “Origens, costumes e Região Selvagem”, Couto de Magalhães faz uma tentativa de sistematização de seus conhecimentos advindos do contato com os sertões brasileiros. A maior parte do material etnográfico coletado por Couto de Magalhães para a escrita de "Os Selvagens" veio da Província do Grão-Pará , da qual Magalhães havia sido governador. Além do material etnográfico, o livro conta também com relatos folclóricos, aparecendo então como um dos primeiros documentos a registrarem a tradição popular folclórica do interior do Brasil. [ 6 ] O livro foi encomendado a Couto de Magalhães pelo próprio imperador D. Pedro II, o que ajuda a mostrar o alinhamento do político com o império. O objetivo era apresentar a obra para o público americano em uma exposição na Filadélfia , em comemoração dos 100 anos da independência dos Estados Unidos . A ideia era mostrar as potencialidades do país e no contexto de uma nação recém-emancipada, que se preocupava em se apresentar para o mundo como um lugar com potencial e propício à prosperidade. O livro passa a fazer, então parte da tentativa de construção de uma identidade nacional, o que reforça a importância histórica da inclusão do folclore brasileiro na obra. [ 6 ] O autor se debruça em especial sobre os povos Tupi e deles extrai a cultura, as crenças fundamentais, a língua, as regras familiares. A ideologia que atravessa obra está mergulhada na crença do ideal civilizatório cristão e português, sendo a própria língua portuguesa, inclusive, um elemento civilizador. É a partir dessa crença de Couto de Magalhães de dirige aos índios e se dedica a aprender e a registrar sua cultura. [ 6 ] [ 7 ] Outra obra de destaque de Couto de Magalhães é "Viagem ao Araguaia", no qual narra muitos detalhes da região do rio Araguaia , bem como a natureza, os índios e suas relações. [ 7 ] Magalhães era um entusiasta da navegação a vapor no Araguaia e, de fato, ali fundou uma empresa de navegação em 1868. Neste livro há um amplo registro vocabular dos indígenas e até termos ligados à astronomia e à matemática. [ 8 ] Outra obra importante de Couto de Magalhães é o seu "Diário íntimo". Anotações e registros diversos feitos em 1880 e 1887 que ajudam a entender a personalidade e a mente de uma figura tão central na história brasileira do século 19. Nos diários, Couto de Magalhães fala sobre sua rotina alimentar e dificuldades de saúde, também sobre a preocupação do político com o funcionamento de seus órgãos sexuais e até mesmo sobre sonhos homossexuais do autor codificados em linguagem indígena. [ 4 ] Carreira política [ editar | editar código ] Couto de Magalhães. Couto de Magalhães era tido como protegido de Afonso Celso de Assis Figueiredo (1836-1912), o Visconde de Ouro Preto , de quem era muito amigo. [ 5 ] Afonso Celso foi sustentador de suas indicações a cargos políticos que eram geralmente ocupados por membros da elite imperial que alcançavam destaque. A ascensão política de Magalhães foi rápida: em 1860 e 1861 foi secretário de governo de Minas Gerais , que tinha como governador na época Vicente Pires da Mata. De atuação destacada, Couto de Magalhães tornou-se governador da província de Goiás em 1861. Em 1864 passou a ser governador da província do Pará e em 1866 tornou-se governador da província do Mato Grosso . Ali, fez-se líder militar e guiou tropas durante a Guerra do Paraguai . Considerado herói nacional, tornou-se general depois da guerra [ 6 ] e posteriormente foi levado ao cargo de governador da província de São Paulo . [ 2 ] Fortuna [ editar | editar código ] Homem de Estado, estudioso e conhecedor do interior do Brasil, Couto de Magalhães soube fazer fortuna com diversos empreendimentos, não ficando seus rendimentos restritos aos cargos públicos que ocupou. [ 9 ] Exportava couro para a Inglaterra , tinha parte de uma fábrica de papel, investimentos em imóveis, etc. Também criou uma empresa de navegação que operava no rio Araguaia. [ 5 ] [ 2 ] Ainda durante seu governo em Mato Grosso foi acusado de "dilapidar os cofres públicos em proveito de certa dama a quem oferecera régio presente", porém, não se defendeu dessa acusação. [ 10 ] Sífilis [ editar | editar código ] Aos 52 anos, Couto de Magalhães foi diagnosticado por dois médicos como tendo sífilis. [ 2 ] A doença era fortemente atrelada à moral e era associada com a prostituição. O político chegou a viajar a Paris por duas vezes para se tratar, sempre na companhia do irmão mais novo, Leopoldo. Entre o fim de 1891 e o começo de 1892 passou a apresentar sintomas associados ao estágio terciários da sífilis, conforme consta em relatos de seu "Diário Íntimo". Morte [ editar | editar código ] Couto de Magalhães morreu aos 61 anos no Hotel da Vista Alegre, no Rio de Janeiro , em 14 de setembro de 1898. [ 2 ] [ 11 ] Obras [ editar | editar código ] Viagem ao rio Araguaia (1863) [ 12 ] O selvagem (1876) [ 12 ] Ensaios de antropologia (1894) [ 12 ] Acervo Pessoal e Público [ editar | editar código ] Existe um pequeno acervo pessoal de Couto de Magalhães, composto por 19 documentos, entre cartas e dois diários íntimos (em microfilme), preservado pelo Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP) e disponível à consulta. [ 13 ] Além disso, no mesmo APESP, está preservado o acervo documental da Secretaria de Governo da Província de São Paulo , do qual Couto de Magalhães foi Presidente, embora por pouco tempo, às vésperas da Proclamação da República (1889). [ 14 ] Página do diário íntimo de José Vieira Couto de Magalhães, preenchido em 1881, 1884 e 1886 Carta de cancelamento de compromisso, de João Mendes de Almeida a Couto de Magalhães Referências [ editar | editar código ] ↑ a b c Meira, Silvio (1987). «Couto de Magalhães e a integração nacional. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Rio de Janeiro,jan./mar. 1987» . Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro . Consultado em 30 de novembro de 2018 ↑ a b c d e f g Saenz Surita de Pires Almeida, Maria Jose (2016). «Dos prazeres venéreos à diabólica moléstia:o general José Vieira Couto de Magalhães diante da sífilis no final do século XIX» . Catálogo USP . Consultado em 30 de novembro de 2018 ↑ a b Seditious Books and Libertinism in the Captaincy of Minas Gerais (18th century Brazil): the Library of Naturalist José Vieira Couto Júnia Ferreira Furtado ↑ a b Henrique, Márcio C. (2008). «Um toque de voyeurismo: o diário íntimo de Couto de Magalhães» (PDF) . 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Consultado em 6 de agosto de 2020 Ligações externas [ editar | editar código ] O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Couto de Magalhães «Sobre Couto de Magalhães.» «Relatório com que o presidente da província de Goiás, o exmo. sr. dr. José Vieira Couto de Magalhães , entregou a administração da mesma ao exmo. sr. dr. João Bonifácio Gomes de Siqueira.» «Obras de Couto de Magalhães na Biblioteca Digital Curt Nimuendaju.» «Os Selvagens.» Verbete de José Vieira Couto de Magalhães no Guia do Acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo Verbete da Secretaria da Província de São Paulo no Guia do Acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo Precedido por João Bonifácio Gomes de Siqueira Presidente da província de Goiás 1863 — 1864 Sucedido por João Bonifácio Gomes de Siqueira Precedido por João Maria de Morais Presidente da província do Pará 1864 — 1866 Sucedido por Antônio Lacerda de Chermont Precedido por Albano de Sousa Osório Presidente da província de Mato Grosso 1867 — 1868 Sucedido por João Batista de Oliveira Precedido por Antônio Pinheiro de Ulhoa Cintra Presidente da província de São Paulo 1889 Sucedido por Junta governativa paulista de 1889 v d e Presidentes da Província de Goiás — Império (1822—1889) Junta governativa goianense de 1822-1824 • Caetano Maria Lopes Gama • Miguel Lino de 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de Burgos Bernardo José da Gama José Joaquim Machado de Oliveira Bernardo Lobo de Sousa Félix Clemente Malcher Francisco Pedro Vinagre Manuel Jorge Rodrigues Eduardo Nogueira Francisco José de Sousa Soares de Andrea Bernardo de Sousa Franco João Antônio de Miranda Tristão Pio dos Santos Bernardo de Sousa Franco Rodrigo de Sousa da Silva Pontes José Tomás Henriques Manuel Paranhos da Silva Veloso João Maria de Morais Manuel Paranhos da Silva Veloso João Maria de Morais Herculano Ferreira Pena João Maria de Morais Herculano Ferreira Pena João Maria de Morais Jerônimo Coelho João Maria de Morais Ângelo Custódio Correia Fausto Augusto de Aguiar José Joaquim da Cunha Sebastião do Rego Barros Ângelo Custódio Correia João Maria de Morais Miguel Antônio Pinto Guimarães Henrique Pedro Carlos de Beaurepaire-Rohan João da Silva Carrão Ambrósio Leitão da Cunha Manuel de Frias e Vasconcelos Antônio Coelho de Sá e Albuquerque Fábio Alexandrino de Carvalho Reis Ângelo Tomás do Amaral Olinto José 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Gomes Jardim João Crispiniano Soares Manuel Alves Ribeiro Antônio Nunes da Cunha Joaquim José de Oliveira João José da Costa Pimentel Augusto Leverger Albano de Sousa Osório Joaquim Raimundo de Lamare Antônio Pedro de Alencastro Herculano Ferreira Pena Augusto Leverger Alexandre Manuel Albino de Carvalho Augusto Leverger Albano de Sousa Osório José Vieira Couto de Magalhães João Batista de Oliveira José Vieira Couto de Magalhães Albano de Sousa Osório José Antônio Murtinho Augusto Leverger Luís da Silva Prado Antônio de Cerqueira Caldas Francisco Antônio Raposo Antônio de Cerqueira Caldas Francisco José Cardoso Júnior José de Miranda da Silva Reis Antônio de Cerqueira Caldas Hermes Ernesto da Fonseca João Batista de Oliveira João José Pedrosa Rufino Eneias Gustavo Galvão José Leite Galvão José Maria de Alencastro José Leite Galvão Manuel de Almeida Gama Lobo d'Eça Floriano Peixoto José Joaquim Ramos Ferreira Joaquim Galdino Pimentel Antônio Augusto Ramiro de Carvalho Álvaro Rodovalho Marcondes dos Reis Antônio Augusto Ramiro de Carvalho José Joaquim Ramos Ferreira Francisco Rafael de Melo Rego Antônio Herculano de Sousa Bandeira Filho Manuel José Murtinho Ernesto Augusto da Cunha Matos v d e Presidentes da Província de São Paulo — Império (1822—1889) Primeiro reinado Junta governativa paulista de 1822 Cândido Xavier de Almeida e Sousa Lucas Antônio Monteiro de Barros - Luís Antônio Neves de Carvalho Tomás Xavier Garcia de Almeida - Manuel Joaquim Gonçalves de Andrade Manuel Joaquim de Ornelas José Carlos Pereira de Almeida Torres - Manuel Joaquim Gonçalves de Andrade Período regencial Aureliano de Sousa e Oliveira Coutinho - Manuel Joaquim Gonçalves de Andrade Manuel Teodoro de Araújo Azambuja Rafael Tobias de Aguiar - Vicente Pires da Mota - Rafael Tobias de Aguiar - Francisco Antônio de Sousa Queirós José Cesário de Miranda Ribeiro - José Manuel de França Bernardo José Pinto Gavião Peixoto Venâncio José Lisboa Manuel Machado Nunes Segundo reinado Rafael Tobias de Aguiar Miguel de Sousa Melo e Alvim - Vicente Pires da Mota José da Costa Carvalho José Carlos Pereira de Almeida Torres Joaquim José Luís de Sousa Manuel Felizardo de Sousa e Melo - Joaquim José de Morais e Abreu Manuel da Fonseca de Lima e Silva - Bernardo José Pinto Gavião Peixoto Joaquim Floriano de Toledo Domiciano Leite Ribeiro Vicente Pires da Mota José Tomás Nabuco de Araújo Filho - Hipólito José Soares de Sousa - José Manuel da Silva Joaquim Otávio Nébias - Carlos Carneiro de Campos Josino do Nascimento Silva José Antônio Saraiva - Antônio Roberto de Almeida Francisco Diogo Pereira de Vasconcelos - Antônio Roberto de Almeida José Joaquim Fernandes Torres Policarpo Lopes de Leão - Manuel Joaquim do Amaral Gurgel Antônio José Henriques - Manuel Joaquim do Amaral Gurgel João Jacinto de Mendonça - Manuel Joaquim do Amaral Gurgel Vicente Pires da Mota - Manuel Joaquim do Amaral Gurgel Francisco Inácio Marcondes Homem de Melo - Joaquim Floriano de Toledo João Crispiniano Soares - 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Carlos de Assunção José Luís de Almeida Couto - Francisco Antônio de Sousa Queirós Filho - Elias Antônio Pacheco e Chaves João Alfredo Correia de Oliveira - Antônio de Queirós Teles - Elias Antônio Pacheco e Chaves Antônio de Queirós Teles Francisco de Paula Rodrigues Alves - Francisco Antônio Dutra Rodrigues Pedro Vicente de Azevedo Antônio Pinheiro de Ulhoa Cintra José Vieira Couto de Magalhães Controle de autoridade : Q6333190 WorldCat VIAF : 210731509 BNE : XX4987644 FAST : 282973 GND : 1056708107 ISNI : ID LCCN : nr91007600 NTA : 075139715 NUKAT : n2011203139 OBP : ID SUDOC : 113426755 BDCN : autor:couto-de-magalhaes Câmara dos Deputados : 1083 NUPILL : 1580 OL : OL6647310A Obtida de " https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Couto_de_Magalhães&oldid=69774164 " Categorias : Nascidos em 1837 Mortos em 1898 Governadores de Goiás (Império) Governadores do Pará (Império) Governadores de Mato Grosso (Império) Governadores de São Paulo (Império) Folcloristas de Minas Gerais Ensaístas do Brasil Membros da Academia Mato-Grossense de Letras Patronos da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras Naturais de Diamantina Advogados de Minas Gerais Generais do Brasil Militares de Minas Gerais Maçons de Minas Gerais Membros do Partido Liberal (1831) Brasileiros de ascendência portuguesa Categoria oculta: !Imagem local idêntica à do Wikidata Esta página foi editada pela última em 21 de março de 2025, às 20h22min. 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