Couto de Magalhães – Wikipédia, a enciclopédia livre
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Vieira_Couto_de_Magalh%C3%A3es

Saltar para o conteúdo
Menu principal
Menu principal
mover para a barra lateral
ocultar
Navegação
Página principal
Conteúdo destacado
Eventos atuais
Esplanada
Página aleatória
Portais
Páginas especiais
Informar um erro
Colaboração
Boas-vindas
Ajuda
Páginas de testes públicas
Portal comunitário
Mudanças recentes
Manutenção
Criar página
Páginas novas
Contato
Busca
Procurar
Aparência
Doar
Criar conta
Iniciar sessão
Ferramentas pessoais
Doar
Criar conta
Iniciar sessão
Conteúdos
mover para a barra lateral
ocultar
Início
1
Biografia
2
Formação
3
Escritor
4
Carreira política
5
Fortuna
6
Sífilis
7
Morte
8
Obras
9
Acervo Pessoal e Público
10
Referências
11
Ligações externas
Alternar o índice
Couto de Magalhães
9 idiomas
العربية
مصرى
Deutsch
English
Español
فارسی
Magyar
مازِرونی
Русский
Editar hiperligações
Artigo
Discussão
português
Ler
Editar
Editar código fonte
Ver histórico
Ferramentas
Ferramentas
mover para a barra lateral
ocultar
Operações
Ler
Editar
Editar código fonte
Ver histórico
Geral
Páginas afluentes
Alterações relacionadas
Enviar ficheiro
Hiperligação permanente
Informação da página
Citar esta página
Obter URL encurtado
Transferir o código QR
Imprimir/exportar
Criar um livro
Transferir como PDF
Versão para impressão
Noutros projetos
Wikimedia Commons
Wikisource
Elemento Wikidata
Aparência
mover para a barra lateral
ocultar
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de
José Vieira Couto de Magalhães
)
 
Nota:
Para outros significados, veja
Couto de Magalhães (desambiguação)
.
Couto de Magalhães
Couto de Magalhães por
Almeida Júnior
(1888).
53.º Presidente
da
Província de São Paulo
Período
10 de junho de 1889 até
16 de novembro de 1889
Antecessor(a)
Antônio Pinheiro de Ulhoa Cintra
Sucessor(a)
Junta governativa paulista de 1889
Presidente
da
Província de Mato Grosso
Período
2 de fevereiro de 1867 até
13 de abril de 1868
Antecessor(a)
Albano de Sousa Osório
Sucessor(a)
João Batista de Oliveira
Presidente
da
Província do Pará
Período
julho de 1864 até
8 de maio de 1866
Antecessor(a)
João Maria de Morais
Sucessor(a)
Antônio Lacerda de Chermont
Presidente
da
Província de Goiás
Período
8 de janeiro de 1863 até
5 de abril de 1864
Antecessor(a)
João Bonifácio Gomes de Siqueira
Sucessor(a)
João Bonifácio Gomes de Siqueira
Dados pessoais
Nascimento
1 de novembro
de
1837
Diamantina
,
MG
Morte
14 de outubro
de
1898
 (60 anos)
Rio de Janeiro
,
RJ
Nacionalidade
 
Brasileiro
Partido
Partido Liberal
Religião
Católico
Profissão
Militar
,
escritor
José Vieira Couto de Magalhães
(
Diamantina
,
1 de novembro
de
1837
—
Rio de Janeiro
,
14 de setembro
de
1898
) foi um
político
,
militar
,
etnólogo
,
escritor
e
folclorista
brasileiro
.
Biografia
[
editar
|
editar código
]
Nasceu na
província de Minas Gerais
na fazenda Gavião, na cidade de
Diamantina
. Seus pais eram Antônio Carlos de Magalhães, capitão e comerciante de pedras preciosas, e Tereza Antônio do Prado Couto Vieira, dona de casa. Ambos os pais de Couto de Magalhães eram de ascendência lusitana, sendo o pai, Antônio Carlos, português de fato.
[
1
]
Durante o
Segundo Reinado
foi governador das províncias de
Goiás
,
Pará
,
Mato Grosso
e
São Paulo
. Morreu em 14 de setembro de 1898, aos 61 anos de idade, de
sífilis
, doença da qual padecia desde os 52 anos anos de idade, quando já era governador de
São Paulo
.
[
2
]
Couto de Magalhães
conhecia bem o interior do Brasil e foi o iniciador da navegação a vapor no
Planalto Central
. Foi conselheiro do Estado e deputado por
Goiás
e
Mato Grosso
. Foi presidente das províncias de
Goiás
, de 8 de janeiro de 1863 a 5 de abril de 1864,
Pará
, de 29 de julho de 1864 a 8 de maio de 1866,
Mato Grosso
, de 2 de fevereiro de 1867 a 13 de abril de 1868, e
São Paulo
, de 10 de junho a 16 de novembro de 1889, presidência que ocupava quando foi proclamada a
república
. Preso e enviado ao Rio de Janeiro, foi liberado em reconhecimento da sua enorme cultura e ações em prol do desbravamento dos sertões brasileiros. Foi afiliado a
maçonaria
durante o cargo.
[
3
]
Falava
francês
,
inglês
,
alemão
,
italiano
,
tupi
e numerosos
dialetos
indígenas. Foi quem iniciou os estudos folclóricos no Brasil, publicando
O selvagem
(1876) e
Ensaios de antropologia
(1894), entre outros.
Fundou em 1885 o primeiro
observatório astronômico
do estado de São Paulo, na sua chácara em Ponte Grande, às margens do
rio Tietê
.
É o patrono nas seguintes Academias de Letras:
Cadeira 31 na Academia Tocantinense de Letras;
Cadeira 19 da
Academia Mato-grossense de Letras
;
Cadeira 11 da
Academia Sul-Mato-Grossense de Letras
.
Couto de Magalhães teve três irmãos, sendo ele o terceiro filho do casal Antônio Carlos e Tereza. O primogênito era Antonino, seguido por Antônio Carlos, que chegou a ser coronel de artilharia e lutou na
Guerra do Paraguai
. O caçula era Leopoldo, formado em medicina.
[
2
]
Couto de Magalhães era neto, pelo lado materno, do mineralogista
José Vieira do Couto
(1752-1827), de relativa fama em sua época. Tido como homem profundamente culto, construiu uma impressionante biblioteca ao longo da vida, com obras cujos autores iam de importantes nomes da antiguidade até os primeiros cientistas do começo do século 19, incluindo muitas obras sobre medicina, que praticou informalmente, embora nunca tinha se formado médico.
[
1
]
Formado em filosofia pela
Universidade de Coimbra
e homem de ideias contrários ao império, tendo sido, inclusive, acusado de ter envolvimento com a
Inconfidência Mineira
.
[
3
]
Ironicamente, o neto que viria se tornar alto funcionário do império e seria próximo ao imperador
Dom Pedro II
.
Formação
[
editar
|
editar código
]
Couto de Magalhães.
Casa do General Couto de Magalhães, em São Paulo.
Por ser de família abastada, Magalhães ingressou em 1847 no
Seminário de Mariana
, em Minas Gerais, centro de formação intelectual de boa parte da elite mineira. Também estudou matemática na
Escola Militar do Rio de Janeiro
e artilharia de campanha em
Londres
, na
Inglaterra
. Cursou direito no
largo de São Francisco
, em São Paulo, onde se formou em 1859 e defendeu tese em 1860.
[
1
]
No primeiro ano de curso organizou um pequeno curso de filosofia, uma de suas matérias preferidas, e teve entre seus alunos
Prudente de Morais
, que viria a se tornar, anos depois, o primeiro presidente civil do
Brasil
. O curso oferecido por Magalhães era pago, e o dinheiro era destinado a alunos em dificuldades financeiras que também cursavam direito no São Francisco.
Magalhães também era um poliglota. Falante do tupi, que aprendeu durante suas incursões pelo interior do Brasil e sobre as quais escreveu exaustivamente, também era fluente, além do português, em inglês, francês, italiano e alemão. Tinha conhecimento sobre
botânica
,
linguística
e
etnologia
. Também estudou
física
,
mecânica
,
medicina
e
astronomia
ao longo vida, chegando a ter instalado um observatório em uma de suas casas, em São Paulo.
[
2
]
Escritor
[
editar
|
editar código
]
O Dr. José Vieira Couto de Magalhães.
Manual do monarquista, um dos livros de Couto de Magalhães, editado em 1913.
Seu trabalho como escritor começou cedo, com sua primeira publicação, "Os Guaianás". O livro, um romance histórico sobre a
Revolta de Filipe dos Santos
ocorrida em 1720, foi publicado em 1860, quando Couto de Magalhães tinha 23 anos de idade.
[
4
]
A obra "Os Selvagens", publicada em 1876 é fruto das expedições de Couto de Magalhães pelo interior do Brasil e seus frequentes contatos com os índios, a quem se refere, como era comum na época, como "selvagens". A obra é dividida em duas partes; na primeira, chamada “Curso de língua Tupí viva ou Nheengatú", o autor declara o objetivo de tornar possível a comunicação entre qualquer indivíduo letrado, isto é, alfabetizado, com índios, e que o letrado consiga ensinar português ao "selvagem".
[
5
]
Na segunda parte, intitulada “Origens, costumes e Região Selvagem”, Couto de Magalhães faz uma tentativa de sistematização de seus conhecimentos advindos do contato com os sertões brasileiros.
A maior parte do material etnográfico coletado por Couto de Magalhães para a escrita de "Os Selvagens" veio da
Província do Grão-Pará
, da qual Magalhães havia sido governador. Além do material etnográfico, o livro conta também com relatos folclóricos, aparecendo então como um dos primeiros documentos a registrarem a tradição popular folclórica do interior do Brasil.
[
6
]
O livro foi encomendado a Couto de Magalhães pelo próprio imperador D. Pedro II, o que ajuda a mostrar o alinhamento do político com o império.
O objetivo era apresentar a obra para o público americano em uma exposição na
Filadélfia
, em comemoração dos 100 anos da
independência dos Estados Unidos
. A ideia era mostrar as potencialidades do país e no contexto de uma nação recém-emancipada, que se preocupava em se apresentar para o mundo como um lugar com potencial e propício à prosperidade. O livro passa a fazer, então parte da tentativa de construção de uma identidade nacional, o que reforça a importância histórica da inclusão do folclore brasileiro na obra.
[
6
]
O autor se debruça em especial sobre os povos
Tupi
e deles extrai a cultura, as crenças fundamentais, a língua, as regras familiares. A ideologia que atravessa obra está mergulhada na crença do ideal civilizatório cristão e português, sendo a própria língua portuguesa, inclusive, um elemento civilizador. É a partir dessa crença de Couto de Magalhães de dirige aos índios e se dedica a aprender e a registrar sua cultura.
[
6
]
[
7
]
Outra obra de destaque de Couto de Magalhães é "Viagem ao Araguaia", no qual narra muitos detalhes da região do
rio Araguaia
, bem como a natureza, os índios e suas relações.
[
7
]
Magalhães era um entusiasta da navegação a vapor no Araguaia e, de fato, ali fundou uma empresa de navegação em 1868. Neste livro há um amplo registro vocabular dos indígenas e até termos ligados à astronomia e à matemática.
[
8
]
Outra obra importante de Couto de Magalhães é o seu "Diário íntimo". Anotações e registros diversos feitos em 1880 e 1887 que ajudam a entender a personalidade e a mente de uma figura tão central na história brasileira do século 19. Nos diários, Couto de Magalhães fala sobre sua rotina alimentar e dificuldades de saúde, também sobre a preocupação do político com o funcionamento de seus órgãos sexuais e até mesmo sobre sonhos homossexuais do autor codificados em linguagem indígena.
[
4
]
Carreira política
[
editar
|
editar código
]
Couto de Magalhães.
Couto de Magalhães era tido como protegido de Afonso Celso de Assis Figueiredo (1836-1912), o
Visconde de Ouro Preto
, de quem era muito amigo.
[
5
]
Afonso Celso foi sustentador de suas indicações a cargos políticos que eram geralmente ocupados por membros da elite imperial que alcançavam destaque. A ascensão política de Magalhães foi rápida: em 1860 e 1861 foi secretário de governo de
Minas Gerais
, que tinha como governador na época Vicente Pires da Mata. De atuação destacada, Couto de Magalhães tornou-se governador da
província de Goiás
em 1861. Em 1864 passou a ser governador da
província do Pará
e em 1866 tornou-se governador da
província do Mato Grosso
. Ali, fez-se líder militar e guiou tropas durante a
Guerra do Paraguai
. Considerado herói nacional, tornou-se general depois da guerra
[
6
]
e posteriormente foi levado ao cargo de governador da
província de São Paulo
.
[
2
]
Fortuna
[
editar
|
editar código
]
Homem de Estado, estudioso e conhecedor do interior do Brasil, Couto de Magalhães soube fazer fortuna com diversos empreendimentos, não ficando seus rendimentos restritos aos cargos públicos que ocupou.
[
9
]
Exportava couro para a
Inglaterra
, tinha parte de uma fábrica de papel, investimentos em imóveis, etc. Também criou uma empresa de navegação que operava no rio Araguaia.
[
5
]
[
2
]
Ainda durante seu governo em Mato Grosso foi acusado de "dilapidar os cofres públicos em proveito de certa dama a quem oferecera régio presente", porém, não se defendeu dessa acusação.
[
10
]
Sífilis
[
editar
|
editar código
]
Aos 52 anos, Couto de Magalhães foi diagnosticado por dois médicos como tendo sífilis.
[
2
]
A doença era fortemente atrelada à moral e era associada com a prostituição. O político chegou a viajar a Paris por duas vezes para se tratar, sempre na companhia do irmão mais novo, Leopoldo. Entre o fim de 1891 e o começo de 1892 passou a apresentar sintomas associados ao estágio terciários da sífilis, conforme consta em relatos de seu "Diário Íntimo".
Morte
[
editar
|
editar código
]
Couto de Magalhães morreu aos 61 anos no Hotel da Vista Alegre, no
Rio de Janeiro
, em 14 de setembro de 1898.
[
2
]
[
11
]
Obras
[
editar
|
editar código
]
Viagem ao rio Araguaia
(1863)
[
12
]
O selvagem
(1876)
[
12
]
Ensaios de antropologia
(1894)
[
12
]
Acervo Pessoal e Público
[
editar
|
editar código
]
Existe um pequeno acervo pessoal de Couto de Magalhães, composto por 19 documentos, entre cartas e dois diários íntimos (em microfilme), preservado pelo
Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP)
e disponível à consulta.
[
13
]
Além disso, no mesmo APESP, está preservado o acervo documental da Secretaria de Governo da
Província de São Paulo
, do qual Couto de Magalhães foi Presidente, embora por pouco tempo, às vésperas da
Proclamação da República
(1889).
[
14
]
Página do diário íntimo de José Vieira Couto de Magalhães, preenchido em 1881, 1884 e 1886
Carta de cancelamento de compromisso, de
João Mendes de Almeida
a Couto de Magalhães
Referências
[
editar
|
editar código
]
↑
a
b
c
Meira, Silvio (1987).
«Couto de Magalhães e a integração nacional. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Rio de Janeiro,jan./mar. 1987»
. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro
. Consultado em 30 de novembro de 2018
 
↑
a
b
c
d
e
f
g
Saenz Surita de Pires Almeida, Maria Jose (2016).
«Dos prazeres venéreos à diabólica moléstia:o general José Vieira Couto de Magalhães diante da sífilis no final do século XIX»
. Catálogo USP
. Consultado em 30 de novembro de 2018
 
↑
a
b
Seditious Books and Libertinism in the Captaincy of Minas Gerais (18th century Brazil): the Library of Naturalist José Vieira Couto
Júnia Ferreira Furtado
↑
a
b
Henrique, Márcio C. (2008).
«Um toque de voyeurismo: o diário íntimo de Couto de  Magalhães»
(PDF)
. Universidade Federal do Pará
. Consultado em 30 de novembro de 2018
 
↑
a
b
c
Turin, Rodrigo (2012).
«O "selvagem" entre dois tempos a escrita etnográfica de Couto de Magalhães»
(PDF)
. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
. Consultado em 30 de novembro de 2018
 
↑
a
b
c
d
Henrique, Márcio C. (2003).
«O general e os tapuios: linguagem, raça e mestiçagem em Couto de Magalhães»
(PDF)
. Universidade Federal do Pará
. Consultado em 30 de novembro de 2018
 
↑
a
b
Vultos da Geografia do Brasil - Coletânea das ilustrações publicadas na Revista Brasileira de Geografia
. Rio de Janeiro:
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
. 1942. p. 29-30. 47 páginas
 
↑
Figueirôa; Lima, Silvia Fernanda; Flavia (2010).
«Etnoastronomia no Brasil: a contribuição de Charles Frederick Hartt e José Vieira Couto de Magalhães»
. Universidade Estadual de Campinas
. Consultado em 30 de novembro de 2018
 
↑
Maia, João Marcelo (2007).
«Governadores de ruínas: os relatos de viagem de Couto de Magalhães e Leite Moraes»
. CPDOC/FGV
. Consultado em 30 de novembro de 2018
 
↑
«O Dia, título artigo sobre Couto Magalhães, Jornal O Debate, Cuiabá, 02 de fevereiro de 1913»
 
↑
Machado, Maria Helena P. T. (2000).
«Um mitógrafo no Império: a construção dos mitos na história nacionalista do século XIX»
. Fundação Getúlio Vargas
. Consultado em 30 de novembro de 2018
 
↑
a
b
c
Ferreira, Lúcio (2006).
«Ciência nômade: o IHGB e as viagens científicas no Brasil imperial»
. Unicamp
. Consultado em 30 de novembro de 2018
 
↑
«José Vieira Couto de Magalhães - Guia do Acervo»
.
icaatom.arquivoestado.sp.gov.br
. Consultado em 6 de agosto de 2020
 
↑
«Secretaria de Governo da Província de São Paulo - Guia do Acervo»
.
icaatom.arquivoestado.sp.gov.br
. Consultado em 6 de agosto de 2020
 
Ligações externas
[
editar
|
editar código
]
O
Commons
possui uma
categoria
com imagens e outros ficheiros sobre
Couto de Magalhães
«Sobre Couto de Magalhães.»
 
«Relatório com que o presidente da província de Goiás, o exmo. sr. dr.
José Vieira Couto de Magalhães
, entregou a administração da mesma ao exmo. sr. dr. João Bonifácio Gomes de Siqueira.»
 
«Obras de Couto de Magalhães na Biblioteca Digital Curt Nimuendaju.»
 
«Os Selvagens.»
 
Verbete de José Vieira Couto de Magalhães no Guia do Acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo
Verbete da Secretaria da Província de São Paulo no Guia do Acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo
Precedido por
João Bonifácio Gomes de Siqueira
Presidente da província de Goiás
1863 — 1864
Sucedido por
João Bonifácio Gomes de Siqueira
Precedido por
João Maria de Morais
Presidente da província do Pará
1864 — 1866
Sucedido por
Antônio Lacerda de Chermont
Precedido por
Albano de Sousa Osório
Presidente da província de Mato Grosso
1867 — 1868
Sucedido por
João Batista de Oliveira
Precedido por
Antônio Pinheiro de Ulhoa Cintra
Presidente da província de São Paulo
1889
Sucedido por
Junta governativa paulista de 1889
v
d
e
Presidentes da Província de Goiás — Império (1822—1889)
Junta governativa goianense de 1822-1824
•
Caetano Maria Lopes Gama
•
Miguel Lino de Morais
•
Luís Bartolomeu Marques
•
José Rodrigues Jardim
•
Luís Gonzaga de Camargo Fleury
•
José de Assis Mascarenhas
•
José Rodrigues Jardim
•
José de Assis Mascarenhas
•
Francisco Ferreira dos Santos Azevedo
•
José de Assis Mascarenhas
•
Francisco Ferreira dos Santos Azevedo
•
José de Assis Mascarenhas
•
Francisco Ferreira dos Santos Azevedo
•
José de Assis Mascarenhas
•
Joaquim Inácio Ramalho
•
Antônio de Pádua Fleury
•
Eduardo Olímpio Machado
•
Antônio Joaquim da Silva Gomes
•
Francisco Mariani
•
Antônio Augusto Pereira da Cunha
•
Antônio Cândido da Cruz Machado
•
Antônio Augusto Pereira da Cunha
•
João Bonifácio Gomes de Siqueira
•
Francisco Januário da Gama Cerqueira
•
Antônio Manuel de Aragão e Melo
•
José Martins Pereira de Alencastre
•
Caetano Alves de Sousa Filgueiras
•
João Bonifácio Gomes de Siqueira
•
José Vieira Couto de Magalhães
•
João Bonifácio Gomes de Siqueira
•
Augusto Ferreira França
•
João Bonifácio Gomes de Siqueira
•
Ernesto Augusto Pereira
•
João Bonifácio Gomes de Siqueira
•
Antero Cícero de Assis
•
Teodoro Rodrigues de Morais
•
Luís Augusto Crespo
•
Teodoro Rodrigues de Morais
•
Aristides Spínola
•
Teodoro Rodrigues de Morais
•
Joaquim de Almeida Leite Morais
•
Teodoro Rodrigues de Morais
•
Cornélio Pereira de Magalhães
•
Teodoro Rodrigues de Morais
•
Antônio Gomes Pereira Júnior
•
Antônio José Caiado
•
Camilo Augusto Maria de Brito
•
Antônio José Caiado
•
José Acioli de Brito
•
Júlio Barbosa de Vasconcelos
•
Guilherme Francisco Cruz
•
Júlio Barbosa de Vasconcelos
•
Luís Silvério Alves Cruz
•
Antônio Pereira de Abreu Júnior
•
José Joaquim de Sousa
•
Felicíssimo do Espírito Santo
•
Fulgêncio Firmino Simões
•
Felicíssimo do Espírito Santo
•
Fulgêncio Firmino Simões
•
Felicíssimo do Espírito Santo
•
Elísio Firmo Martins
•
Eduardo Augusto Montandon
v
d
e
Presidentes da Província do Pará — Império (1821—1889)
Junta governativa paraense de 1821-1824
José de Araújo Rozo
José Félix Pereira de Burgos
Paulo José da Silva Gama
José Félix Pereira de Burgos
Bernardo José da Gama
José Joaquim Machado de Oliveira
Bernardo Lobo de Sousa
Félix Clemente Malcher
Francisco Pedro Vinagre
Manuel Jorge Rodrigues
Eduardo Nogueira
Francisco José de Sousa Soares de Andrea
Bernardo de Sousa Franco
João Antônio de Miranda
Tristão Pio dos Santos
Bernardo de Sousa Franco
Rodrigo de Sousa da Silva Pontes
José Tomás Henriques
Manuel Paranhos da Silva Veloso
João Maria de Morais
Manuel Paranhos da Silva Veloso
João Maria de Morais
Herculano Ferreira Pena
João Maria de Morais
Herculano Ferreira Pena
João Maria de Morais
Jerônimo Coelho
João Maria de Morais
Ângelo Custódio Correia
Fausto Augusto de Aguiar
José Joaquim da Cunha
Sebastião do Rego Barros
Ângelo Custódio Correia
João Maria de Morais
Miguel Antônio Pinto Guimarães
Henrique Pedro Carlos de Beaurepaire-Rohan
João da Silva Carrão
Ambrósio Leitão da Cunha
Manuel de Frias e Vasconcelos
Antônio Coelho de Sá e Albuquerque
Fábio Alexandrino de Carvalho Reis
Ângelo Tomás do Amaral
Olinto José Meira
Francisco Carlos de Araújo Brusque
Olinto José Meira
João Maria de Morais
José Vieira Couto de Magalhães
Antônio Lacerda de Chermont
Pedro Leão Veloso
Antônio Lacerda de Chermont
Joaquim Raimundo de Lamare
Antônio Lacerda  de Chermont
Manuel José de Siqueira Mendes
José Bento da Cunha Figueiredo
Miguel Antônio Pinto Guimarães
Manuel José de Siqueira Mendes
João Alfredo Correia de Oliveira
Abel Graça
Joaquim Pires Machado Portela
Abel Graça
Francisco Bonifácio de Abreu
Miguel Antônio Pinto Guimarães
Domingos José da Cunha Júnior
Guilherme Francisco Cruz
Pedro Vicente de Azevedo
Francisco Maria Correia de Sá e Benevides
João Capistrano Bandeira de Melo Filho
José da Gama Malcher
José Joaquim do Carmo
José Coelho da Gama e Abreu
José da Gama Malcher
Manuel Pinto de Sousa Dantas Filho
José da Gama Malcher
João José Pedrosa
João Rodrigues Chaves
Justino Ferreira Carneiro
João Rodrigues Chaves
Rufino Eneias Gustavo Galvão
José de Araújo Roso Danin
João Silveira de Sousa
Carlos Augusto de Carvalho
João Lourenço Pais de Sousa
Tristão de Alencar Araripe
João Antônio de Araújo Freitas Henriques
Joaquim da Costa Barradas
Francisco José Cardoso Júnior
Miguel José de Almeida Pernambuco
João Policarpo dos Santos Campos
José de Araújo Roso Danin
Antônio José Ferreira Braga
v
d
e
Presidentes da Província de Mato Grosso — Império (1821—1889)
Luís de Castro Pereira
Jerônimo Joaquim Nunes
Antônio José de Carvalho Chaves
Manuel Alves da Cunha
José Saturnino da Costa Pereira
Jerônimo Joaquim Nunes
André Gaudie Ley
Antônio Correia da Costa
André Gaudie Ley
Antônio Correia da Costa
José de Melo Vasconcelos
João Poupino Caldas
Antônio Pedro de Alencastro
Antônio José da Silva
Antônio Correia da Costa
Antônio José da Silva
José Antônio Pimenta Bueno
José da Silva Guimarães
Estêvão Ribeiro de Resende
Antônio Correia da Costa
José da Silva Guimarães
Antônio Correia da Costa
José da Silva Guimarães
Manuel Alves Ribeiro
José Mariano de Campos
Zeferino Pimentel Moreira Freire
Ricardo José Gomes Jardim
João Crispiniano Soares
Manuel Alves Ribeiro
Antônio Nunes da Cunha
Joaquim José de Oliveira
João José da Costa Pimentel
Augusto Leverger
Albano de Sousa Osório
Joaquim Raimundo de Lamare
Antônio Pedro de Alencastro
Herculano Ferreira Pena
Augusto Leverger
Alexandre Manuel Albino de Carvalho
Augusto Leverger
Albano de Sousa Osório
José Vieira Couto de Magalhães
João Batista de Oliveira
José Vieira Couto de Magalhães
Albano de Sousa Osório
José Antônio Murtinho
Augusto Leverger
Luís da Silva Prado
Antônio de Cerqueira Caldas
Francisco Antônio Raposo
Antônio de Cerqueira Caldas
Francisco José Cardoso Júnior
José de Miranda da Silva Reis
Antônio de Cerqueira Caldas
Hermes Ernesto da Fonseca
João Batista de Oliveira
João José Pedrosa
Rufino Eneias Gustavo Galvão
José Leite Galvão
José Maria de Alencastro
José Leite Galvão
Manuel de Almeida Gama Lobo d'Eça
Floriano Peixoto
José Joaquim Ramos Ferreira
Joaquim Galdino Pimentel
Antônio Augusto Ramiro de Carvalho
Álvaro Rodovalho Marcondes dos Reis
Antônio Augusto Ramiro de Carvalho
José Joaquim Ramos Ferreira
Francisco Rafael de Melo Rego
Antônio Herculano de Sousa Bandeira Filho
Manuel José Murtinho
Ernesto Augusto da Cunha Matos
v
d
e
Presidentes da Província de São Paulo — Império (1822—1889)
Primeiro reinado
Junta governativa paulista de 1822
Cândido Xavier de Almeida e Sousa
Lucas Antônio Monteiro de Barros
-
Luís Antônio Neves de Carvalho
Tomás Xavier Garcia de Almeida
-
Manuel Joaquim Gonçalves de Andrade
Manuel Joaquim de Ornelas
José Carlos Pereira de Almeida Torres
-
Manuel Joaquim Gonçalves de Andrade
Período regencial
Aureliano de Sousa e Oliveira Coutinho
-
Manuel Joaquim Gonçalves de Andrade
Manuel Teodoro de Araújo Azambuja
Rafael Tobias de Aguiar
-
Vicente Pires da Mota
-
Rafael Tobias de Aguiar
-
Francisco Antônio de Sousa Queirós
José Cesário de Miranda Ribeiro
-
José Manuel de França
Bernardo José Pinto Gavião Peixoto
Venâncio José Lisboa
Manuel Machado Nunes
Segundo reinado
Rafael Tobias de Aguiar
Miguel de Sousa Melo e Alvim
-
Vicente Pires da Mota
José da Costa Carvalho
José Carlos Pereira de Almeida Torres
Joaquim José Luís de Sousa
Manuel Felizardo de Sousa e Melo
-
Joaquim José de Morais e Abreu
Manuel da Fonseca de Lima e Silva
-
Bernardo José Pinto Gavião Peixoto
Joaquim Floriano de Toledo
Domiciano Leite Ribeiro
Vicente Pires da Mota
José Tomás Nabuco de Araújo Filho
-
Hipólito José Soares de Sousa
-
José Manuel da Silva
Joaquim Otávio Nébias
-
Carlos Carneiro de Campos
Josino do Nascimento Silva
José Antônio Saraiva
-
Antônio Roberto de Almeida
Francisco Diogo Pereira de Vasconcelos
-
Antônio Roberto de Almeida
José Joaquim Fernandes Torres
Policarpo Lopes de Leão
-
Manuel Joaquim do Amaral Gurgel
Antônio José Henriques
-
Manuel Joaquim do Amaral Gurgel
João Jacinto de Mendonça
-
Manuel Joaquim do Amaral Gurgel
Vicente Pires da Mota
-
Manuel Joaquim do Amaral Gurgel
Francisco Inácio Marcondes Homem de Melo
-
Joaquim Floriano de Toledo
João Crispiniano Soares
-
Joaquim Floriano de Toledo
João da Silva Carrão
-
Joaquim Floriano de Toledo
José Tavares Bastos
-
Joaquim Floriano de Toledo
Joaquim Saldanha Marinho
-
Joaquim Floriano de Toledo
-
José Manuel da Silva
-
José Elias Pacheco Jordão
Cândido Borges Monteiro
-
Antônio Joaquim da Rosa
-
José Elias Pacheco Jordão
-
Vicente Pires da Mota
Antônio Cândido da Rocha
-
Vicente Pires da Mota
Antônio da Costa Pinto e Silva
-
Vicente Pires da Mota
-
José Manuel da Silva
José Fernandes da Costa Pereira Júnior
Francisco Xavier Pinto de Lima
João Teodoro Xavier de Matos
-
Joaquim Manuel Gonçalves de Andrade
Sebastião José Pereira
-
Joaquim Manuel Gonçalves de Andrade
-
Antônio de Aguiar Barros
João Batista Pereira
-
Joaquim Egídio de Sousa Aranha
Laurindo Abelardo de Brito
-
Joaquim Egídio de Sousa Aranha
Florêncio Carlos de Abreu e Silva
-
Joaquim Egídio de Sousa Aranha
-
Manuel Marcondes de Moura e Costa
Francisco de Carvalho Soares Brandão
-
Antônio de Aguiar Barros
Domingos Antônio Raiol
-
Luís Carlos de Assunção
José Luís de Almeida Couto
-
Francisco Antônio de Sousa Queirós Filho
-
Elias Antônio Pacheco e Chaves
João Alfredo Correia de Oliveira
-
Antônio de Queirós Teles
-
Elias Antônio Pacheco e Chaves
Antônio de Queirós Teles
Francisco de Paula Rodrigues Alves
-
Francisco Antônio Dutra Rodrigues
Pedro Vicente de Azevedo
Antônio Pinheiro de Ulhoa Cintra
José Vieira Couto de Magalhães
Controle de autoridade
:
Q6333190
WorldCat
VIAF
:
210731509
BNE
:
XX4987644
FAST
:
282973
GND
:
1056708107
ISNI
:
ID
LCCN
:
nr91007600
NTA
:
075139715
NUKAT
:
n2011203139
OBP
:
ID
SUDOC
:
113426755
BDCN
:
autor:couto-de-magalhaes
Câmara dos Deputados
:
1083
NUPILL
:
1580
OL
:
OL6647310A
Obtida de "
https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Couto_de_Magalhães&oldid=69774164
"
Categorias
:
Nascidos em 1837
Mortos em 1898
Governadores de Goiás (Império)
Governadores do Pará (Império)
Governadores de Mato Grosso (Império)
Governadores de São Paulo (Império)
Folcloristas de Minas Gerais
Ensaístas do Brasil
Membros da Academia Mato-Grossense de Letras
Patronos da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras
Naturais de Diamantina
Advogados de Minas Gerais
Generais do Brasil
Militares de Minas Gerais
Maçons de Minas Gerais
Membros do Partido Liberal (1831)
Brasileiros de ascendência portuguesa
Categoria oculta:
!Imagem local idêntica à do Wikidata
Esta página foi editada pela última em 21 de março de 2025, às 20h22min.
Este texto é disponibilizado nos termos da licença
Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional (CC BY-SA 4.0) da Creative Commons
;
pode estar sujeito a condições adicionais.
Para mais detalhes, consulte as
condições de utilização
.
Política de privacidade
Sobre a Wikipédia
Avisos gerais
Código de Conduta
Programadores
Estatísticas
Declaração sobre cookies
Versão móvel
Busca
Procurar
Alternar o índice
Couto de Magalhães
9 idiomas
Adicionar tópico