Caiapós – Wikipédia, a enciclopédia livre
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2
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3
Denominação
4
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5
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6
Organização social
7
Cosmologia
8
Ver também
9
Bibliografia
10
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11
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Caiapós
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Caiapós (desambiguação)
.
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CAPES
).
(
Fevereiro de 2023
)
Mebêngôkre
Caiapó
Kayapó
Jovens caiapós
População total
11 675 (Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena/Secretaria Especial de Saúde Indígena, 2014)
Regiões com população significativa
 
Pará
[
1
]
Línguas
Caiapó
Religiões
Animismo
Etnia
Nativo-americanos
Grupos étnicos relacionados
Caiapós-xicrins
,
Caiapós-mecranotis
,
Caiapós-paus-d'arco
,
Caiapós-metuctires
,
Caiapós-cubem-cram-quens
,
Caiapós-gorotires
,
Caiapós-aucres
,
Caiapós-cararaôs
,
Caiapós-quicretuns
Os
mẽbêngôkre
[
2
]
ou
mebêngôkre
(
endônimos
),
[
3
]
erroneamente também conhecidos como
caiapós
,
kayapó
ou
kaiapó
, são um grupo étnico
jê
(um grupo linguístico de
povos indígenas do Brasil
), habitantes da
Amazônia
brasileira
.
História
[
editar
|
editar código
]
Desde tempos imemoriais, ocupam áreas no interior do
Brasil
em pequenas aldeias, onde viviam de
caça
,
pesca
,
milho
,
mandioca
,
mel
, e
frutas
. No século
XVIII
, na região nordeste do atual Estado de
São Paulo
, o grupo étnico teve seu primeiro contato com as populações de origem europeia, bandeirantes que eram liderados por
Bartolomeu Bueno da Silva
- o Anhanguera - buscavam por ouro, pedras preciosas e indígenas para serem escravizados.
[
1
]
Já na região da
bacia
inferior do
rio Tocantins
, no começo do
século XIX
os caiapós começaram a sofrer ataques dos homens
brancos
, que mataram e
escravizaram
muitos caiapós. Ainda que mais numerosos que os invasores, as
bordunas
dos caiapós nada podiam fazer diante dos
mosquetes
dos invasores. Como resultado, os caiapós
migraram
para o oeste. Trinta anos depois, porém, os homens brancos voltaram a atacar os caiapós. Desta vez, houve uma cisão entre os caiapósː uma parte deles queria estabelecer a paz com os homens brancos, e outra parte queria continuar a fuga para o oeste. Os caiapós que optaram pela relação amistosa com os brancos desapareceram, em grande parte vitimados por
pestes
trazidas pelos brancos.
Nas décadas de
1950
e
1960
, houve uma tentativa de aproximação por parte de agentes do governo brasileiro com a intenção de pacificar os caiapós. Como resultado, hoje, a maior parte dos caiapós está em contato permanente com a sociedade brasileira.
[
3
]
Nos
anos 1980
, dois caiapós se tornaram conhecidos do grande públicoː
Tutu Pombo
e
Raoni
. O primeiro, como o primeiro líder indígena brasileiro a explorar comercialmente as
reservas indígenas
, ao permitir a extração de ouro e
mogno
em troca de dinheiro. O segundo, como um defensor do
meio ambiente
e do modo de vida tradicional indígena.
Língua
[
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|
editar código
]
A língua caiapó pertence ao
tronco linguístico
macrojê
. O conhecimento da
língua portuguesa
varia de grupo para grupo, dependendo de seu grau de
interação social
com a
sociedade
não índigena.
[
3
]
Denominação
[
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|
editar código
]
O termo
Kayapó
é um
exônimo
que data do início do
século XIX
, tendo sido criado por grupos indígenas vizinhos desta
etnia
. Significa 'homens semelhantes aos
macacos
' e está, provavelmente, ligado a certos
rituais
do grupo, nos quais os homens dançam usando
máscaras
de macaco. O
endônimo
dos chamados
kayapó
é
mebengokre
, que significa, literalmente, 'homens do buraco (ou
poço
) d'água'.
[
3
]
[
4
]
Subgrupos
[
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|
editar código
]
Os caiapós são um grupo indígena
brasileiro
que se divide nos subgrupos:
kayapó-aucre
,
kayapó-cararaô
,
caiapó-cubem-cram-quem
,
caiapó-gorotire
,
caiapó-mecranoti
,
caiapó-metuctire
,
caiapó-pau-d'arco
,
caiapó-quicretum
e
caiapó-xicrim
. No passado, eram também chamados de
coroados
, e os de
Mato Grosso
,
coroás
.
Economia
[
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|
editar código
]
Sua principal atividade econômica é a
agricultura itinerante
praticada por homens, mulheres e meninos. Através do método de desbravar e queimar (
queimada
), cada par limpa um local na floresta de cerca de cinquenta por trinta metros onde estabelecem suas
hortas
, nas quais semeiam
batata
,
cará
,
mandioca
,
algodão
,
milho
e, ao lado das árvores, plantam
cupá
, uma videira com
gavinhas
comestíveis. Alguns grupos introduziram, em suas hortas,
arroz
,
feijão
,
mamão
e
tabaco
. Usam
fertilizantes
e
pesticidas
.
Recolhem
mel
e
frutos
de
palmeiras
silvestres como o
babaçu
. A
castanha-do-pará
, que anteriormente era recolhida pelas mulheres para seu autoconsumo, hoje é recolhida pelos homens e vendida a compradores estatais ou privados. O
óleo
certificado de castanha, feito pelos caiapós da
Terra Indígena Baú
, de
Novo Progresso
, recebeu o selo verde, uma certificação que atesta práticas legais e impulsiona a venda para as indústrias de
cosméticos
. No entanto, a sua substituição por outras
matérias-primas
tem feito os caiapós venderem o óleo para a indústria de
biocombustível
a um preço dez vezes menor.
[
5
]
Espécies de árvores plantadas pelos Kayapó
[
6
]
Nome Kayapó
Nome em português
Nome científico
alimento
usos
motu
marmeleiro
Alibertia edulis
Sim
isca/caça
roi-krãti
marmelada-do-campo
Alibertia
sp.
isca/caça
ongrê
araticum
Annona crassiflora
Sim
jacá
jaca
Artocarpus intergrifoliam
Sim
roi-ti-(mrã)
tucumã
Astrocaryum tucuma
Sim
sal
woti
tucum
ou
cumari
Astrocaryum vulgare
Sim
óleo
pi'ỳ
castanha-do-pará
Bertholletia excelsa
Sim
pỳ kumrenx
urucu
(1 de 3 variedades)
Bixa orellana
pintura corporal
pỳ poi ti
urucu (1 de 3 variedades)
Bixa orellana
pỳ krã re
urucu (1 de 3 variedades)
Bixa orellana
kutenk
murici
Byrsonima crassifolia
Sim
pri kà ti
piqui
(1 de 3 variedades)
Caryocar villosum
Sim
pri krã ti
piqui (1 de 3 variedades)
Caryocar villosum
isca/caça
pri kumrenx
piqui (1 de 3 variedades)
Caryocar villosum
Sim
pdigô ngrã ngrã
Lima
Citrus aurantiifolia
Sim
pidgô ti
laranja-da-terra
Citrus aurantium
Sim
pidgô poi re
limão
Citrus × limonia
Sim
kapê
café
Coffea arabica
Sim
kudjá redjô
cereja Kayapó
Cordia
sp.
Sim
isca/caça
kremp
uxi
Endopleura uchi
Sim
pidjô nore
jambo
Syzygium jambos
Sim
isca/caça
kamere kàk
açaí
Euterpe oleracea
Sim
isca/caça
mroti, mrotire
jenipapo
Genipa americana
Sim
pintura corporal
pi-ô-tire
mangaba
Hancornia speciosa
Sim
moi (motx)
jatobá
Hymenaea courbaril
Sim
isca/caça
kohnjô-kô, jaka, kryre, poire, tire ngrãngrã, tyk
ingá
(6 variedades)
Inga
spp.
Sim
isca/caça
kromu
sapucaia
Lecythis usitata
Sim
pi'ỳ tê krê ti
sapucaia
Lecythis usitata
var.
paraensis
Sim
kuben poi re
manga
Mangifera indica
Sim
krwya no kamrek
maçaranduba
Manilkara huberi
isca/caça, isca/pesca
ngrwa ràre
buritirana
Mauritia martiana
Sim
ngrwa
buriti
Mauritia flexuosa
Sim
rikre
inajá
Attalea maripa
Sim
sal
kamere
bacaba
Oenocarpus bacaba
Sim
isca/caça
rò
babaçu
Attalea speciosa
Sim
sal/óleo
ngra djàre
piaçaba
Attalea funifera
Sim
kamô
pariri
Parinari montana
Sim
isca/caça
kaprã
abacate
Persea americana
Sim
pĩ panhê ka tire
bacuri
Platonia insignis
Sim
isca/caça
atwyra krã krê
imbaúba
Pourouma cecropiifolia
Sim
isca/caça
kamokô
tuturuba
Pouteria macrophylla
Sim
isca/caça
pidjó kamrek
goiaba
Psidium guajava
Sim
tytyti diô
banana-brava
Ravenala guyanensis
Sim
biri
biribá
Rollinia mucosa
Sim
miêchet ti
jurubeba
Solanum paniculatum
Sim
bàrere-krã-kryre
taperebá
Spondias lutea
Sim
kuben krã ti
cacau
Theobroma cacao
Sim
isca/pesca
bàri-djó
cupuaçu
Theobroma grandiflorum
Sim
São bons caçadores, mas, atualmente, a
caça
não é abundante. Entre as presas que conseguem obter, se destacam os da
família
Tayassuidae
. Os homens tecem
cestos
,
cintos
e faixas para carregar e fabricam
paus
,
lanças
,
arcos
e
flechas
para a caça. As mulheres fabricam
pulseiras
, fitas e
cordas
.
Atualmente, os caiapós do Pará são tidos como os índios mais
ricos
do Brasil. Sua riqueza vem da exploração de
mogno
,
ouro
e
óleo de castanha-do-pará
, além de dividendos de
róialtis
advindos da mineração industrial em suas terras.
[
7
]
Organização social
[
editar
|
editar código
]
Em 2 de junho de 2010, o
cacique
Akiaboro, líder geral de todas as aldeias Caiapó, fala à imprensa após participar da 13ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional de Política Indigenista. Foto:Renato Araújo/
ABr
.
Cada comunidade é independente das demais, mas todas apresentam a mesma estrutura. Se constrói uma
aldeia
com uma
praça central
para as festas e, ao redor, as
casas
de cada família. O
ngobe
é a "casa dos homens", situada no extremo norte da praça, onde eles se reúnem, praticam trabalhos
artesanais
e pernoitam. Os homens se dividem em dois lados, cada um com um
benadióro
(
chefe
) e seus
oopen
(partidários).
As casas das esposas do chefe estão uma no extremo leste da aldeia e outra a oeste. São
seminômades
. Várias vezes ao ano, correm pelas florestas para a caça, coleta e estabelecimento de novas colheitas; alguns desses períodos são curtos e breves e outros relativamente longos, durante os quais abandonam a aldeia. Como comunidades sobreviventes, se mencionam os
kubenkrâkên
,
gorotire
,
xikrin
,
menkragnoti
e
metüktire
.
Uma forma organizativa fundamental através da qual cada pessoa se articula em sua comunidade é o grupo
patronímico
ou seguimento de nomes. As meninas e as mulheres formam o mesmo grupo das irmãs do pai, enquanto que os meninos e os homens são do grupo dos irmãos da mãe.
Jovens índias caiapós do Pará participando de cerimônia
O
sistema
de
parentesco
se assemelha ao tipo
Omaha
, o qual permitiria pensar em linhagens
patrilineares
, que, no entanto, não existem ou são substituídas pela adesão a segmentos determinados pela descendência em linha cruzada: cada pessoa pertence a uma categoria de acordo com sua idade, sexo e número de filhos. Os
guerreiros
(maiores de 17 anos) participam das
assembleias
no
ngobe
, onde se tomam as decisões
políticas
.
O
matrimônio
se contrai em idade precoce, por vezes consentido pelas mães dos
noivos
, sendo proibida a união entre primos cruzados. Se trata de um evento público que está previsto após a menarca (primeira
menstruação
) das meninas (entre 10 e 12 anos). As mães e tias dos recém-casados preparam e interrompem sem prejuízos a noite de núpcias. O
divórcio
é possível, mas o segundo casamento é privado.
A decoração do corpo é uma questão importante na sociedade. Dedica-se bastante tempo para raspar o cabelo e fazer desenhos coloridos na pele. Homens, mulheres e crianças ficam com a parte superior da cabeça completamente raspada. As mulheres deixam cair para trás o resto do cabelo, enquanto os homens fazem um rolo. Levam grinaldas de penas, brincos, colares e cintos e alguns homens usam um
disco em seu lábio inferior
. Anteriormente, todos os homens o portavam.
Não usam
bebidas fermentadas
nem plantas
alucinógenas
.
Cosmologia
[
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|
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]
Há um mundo
celeste
do qual provém a
humanidade
. Os primeiros seres humanos que chegaram à
Terra
vieram de lá por uma longa
corda
, igual
formigas
por um
tronco
. Isto foi possível porque um homem viu um
tatu
e o seguiu até que entrou num buraco, que depois foi usado pelas pessoas para vir a este mundo. Também as plantas celestes baixaram do mundo celestial quando a filha da
chuva
brigou com a mãe, desceu a este mundo e foi acolhida por um homem, a quem entregou as plantas.
Muitos relatos explicam os fatos
culturais
, desde a obtenção do
fogo
até a casa da
onça-pintada
. As
danças
são levadas muito a sério, pois explicam a relação com a natureza, a sociedade e a história.
Ver também
[
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|
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]
Usina Hidrelétrica de Belo Monte
Lista de povos indígenas brasileiros
Paulinho Paiakã
Tradições dos Kayapó
Lista de abelhas sem ferrão do Brasil#Lista de espécies utilizadas pelos Kayapó
Bibliografia
[
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|
editar código
]
FERREIRA, A. B. H.
Novo Dicionário da Língua Portuguesa
. 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 313.
Posey, Darrell A.
1986. Manejo de floresta secundária, capoeira, campos e cerrados (Kayapó). In: Ribeiro, Darcy (editor); Ribeiro, Berta G. (coord.).
Suma Etnológica Brasileira
, Vol. 1: Etnobiologia, p. 172-186. Petrópolis: Vozes, Finep.
Referências
↑
a
b
«Ribeirão Preto surgiu como povoamento Caiapó-Bandeirante e rota para Goiás»
.
Assembleia Legislativa Do Estado De São Paulo
. 14 de janeiro de 2013
. Consultado em 10 de outubro de 2024
 
↑
Oliveira, Ester de Souza; Passos, João Lucas Moraes (7 de outubro de 2019).
«Limites e lugares: entre caminhos mẽbêngôkre»
.
Ilha Revista de Antropologia
(1): 170–196.
ISSN
 
2175-8034
.
doi
:
10.5007/2175-8034.2019v21n1p170
. Consultado em 7 de fevereiro de 2021
 
↑
a
b
c
d
«Mẽbengôkre Kayapó»
.
Povos Indígenas no Brasil - pib.socioambiental.org
. Consultado em 9 de outubro de 2024
.
Cópia arquivada em 9 de outubro de 2024
 
↑
Kayapó / Mebêngôkre
.
Site
do XII Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros.
↑
Caiapós têm dificuldade para vender óleo certificado de castanha
-
O Estado de S.Paulo
, 26 de fevereiro de 2010 (visitado em 26-2-2010).
↑
Posey, Darrell (1986).  Ribeiro, Darcy; Ribeiro, Berta G. (coord.), eds.
«Manejo de floresta secundária, capoeira, campos e cerrados (Kayapó).»
. Petrópolis.
Suma Etnológica Brasileira
. Vol. 1: Etnobiologia: p. 172-186.
 
!CS1 manut: Texto extra (
link
)
↑
Caiapós
. Disponível em
http://www.portalamazonia.com.br/amazoniadeaz/interna.php?id=320
. Acesso em 27 de janeiro de 2019.
Ligações externas
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Acervo Etnográfico Museu do Índio - Caiapós
v
d
e
Povos indígenas do Brasil
Grupos étnicos
Tronco tupi
Mondés
Aruás
Cintas-largas/Matetamãe
Ikolen
Tupis-guaranis
Amanaiés/Araradeuas
Anambés
Apiacás
Aquaua (
Suruís-aiqueuaras
-
Assurinis do Tocantins
)
Arauetés/Bïde
Assurinis do Xingu/Awaetes
Avás-canoeiros/Carijós
Awá-Guajá
Carijós
*
Cauaíbes
(
Uru-eu-uau-uaus
)
Guaranis
(
Caiouás/Pãi-taviterã
-
Mbiás
-
Nhandevas
)
Guajajaras/Tenetearas
Tupis
* (
Tupinambás
* -
Tupiniquins
-
Caetés
* -
Tamoios
* -
Potiguaras
-
Temiminós
* -
Tabajaras
*?)
Outros
Curuaias
Mundurucus
Tapajós
*
Macro-jê
Jês
Aquém
(
Xavantes
-
Xerentes
)
Caingangues
Tapaiúnas
Timbiras
(
Akrãtikatêjê-gavião
-
Apinajés
-
Apaniecras-Canelas
-
Craós
-
Cricatis
-
Krenyê
-
Krepumkateyê
-
Kyikatejê-gavião
-
Paracatejê-gavião
-
Pucobié-gavião
-
Rancocamecras-canelas
Povo iny
Carajás
Javaés
Xambioás
"
Tapuias
"*
Aimorés
*
"
Botocudos
"*
Cariris
*
Geréns
*
Tarairiús
*
Outros
Coropós
*
Crenaques
Goitacás
*
Maxacalis
Pataxós
Puris
*
Ricbactas
Outros grupos
Arauás
Banauás
Jamamadis
Aruaques
Apurinãs/Popukares
Ashaninca
Baníuas/Walimanais
Barés/Haneras
Enauenê-nauês
Guanás
Exoaladis
* -
Exoaladis
* -
Quiniquinaus
-
Terenas
Manaós
*
Uapixanas
Caribes
Aparaís
Bacairis/Kurâs
Galibis do Oiapoque/Calinãs
Cariris
?*
Aconãs
Aticuns-umãs
Caimbés
Calabaças
Carapotós
Cariris-xocós
Jucás
Pancarás
"
Pataxós-hã-hã-hães
"
Quiriris
Tingui-botós
Trucás
Tumbalalás
Uassus/Wassus
Xucurus-cariris
Charruas
*
Guenoas
*
Minuanos
*
Embaiás
Cadiuéus
Beaqueos
*
Catagueos
*
Macus
Dâw
Hupdás
Camãs
Nadobs
Iuhupdes
)
Panos
Shawadauas
Kuntanawa
Tucanos
Arapaços
Barás/Waípinõmakãs
Barasanas/Panenoás
Desanos
Tuparis
Acuntsu
Ajurus
Outros
Aicanãs
Aranãs
Araras/Ukarãngmãs
Araras do Aripuanã
Araras do Maia
Aricapus
Auetis/Enumaniás
Bororos/Boes
"
Bugres
"
Caiapós
"
Canoeiros
"
Catuquinas
Chiquitanos/Chiquitos
"
Coroados
"
Crateús
*
Fulniôs
Galibis-maruornos/Aruás
Guaianás
*
Guaicurus
*
Guatós
Ianomâmis
Djeoromitxí/Jabutis
Javaés
Quasas
Curripacos
Kujubim
Muras
Paiaguás
Pancararus
Saparás
Ticunas
Tremembés
Tuxás
Xocós
Xucurus
Culturas
arqueológicas
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/
Marajoara
Umbu
Vieira
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:
Articulação dos Povos Indígenas do Brasil
Comitê Intertribal
Conselho Indígena de Roraima
Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira
Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro
De apoio
:
Associação Nacional de Ação Indigenista
Conselho Indigenista Missionário
Instituto Socioambiental
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:
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Fundação Nacional do Índio
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