Xavantes – Wikipédia, a enciclopédia livre
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Início
1
Características gerais
Alternar a subsecção Características gerais
1.1
Demografia
2
Distribuição
3
História
4
Tradições e rituais
5
Xavantes notáveis
6
Publicações sobre os Xavantes
7
Ver também
8
Referências
9
Ligações externas
Alternar o índice
Xavantes
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Xavantes (desambiguação)
.
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•
L
•
A
•
I
•
WP refs
) •
ABW
•
CAPES
).
(
Outubro de 2020
)
Xavante
População total
22.256 (Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena/Secretaria Especial de Saúde Indígena, 2020)
[
1
]
Regiões com população significativa
Línguas
xavante (aquém)
língua portuguesa
O
povo indígena brasileiro
xavante
,
autodenominado
A'uwē
("gente") ou
A'uwẽ Uptabi
("pessoas verdadeiras")
[
1
]
[
2
]
são um povo original do Brasil, pertence linguisticamente à
família linguística
jê
, a qual, por sua vez, pertence ao
tronco linguístico
macro-jê
. São aparentados com o povo
Xerente,
também pertencentes a essa família linguística.
Xavantes é forma escolhida pelos colonizadores portugueses para designar os habitantes de uma aldeia no norte de
Goiás
, em fins do século XVI. O nome possui origem desconhecida.
[
3
]
Características gerais
[
editar
|
editar código
]
Demografia
[
editar
|
editar código
]
Os
xavante
formam, junto com os nativos
xerentes
, um conjunto etnolinguístico conhecido na literatura
antropológica
como acuen ou
aquém
, pertencente à
família linguística
jê
, do
tronco
macro-jê
.
[
1
]
Segundo estimativas da SIL International em 2024, a língua xavante era utilizada por uma faixa de 10 mil à 1 milhão de pessoas e encontra-se em situação estável, quando a língua não é usada por instituições formais, mas ainda é norma no lar e na comunidade que todas as crianças aprendam e utilizem a língua.
[
4
]
Em relação à
família linguística
jê
, o
Censo demográfico do Brasil de 2010
do
IBGE
identificou 42.793 pessoas que falavam a língua, sendo 38.577 em
Terras indígenas
e 4.216 fora.
[
5
]
Do total, a maior parte vivia na
região sul
(18.733 pessoas), seguida da
região centro-oeste
(11.487 pessoas) e
região norte
(9.703 pessoas).
[
5
]
Atualmente, a população xavante no Brasil está em crescimento como se pode ver na tabela abaixo.
Ano
População total
Fontes (todas de ISA - 2014
[
1
]
, exceto quando indicado)
1958
1.100
SPI - Missão salesiana: in Maybury-Lewis [1984]
1963
1.465
SPI - Missão salesiana: in Maybury-Lewis [1984]
1969
2.160
Giaccaria e Heide [1972]
1977
3.340
Funai: in Lopes da Silva [1986]
1980
3.405
Funai: in Lopes da Silva [1986]
1983
4.412
Funai
1984
4.834
Funai: in Graham [1995]
1988
6.091
Funai: in Carrara [1998]
1996
7.985
Funai
1998
10.221
Equipe de Saúde: FunaiI/PNUD/Prodeagro
2000
9.601
DSEI /Funasa – Barra do Garças
2004
11.231
DSEI /Funasa – Barra do Garças
2007
13.303
DSEI/Funasa– Barra do Garças
2014
18.380
SIASI/SESAI (2014)
[
6
]
2020
22.256
SIASI/SESAI (2020)
[
1
]
Distribuição
[
editar
|
editar código
]
A região onde vivem hoje tem grande
rede hidrográfica
formada pelas bacias dos
afluentes
dos rios
Culuene
,
Xingu
, das
Mortes
e
Araguaia
. É dessa região de
floresta tropical
,
mato
e
savana
, com árvores baixas e altas, que os nativos retiram o alimento e os materiais para seus
artesanatos
,
armas
,
instrumentos musicais
e as
ocas
, dispostas em forma
circular
. Ali, também buscam
caças
,
frutos
,
palmeiras
e
pescados
.
Devido à atual ocupação da região pelas culturas da
soja
e do
gado
, bem como outras
monoculturas
agrícolas, o uso de
pesticidas
e a diminuição das matas, seu modo de vida ligado à
caça
e à
coleta
tem mudado bastante. Muitas vezes, a "caça" e a "coleta" são deslocadas da mata para as cidades vizinhas, onde vão adquirir alimento e coisas dos "estrangeiros".
Em 2020, população xavante (22.256 pessoas) estava distribuída em 12
terras indígenas
- todas elas localizadas no leste do estado de
Mato Grosso
.
São elas:
Marãiwatsédé
Marechal Rondon
Sangradouro/Volta Grande
(juntamente com índios
Bororo
)
São Marcos
Areões
Areões I
Areões II
Parabubure
Pimentél Barbosa
Chão Preto
Ubawawe
Wedezé
.
Oito delas estão homologadas e registradas; duas encontram-se em processo de identificação; uma está reservada e registrada e uma está identificada e aprovada mas sujeita a contestação.
[
7
]
[
8
]
Em 2007, a tese de doutorado de Luís Roberto de Paula abordou a formação de 9 Terras Indígenas Xavante e, em especial, a TI Parabubure.
[
9
]
História
[
editar
|
editar código
]
Os Xavantes habitavam a região entre os rios Araguaia e Tocantins. Eram um povo numeroso e forte.
[
3
]
Tinham, como atividade predominante até a segunda metade do
século XX
, a
caça
, a
pesca
e a coleta de
frutos
e
palmeiras
.
[
1
]
Ao longo do
século XVIII
, com a
descoberta de ouro
na
capitania de Goiás
, ocorreram conflitos entre a população xavante local e os
garimpeiros
,
bandeirantes
,
colonos
e
missionários
que chegaram. Alguns xavantes reagiram violentamente, outros procuraram se integrar, e outros optaram por
migrar
. Os que migraram para o oeste cruzaram o
rio Araguaia
em algum ponto entre o final do século XVIII e o início do
século XIX
, enquanto os que ficaram passaram a ser conhecidos por
xerentes
.
Mitos
xavantes descrevem esse evento com a figura de um enorme
boto
que teria surgido no meio do rio Araguaia, assustando e separando para sempre xavantes e xerentes. Outro mito diz que os xavantes teriam sido transportados por botos, conseguindo assim atravessar as agitadas águas do rio Araguaia. A designação "xavante" teria sido, então, criada pelos não nativos para diferenciar os xavantes dos xerentes que ficaram no atual estado de
Tocantins
.
[
1
]
O governo de Portugal organizou várias expedições militares contra os Xavantes com o objetivo de "pacificação". Em uma delas organizada entre 1794 e 1798 por Tristão da Cunha, foram fixados em aldeamentos, os quais os enfraqueceram. Um grupo de sobreviventes decidiu atravessar o Rio Araguaia e o Rio das Mortes, chegando a parte norte-oriental da
Serra do Roncador
, onde passaram um tempo recusando o contato com não indígenas.
[
3
]
No atual estado do
Mato Grosso
, viveram sem serem intensivamente assediados até a
década de 1930.
Inicialmente, a alimentação era garantida por meio da agricultura, caça e pesca. Cultivavam milho, mandioca, feijão, abóbora e batata. Recolhiam raízes e frutas selvagens. A mulher era responsável pelo cultivo, no entanto, essa atividade foi estendida também aos homens, devido a maior variedade no cultivo e a sua importância na alimentação. Dessa forma, as atividades dos homens não são restritas apenas a caça e a pesca, muito afetadas pela destruição da floresta.
[
3
]
Em
1982
, o
cacique
xavante
Mário Juruna
tornou-se o primeiro nativo brasileiro a se eleger
deputado federal
no país. No final da
década de 1980
, os xavantes sofreram com a falta de caça. Uma investigação do governo mostrou que a caça intensiva em torno das aldeias exterminou as espécies animais que viviam na área. Para superar essa situação, os Xavantes aceitaram um plano de três pontos proposto pelo
governo federal do Brasil
. Primeiro, proteger um terço da reserva por um período de 3 a 5 anos, para permitir a regeneração. Então, promover o desenvolvimento da agricultura e uma rotação de atividades de caça, incluindo a
pesca
durante a
estação seca
. Por último, organizar
patrulhas
na reserva para impedir que caçadores de fora entrem na reserva.
Na
década de 1990
, os xavantes tiveram várias experiências novas com os "estrangeiros", como: um intercâmbio realizado com a
Alemanha
; a implementação de um projeto de
educação
bilíngue
; e uma parceria musical com a banda de
heavy metal
Sepultura
em seu álbum "
Roots
".
[
10
]
Hoje, os Xavantes vivem nas reservas distribuídas a oeste do Rio Araguaia, na Serra do Roncador e a leste do
Rio das Mortes
. As aldeias agora têm cerca de 10 000 habitantes. A reserva Rio das Mortes, cuja superfície é de 2 390 quilômetros quadrados, inclui 850 Xavantes distribuídos em 4 aldeias.
Os Xavantes tiveram que desistir de certas práticas, como a de atravessar um vasto território em busca de comida. Sua rota de
caça
está agora limitada a 20 quilômetros ao redor de sua aldeia. Sua técnica é cercar uma área para
incendiar
e abater animais em fuga com
flechas
ou
armas de fogo
. A
carne
pode ser cozida e comida no mesmo dia ou
defumada
para ser comida em outro dia.
Tradições e rituais
[
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|
editar código
]
Na literatura
antropológica
, os xavantes são conhecidos principalmente por sua
organização social
de tipo
dualista
, ou seja, trata-se de uma sociedade em que a vida e o pensamento de seus membros estão constantemente permeados por um princípio dual, que organiza sua percepção do mundo, da natureza, da sociedade e do próprio
cosmos
como estando permanentemente divididos em metades opostas e complementares.
A aldeia xavante original era construída em forma de ferradura, com a abertura voltada para um rio próximo. No centro há uma praça, onde os homens se reúnem e o conselho de anciãos tomam decisões. As casas são circulares, feitas de paus e bambus com teto de folhas, nelas habitam duas ou três famílias. A casa é administrada pelas mulheres, que preparam e distribuem os alimentos.
[
3
]
Sua
tradição
tem uma maneira própria de ser transmitida e transformada, através de relatos, rituais e ensinamentos. A
escrita
é uma necessidade para qual o povo xavante se adaptou, com o intuito de reivindicar seu espaço na
sociedade
nacional e internacional. Os xavantes têm uma organização supostamente
dualista
e essa percepção da vida como um todo divide tudo permanentemente em
metades
opostas e complementares, mas há outras formas de divisão coletiva e organização das relações, como em
trios
ou
quartetos
. Esta é a chave da
cultura
dos xavantes. Existe também a corrida de
buriti
, denominada de
uiwede
, uma corrida de revezamento em que duas
equipes
de gerações diferentes correm cerca de 8 quilômetros, passando um tora de palmeira de
buriti
de cerca de 80
quilogramas
de um
ombro
para o outro até chegarem ao pátio da aldeia.
Os xavantes dividem-se em oito grupo delimitados pela idade, que é definida por classes: criança, menino, rapaz, adulto, ancião e velho. A passagem de uma classe para outra é celebrada com ritos, cantos e danças. Na fase em que consideram que o indivíduo deixa de ser menino ocorre a perfuração da orelha e a apresentação das noivas aos respectivos noivos.
[
3
]
Desde pequenos, os
meninos
formam grupos de idade semelhante. A primeira cerimônia pública de que os meninos participam é o
ói'ó
, em que os meninos demonstram sua coragem, seus medos, sua fraquezas através da
luta
com
clavas
. Quando chega o tempo certo, os mais velhos decidem a entrada dos meninos no
Hö
(
casa
tradicional, especialmente construída numa das extremidades do
semicírculo
da aldeia, para a reclusão dos
wapté
durante o período de
iniciação
para a fase
adulta
), onde os meninos vão viver reclusos por cinco
anos
. Todo menino xavante, de 10 a 18 anos, passa por esse período de reclusão de cinco anos na casa dos
solteiros
, onde o jovem permanece sem contato com a tribo. Nesse período, o jovem fica todo o tempo no
Hö
. Ele só deixa a casa para rituais e para atividades fora da aldeia, como
caça
e
pesca
.
Na educação xavante são reforçados a superação do cansaço, da dor e do medo. Esses valores são reafirmados pelos anciãos através de lendas. A educação não é papel exclusivo dos pais, ainda que nos primeiros anos de vida fique a cargo da mãe. Ao longo do tempo os meninos tem a formação diretamente influenciada por padrinhos, rapazes mais velhos.
[
3
]
O ritual de furo de
orelha
acontece quando os
wapté
saem definitivamente do
Hö
, ou seja, na passagem da
adolescência
para a vida
adulta
. Após os cinco anos, acontece, na aldeia, a festa chamada
Danhono
, onde a orelha dos jovens é furada, sendo o furo preenchido com um
cilindro
de
madeira
que os xavantes acreditam ser indutor de
sonhos
. Atualmente, os xavantes jovens criaram uma
analogia
entre esses cilindros e as
antenas
: os cilindros seriam como "antenas" que captam os pensamentos dos ancestrais xavantes durante os sonhos. Após o ritual, os jovens passam a ser considerados adultos e voltam ao
convívio social
com a
tribo
.
Pintam-se com
jenipapo
,
carvão
e
urucum
, tiram as
sobrancelhas
e os
cílios
, usam cordinhas nos pulsos e pernas e a
gravata
cerimonial de
algodão
. O corte de cabelo e os adornos e pinturas são marcadores de diferença dos xavantes em relação aos outros, transmitida através dos cantos pelos
ancestrais
e partilhados com todo o povo da aldeia.
A
alimentação
tradicional dos xavantes baseia-se na
coleta
de
raízes
silvestres, castanhas e
frutos
, principalmente pelas mulheres. Complementa-se com a caça e a pesca praticadas pelos homens. Secundariamente, existe o
cultivo
de
milho
(principal produto agrícola, muito importante nos mitos xavantes),
feijão
e
abóbora
.
[
1
]
Os xavantes falam a
língua aquém
, porém os homens costumam falar a
língua portuguesa
quando se relacionam com não xavantes. A maioria das mulheres e crianças e alguns velhos não sabem falar português.
[
1
]
Destaca-se, ultimamente, a grande popularidade da prática do
futebol
entre os xavantes.
[
1
]
Também tem aumentado o número de xavantes
cristãos
, devido à ação de
missionários
nas aldeias. Isso tem gerado críticas por parte dos defensores da cultura xavante tradicional.
[
11
]
Xavantes notáveis
[
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|
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]
Mário Juruna
, primeiro indígena eleito na história do país para o legislativo nacional (1983-1987)
[
12
]
Samantha Rootsitsina de C. Juruna
, também chamada de Samantha Ro’otsitsina Xavante e conhecida como Tsitsina Juruna ela é filha de Mário Juruna, primeiro indígena eleito na história do país para o legislativo nacional (1983-1987)
[
12
]
e membra da Namunkurá Associação Xavante (NAX)
[
13
]
.
Publicações sobre os Xavantes
[
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|
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]
Exsitem diversas obras de referência, dicionários, livros didáticos, artigos científicos e teses e dissertações.
Alguns destes foram compilados pela Associação Internacional de Linguística - SIL Brasil:
[
14
]
Histórias Antigas do Povo Xavante - DAHI'RATA NHIMIROWASU'U Duréi Wasu'u. Coleção de Histórias Antigas do Povo Xavante. Contadas por Airton Pini'awå e Coronel Wi'i. Gravadas, escritas e compiladas por Alec Harrison. Português verificado por Mary Daniels, Marcos Von Rondon e Nilce Gerke. Original em inglês: 1999.
[
15
]
Em português, sem data.
Burgess, Eunice. Duas Análises das Sílabas do Xavante. Publicado em: Estudos sôbre línguas e culturas indígenas: Trabalhos linguísticos realizados no Brasil (edição especial) - Gudschinsky, Sarah C., editor - 1971. pág. 96-102. (Tradução de: Two analyses of Xavante syllables - English - 1965).
[
16
]
Soares, Eduardo. Dicionário Xavante. SIL International, 2020. Trilíngue: Inglês, Português, Xavante.
[
17
]
[
18
]
Soares, Eduardo. Gramática Xavante. Bilíngue: Português, Xavante.
[
19
]
Ver também
[
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|
editar código
]
Lista de povos indígenas do Brasil
Datsi'a'uwẽdzé - vir a ser e não ser gente no Brasil Central
[1]
.
Referências
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«Território no mundo A'uwe Xavante»
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ISA - Instituto Socioambiental
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Povos Indígenas no Brasil
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Povos Indígenas. Etnias Indígenas.
"Xavante"
[ligação inativa]
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Instituto Socioambiental.
Pesquisa por Povo. Xavante :: 12 Terras Indígenas
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Paula, Luís Roberto De (2 de março de 2007).
Travessias: um estudo sobre a dinâmica sócio-espacial Xavante
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http://whiplash.net/materias/news_829/176187-sepultura.html
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Puzzi, Thays (22 de abril de 2019).
«Modos de vida e cultura indígena são essenciais para o Cerrado»
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«Dahi'rata nhimirowasu'u: duréi wasu'u (Ancient legends of the Xavante people)»
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www.wikidata.org
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«Duas análises das sílabas do xavánte | Brasil»
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www.silbrasil.org.br
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Soares, Eduardo (15 de abril de 2020).
«Xavante Dictionary | Brasil»
.
www.silbrasil.org.br
(em "inglês", "português", e "xavante"). SIL International
. Consultado em 8 de julho de 2024
!CS1 manut: Língua não reconhecida (
link
)
↑
«Xavante Dictionary -»
. Consultado em 8 de julho de 2024
↑
«Sumário»
.
Gramática Xavante
. Consultado em 29 de agosto de 2024
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d
e
Povos indígenas do Brasil
Grupos étnicos
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Mondés
Aruás
Cintas-largas/Matetamãe
Ikolen
Tupis-guaranis
Amanaiés/Araradeuas
Anambés
Apiacás
Aquaua (
Suruís-aiqueuaras
-
Assurinis do Tocantins
)
Arauetés/Bïde
Assurinis do Xingu/Awaetes
Avás-canoeiros/Carijós
Awá-Guajá
Carijós
*
Cauaíbes
(
Uru-eu-uau-uaus
)
Guaranis
(
Caiouás/Pãi-taviterã
-
Mbiás
-
Nhandevas
)
Guajajaras/Tenetearas
Tupis
* (
Tupinambás
* -
Tupiniquins
-
Caetés
* -
Tamoios
* -
Potiguaras
-
Temiminós
* -
Tabajaras
*?)
Outros
Curuaias
Mundurucus
Tapajós
*
Macro-jê
Jês
Aquém
(
Xavantes
-
Xerentes
)
Caingangues
Tapaiúnas
Timbiras
(
Akrãtikatêjê-gavião
-
Apinajés
-
Apaniecras-Canelas
-
Craós
-
Cricatis
-
Krenyê
-
Krepumkateyê
-
Kyikatejê-gavião
-
Paracatejê-gavião
-
Pucobié-gavião
-
Rancocamecras-canelas
Povo iny
Carajás
Javaés
Xambioás
"
Tapuias
"*
Aimorés
*
"
Botocudos
"*
Cariris
*
Geréns
*
Tarairiús
*
Outros
Coropós
*
Crenaques
Goitacás
*
Maxacalis
Pataxós
Puris
*
Ricbactas
Outros grupos
Arauás
Banauás
Jamamadis
Aruaques
Apurinãs/Popukares
Ashaninca
Baníuas/Walimanais
Barés/Haneras
Enauenê-nauês
Guanás
Exoaladis
* -
Exoaladis
* -
Quiniquinaus
-
Terenas
Manaós
*
Uapixanas
Caribes
Aparaís
Bacairis/Kurâs
Galibis do Oiapoque/Calinãs
Cariris
?*
Aconãs
Aticuns-umãs
Caimbés
Calabaças
Carapotós
Cariris-xocós
Jucás
Pancarás
"
Pataxós-hã-hã-hães
"
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