Macro-jê – Wikipédia, a enciclopédia livre https://pt.wikipedia.org/wiki/Macro-j%C3%AA Saltar para o conteúdo Menu principal Menu principal mover para a barra lateral ocultar Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Páginas especiais Informar um erro Colaboração Boas-vindas Ajuda Páginas de testes públicas Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Busca Procurar Aparência Doar Criar conta Iniciar sessão Ferramentas pessoais Doar Criar conta Iniciar sessão Conteúdos mover para a barra lateral ocultar Início 1 Histórico 2 Povos e línguas do tronco macro-jê Alternar a subsecção Povos e línguas do tronco macro-jê 2.1 Jolkesky (2016) 2.2 Nikulin (2020) 3 Clasificação para diferentes autores 4 Influência na língua portuguesa 5 Vocabulário 6 Reconstrução 7 Ver também 8 Referências 9 Bibliografia 10 Ligações externas Alternar o índice Macro-jê 23 idiomas Asturianu Български Català Deutsch English Esperanto Español Français Frysk Hrvatski Italiano 한국어 Limburgs Lietuvių Occitan Polski Piemontèis Runa Simi Русский Srpskohrvatski / српскохрватски Svenska Türkçe Українська Editar hiperligações Artigo Discussão português Ler Editar Editar código fonte Ver histórico Ferramentas Ferramentas mover para a barra lateral ocultar Operações Ler Editar Editar código fonte Ver histórico Geral Páginas afluentes Alterações relacionadas Enviar ficheiro Hiperligação permanente Informação da página Citar esta página Obter URL encurtado Transferir o código QR Imprimir/exportar Criar um livro Transferir como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Elemento Wikidata Aparência mover para a barra lateral ocultar Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Esta página cita fontes , mas que não cobrem todo o conteúdo . Ajude a inserir referências ( Encontre fontes: Google ( N • L • A • I • WP refs ) • ABW • CAPES ). ( Agosto de 2011 ) Nota: Para outros significados, veja Jê . Línguas jês propriamente ditas (amarelo-claro) e outras línguas macro-jês (amarelo escuro) na atualidade. A área sombreada indica aproximadamente a área de provável extensão no passado Macro-jê , também referido pelo etnônimo brasílico Macro-Jê , [ 1 ] é um tronco linguístico cuja constituição ainda é consideravelmente hipotética. Em tese, está distribuído pelas regiões não litorâneas e mais centrais do Brasil , incluindo partes de todos os seus estados, exceto Amazonas , Amapá , Roraima e Acre , no Norte - bem como pequenos grupos dispersos em partes do Paraguai e da Bolívia . [ 2 ] O Macro-jê é um dos dois grandes troncos linguísticos do Brasil, sendo o outro o tronco tupi . [ 3 ] Histórico [ editar | editar código ] A partir da incursão no território do Brasil pelos portugueses , em 1500, os europeus passaram a ter um grande contato com as tribos tupi-guaranis que estavam dispersas por praticamente toda a costa brasileira . Os tupis-guaranis chamavam os indígenas falantes de outras línguas de tapuia – que, em sua língua, significava inimigo . Este vocábulo foi incorporado pelos europeus, que passaram a considerar que, no país, havia apenas duas grandes nações indígenas: a tupi-guarani e a tapuia. Os tapuias, considerados pelos europeus como mais primitivos e de catequese e conquista mais difíceis, foram duramente combatidos e exterminados – e muitos dos povos e tribos então existentes desapareceram de forma tão completa que sequer existe registro direto de sua existência. [ carece de fontes ? ] No século XIX , o cientista alemão Carl Friedrich Philipp von Martius percorreu grande parte do território brasileiro e propôs uma divisão dos índios brasileiros segundo um critério linguístico. Baseado nesse critério, criou o grupo gê, que englobava tribos que falavam línguas semelhantes e que costumavam autodenominar-se utilizando o sufixo gê , que significava pai , chefe ou antepassado . Um nome alternativo, segundo o próprio Martius, seria cram , pois, nesse grupo, também era muito utilizada a partícula cran ( filho , descendente ) para a nomeação das tribos. Grande parte das antigas tribos tapuias estava incluída no grupo gê. [ 4 ] Já no começo do século XX , os antropólogos passaram a rejeitar o nome tapuia e adotaram a denominação de gês para este grupo de famílias linguísticas. Em 1953, a Associação Brasileira de Antropologia adotou a forma jê em substituição a gê . [ 5 ] Com a reforma ortográfica , que preconizava o uso de j em vez de g para os termos oriundos das línguas indígenas do Brasil , a palavra gê passou a ser grafada jê . Povos e línguas do tronco macro-jê [ editar | editar código ] Bororo — família linguística Bororo — ( bororos ) Umutina — ( umutinas ) Botocudo — família linguística ( botocudos ) Bacuém — ( bacuéns ) Borum-Kren — (boruns) Cracmum — ( cracmuns ) Crenaque — ( crenaques e eteuetes ) Guticraque — ( guticraques ) Jiporoque — ( jiporoques ) Minhajirum — ( minhajiruns ) Nacnenuque — ( nacnenuques ) Nacrerré — ( nacrerrés ) Naque-nhapemã — ( naques-nhapemãs ) Pejaerum — ( pejaeruns ) Pojixá — ( pojixás ) Camacã — família linguística (extinta) Camacã — ( camacãs ) Carajá — família linguística Carajá — ( carajás ) Javaé — ( javaés ) Xambioá — ( xambioás ) Cariri — família linguística extinta ( cariris ) Corema (extinto) Babico (extinto) Dzubukuá Charruana (extinta) — Mataco-guaicuru Guató — família linguística Guató — ( guatós ) Fulniô (Iatê, Carnijó) — família linguística Fulniô (Iatê, Carnijó) — ( fulniôs ) Jê — família linguística Apinajé — ( apinajés ) Aqüém — ( aquéns ) Xacriabá — dialeto ( xacriabás ) Xavante — dialeto ( xavantes ) Xerente — dialeto ( xerentes ) Caiapó — ( caiapós ) Caiapó-aucre — dialeto ( caiapós-aucres ) Caiapó-cararaô — dialeto ( caiapós-cararaôs ) Caiapó-cocraimoro — dialeto ( caiapós-cocraimoros ) Caiapó-cubem-cram-quem — dialeto ( caiapós-cubem-cram-quens ) Caiapó-gorotire — dialeto ( caiapós-gorotires ) Caiapó-mecranoti (txucarramãe) — dialeto ( caiapós-mecranotis ) Caiapó-metuctire — dialeto ( caiapós-metuctires ) Caingangue — ( caigangues ) Caingangue-central — dialeto ( caingangues-centrais ) Caingangue-do-paraná — dialeto ( caingangues-do-paraná ) Caingangue-do-sudeste — dialeto ( caingangues-do-sudeste ) Caingangue-do-sudoeste — dialeto ( caingangues-do-sudoeste ) Timbira — ( timbiras ) Apaniecra-canela — dialeto ( apaniecras-canelas ) Craó — dialeto ( craós ) Crejé — dialeto ( crejés ) Cricati — dialeto ( cricatis ) Parcatié-gavião — dialeto ( parcatiés-gaviões ) Pucobié-gavião — dialeto ( pucobiés-gaviões ) Rancocamecra-canela — dialeto ( rancocamecras-canelas ) Quencatejê-canela — dialeto ( quencatejês-canelas ) Panará — ( panarás ) Suiá — ( suiás ) Tapaiuna — dialeto ( tapaiunas ) Xoclengue — ( xoclengues ) Masacará — extinto ( masacarás ) Maxacali — família linguística Maconi — (maconis) Malali — ( malalis ) Maromomi — extinto ( maromomiss ) Maxacali — ( maxacalis ) Panhame — ( panhames ) Pataxó — extinta ( pataxós ) Pataxó-hã-hã-hãe — extinta ( pataxós-hã-hã-hães ) Ofaié Ofaié — ( ofaiés ) Pury - modalidade da região de Guiricema (MG) [ 6 ] Puri — família linguística Puri — ( puris ) Goitacá — ( goitacás ) Arari — ( araris ) Coropó — (coropós ) Coroado — ( coroados ) Ricbacta — família linguística Ricbacta — ( ricbactas ) Tarairiú — família linguística ( tarairiús ) Brobó – ( xukuru ) Kaxwriêtã – ( karaxuwanassu ) Jolkesky (2016) [ editar | editar código ] Classificação interna do tronco macro-jê (Jolkesky 2016): [ 7 ] († = língua extinta) Macro-jê Borum Ofaye Rikbaktsa Yate Bororo Bororo Otuke † Umutina † Maxakali Malali † Maxakali-Pataxo Maxakali Pataxo † Kamakã † Masakara † Kamakã-Menien † Kamakã † Menien † Kariri † Dzubukua † Kipea † Xoko † Macro-jê nuclear Besiro (Chiquitano) Arikapu; Jeoromitxi Karaja: Javae; Karaja; Xambioa Jê Jê central Akroa † Xakriaba † Xavante Xerente Jeiko † Jê meridional Ingain: Ingain †; Kimda † Kaingang-Xokleng Kaingang: Kaingang; Kaingang Paulista Xokleng Jê setentrional Apinaje Kayapo: Mẽbengokre; Xikrin Panara Suya; Tapayuna Timbira: Apãniekra; Kraho; Krẽje †; Krĩkati; Parkateje; Pykobje; Ramkokamekra Nikulin (2020) [ editar | editar código ] Classificação interna do tronco Macro-Jê (Nikulin 2020): [ 8 ] Macro-Jê Karajá Ocidentais Matogrossenses Ofayé Rikbáktsa Jabutí Arikapú Djeoromitxí Orientais ? Jaikó Jê Akuwẽ ; Jê Setentrionais, Panará Ingain; Jê Meridionais Transanfranciscanas Borum Krenák Maxakalí Malalí Maxakalí Nucleares Maxakalí Maxakalí Ritual; Makoní Pataxó ; Pataxó-Hãhãhãe Koropó ? Kamakã Masakará Kamakã Meridional Menien Kamakã ; Kotoxó/Mongoyó Clasificação para diferentes autores [ editar | editar código ] O nome Macro-Jê foi proposto pela primeira vez por J. A. Mason [ 9 ] para se referir a um amplo grupo de línguas do Brasil relacionadas às línguas Jê . W. Schmidt empregou inicialmente o nome Ges-Tapuya , [ 10 ] e C. Loukotka o nome Tapuya-žé, [ 11 ] com o mesmo sentido. Os subgrupos nomeados a seguir, de acordo com o estudo comparativo de Andrey Nikulin, [ 8 ] formam uma macrofamília, mas detalhes de cada uma das hipóteses de classificação podem diferir de um autor para o outro, ver: C. Loukotka (1942) incluiu 8 famílias dentro da macrofamília Tapuya-žé: Žé (Jê), Opaie (Ofayé), Kaigán (Kaingáng), Coroado (Purí), Mašakali (Maxakalí), Patašó ( Pataxó ), Botokudo ( Krenák ) e Kamakan ( Kamakã ). C. Nimuendajú (1946) considerou o Malalí uma família independente. Mason (1950) adicionou o Malalí e o Coropó (Koropó) ao Macro-Jê, mas deixou de fora o Ofayé e o Iaté (Yatê). Davis (1966) sob uma boa base comparativa demostrou que o Kaingnáng é de fato um membro da família Jê. Em outro artigo (1968) trouxe evidências de correspondências regulares entre as línguas Jê e o Maxakalí, bem como entre o Jê e o Karajá , mencionando possíveis conexões do Macro-Jê com o Bororo, e do Tupi com o Fulnió (Yatê). Guérios (1939) apresentou evidências do parentesco do Bororo oriental com duas línguas Jê septentrionais, o Timbíra (Canela) e o Kayapó . Gudschinsky (1971) comparando os Ofayé com a reconstrução de Davis do proto-Jê mostrou que provavelmente dito grupo era parte do Macro-Jê. Boswood (1973) apontou alguma evidência léxica a favor do pertencimento do Rikbaktsá ao Macro-Jê. A. Rodrigues (1986) incluiu o Karirí e o Guató , e considerou que o Pataxó e o Malalí devem ser parte da família Maxakalí . J. Greenberg (1987) considerou que todos os grupos mencionados, exceto o Karirí , formam parte do Macro-Jê, adicionando o Chiquito, o Oti e o Yabutí ( Jabutí ). Ainda que Greenberg considere esses três últimos grupos "tanto Macro-Jê como os outros", a rasa evidência que apresenta não prova tal afirmação. Kaufmann (1994) deixa de fora o Yabutí e o Oti, assim como o Karirí, mas mantém dentro do Macro-Jê o Chiquito. Eduardo Ribeiro (2012), da Universidade de Chicago , observou a ausência de evidências que permitam classificar o fulniô (Yatê) ou o guató como parte do Macro-Jê, assim como o fez Kaufman para o Oti e o Chiquitano . Jolkesky (2016) inclui 8 famílias (Jê, Karajá, Borum (Krenák) †, Jeoromitxí-Arikapú (Jabutí), Kamakã †, Karirí †, Maxakalí-Pataxó, Bororo ) e mais quatro línguas (Besiro ( Chiquitano ), Ofayé , Rikbaktsa e Yatê). Nikulin (2020) reclassifica e inclui 7 famílias (Jê, Karajá, Borum (Krenák) †, Djeoromitxí-Arikapú (Jabutí), Kamakã †, Maxakalí-Pataxó, Ofayé-Rikbáktsa) e não encontra evidência para outros grupos previamente considerados Macro-Jê (Karirí †, Bororo, Purí , Guató , Otí). Aponta ainda que o Chiquitano poderia estar distantemente emparentado. [ 8 ] Influência na língua portuguesa [ editar | editar código ] As línguas do tronco macro-jê legaram algumas palavras para a língua portuguesa, embora não de modo tão expressivo quanto as línguas do tronco tupi . Geralmente, são topônimos da Região Norte ou Região Sul do Brasil com origem na língua aquém , como Dueré ou na língua caingangue , como Goioerê , Xanxerê , Erechim , Chapecó , Erebango , Campo Erê , Goioxim , Nonoai etc. [ 12 ] Vocabulário [ editar | editar código ] Alguns conjuntos de cognatos nas línguas macro-jê (Nikulin & Carvalho 2019: 263): [ 13 ] (Língua) filho dente barriga fome semente cabeça osso cinza Xavante ’ra /ʔraː/ ’wa /ʔwa/ di(’i) /niʔ/ mra(m) /mrʌ̃m̚/ dzö; nhama /jʌm/ ’rã(i) /ʔrʌ̃j/ hi /hi/ ’ru(i) /ʔrúj/ Proto-Jê Central *kraː *kwa *di(ki) *mrʌ̃(m) *ɲʌ̃mʌ̃ *ɟʌ; *krʌ̃(j) *hi (?) Proto-Cerrado *kra *jwa *tik *prʌ̃m̚ *cɨm *krʌ̃j *ci *mbrɔ Proto-Jê *kra *jɔ *tik *prʌ̃m̚ *cɨm *krɨ̃ɲ *ci *mbrʌ Proto-Maxakali-Krenak *kruk *juɲ *tɛk *prɨm *jam *krɨ̃ɲ *jɛt ~ *jɛk *proŋ Maxakali kutok /ktuk/ xox /cuc/ tex /tɛk/ putup /ptɨp/ xap /cap/ putox /ptuc/ kup /kɨp/ putohok /ptuk/ Comparação lexical (Rodrigues 1986): [ 14 ] Português pé um braço flecha mel fígado cinza marido Apinayé par pitxi pa — mèñ ma mrò mien Xavánte paara — pano — pĩ pa — — Kaingáng pẽn pir pẽ (puñ) mỹng ta-mẽ mrẽi mèn Maxakalí pata pytxèt — pói pang — pytok pen Kamakã wade weto — wãi — — — — Purí txapere i-páin — pun — — — — Botocudo pò putxik pò — pâng ku-pagn — — Yatê fe, fet- fathowa — — — — felowa (feto) Kipeá by, byri- bihe bo buiku — — bydi — Karajá waa — — wyhy bâdi baa bry-by — Boróro byre (mito) — (boi-) — — — (imedo) Ofayé fara — fè — fyk fa — — Guató bò — pò — pagwa pè — — Rikbaktsá pyry — txi-pa — mẽk- — — mari-kta Reconstrução [ editar | editar código ] Ver artigo principal: Proto-macro-jê Ver também [ editar | editar código ] Línguas indígenas do Brasil Línguas jês Tronco linguístico tupi Encontro Macro-Jê Referências ↑ Dicionário Houaiss : 'macro-jê' (etnm.br.: Macro-Jê) ↑ Gomes, Raíssa (24 de fevereiro de 2021). «Tese sobre consolidação histórica do tronco linguístico Macro-Jê é reconhecida internacionalmente» . UnB Ciência . Brasília . Consultado em 7 de setembro de 2021 ↑ «Brasil tem cinco línguas indígenas com mais de 10 mil falantes» . Agência Brasil . 11 de dezembro de 2014 . Consultado em 24 de julho de 2023 ↑ CHAIM, M. Aldeamentos Indígenas (Goiás 1749-1811) . Segunda edição. São Paulo: Nobel, 1983. p. 47 ↑ RODRIGUES, A. D. Línguas Brasileiras . Edições Loyola: São Paulo, 1986. pp.10,11 ↑ Pury), Santos (Ñáma Telikóng; Dos, Carmelita Lopes (11 de março de 2024). «Introdução à análise fonológica da língua Pury na modalidade de Guiricema (MG): por um trabalho de memória e ressurgência Dissertação (Mestrado em Linguística e Línguas Indígenas) - Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024.» . Consultado em 3 de novembro de 2025 ↑ Jolkesky, Marcelo Pinho De Valhery. 2016. Estudo arqueo-ecolinguístico das terras tropicais sul-americanas . Doutorado em Linguística. Universidade de Brasília. ↑ a b c Nikulin, Andrey (3 de julho de 2020). «Proto-Macro-Jê: um estudo reconstrutivo» . Repositório UnB . Consultado em 30 de agosto de 2023 Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "Nikulin-Macro-Je" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes ↑ J. Alden Mason, The Languages of South American Indians , 1950, p. 287 ↑ Schmidt, 1926, pp. 234-8 ↑ Schmidt, 1944, pp. 2-6 ↑ A língua kaingang. Disponível em http://portalkaingang.org/Lgua_Kaingang.pdf . Acesso em 27 de dezembro de 2013. ↑ Nikulin, Andrey; Fernando O. de Carvalho. 2019. Estudos diacrônicos de línguas indígenas brasileiras: um panorama . Macabéa – Revista Eletrônica do Netlli , v. 8, n. 2 (2019), p. 255-305. ( PDF ) ↑ Rodrigues, Aryon Dall'Igna . 1986. Línguas brasileiras: Para o conhecimento das línguas indígenas . São Paulo: Loyola. ( PDF ) Bibliografia [ editar | editar código ] D'Angelis, Wilmar da R., Carla Maria Cunha & Aryon D. Rodrigues (orgs.). 2002. Bibliografia das línguas Macro-Jê . Campinas: IEL/Unicamp. ( PDF ) Ramirez, H. , Vegini, V., & França, M. C. V. de. (2015). Koropó, puri, kamakã e outras línguas do Leste Brasileiro . LIAMES: Línguas Indígenas Americanas , 15(2), 223 - 277. doi : 10.20396/liames.v15i2.8642302 RIBEIRO, Eduardo Rivail . 2007. Eastern Macro-Jê: a hypothesis on the internal classification of the Macro-Jê stock . [manuscrito] MARTIUS, Karl Friedrich Philip von . 1863. Glossaria linguarum Brasiliensium: glossarios de diversas lingoas e dialectos, que fallao os Indios no imperio do Brazil . Erlangen: Druck von Jange. Rodrigues, Aryon Dall'Igna . 2002. Para o estudo histórico-comparativo das línguas Jê . In Ludoviko dos Santos & Ismael Pontes (orgs.), Línguas Jê: estudos vários , p. 1-14. Londrina: UEL. Seki, Lucy . 1989. Evidências de relações genéticas na família Jê . Estudos Lingüísticos XVIII (Anais de Seminários do GEL), p. 604-611. Lorena: Prefeitura Municipal/GEL. Livro: A Paraíba nos 500 Anos do Brasil / Anais do Ciclo de Debates do IHGP - Pág. de 125 a 140 Ligações externas [ editar | editar código ] O Wikilivros tem um livro chamado Civilização macrojê Bibliografia Macro-Jê Online na Biblioteca Digital Curt Nimuendajú The Jê-cyclopedia : Macro-Jê languages and cultures, from past to present (em inglês) 5º Encontro de línguas e culturas macro-jês Tabela de línguas do tronco macro-jê , página do Instituto Socioambiental Classificação do tronco macro-jê segundo Aryon Dall'Igna Rodrigues Macro-Jê (vocabulários organizados por Victor A. Petrucci) Macro-Jê: estado da arte (2020) v d e Línguas macro-jê Carajá Carajá Ocidental Matogrossense Ofaié • Rikbaktsa Jabuti Jabuti (Djeoromitxí) • Arikapú Oriental Jaikó Jê Caingangue • Xoclengue • Aqüém • Xacriabá • Xavante • Caiapó • Apinajé • Timbira ( Canela • Krikati • Pukobyê • Krahô • Parkatêjê • Kỳikatêjê ) • Xavante Transanfranciscano Krenak Krenak Camacã Camacã • Menién • Mongoió Maxacali Maxacali • Maconi • Pataxó • Pataxó-Hãhãhãe • Koropó • Malali Outros Chiquitano Protolíngua Proto-macro-jê v d e Famílias linguísticas indígenas da América do Sul Arawak Arawak Jê-Tupi-Carib Carib Tupi Macro-Jê Jabuti Kamakã Karajá Krenak Maxakali Jaikó Ofayé Rikbaktsá Chiquitano ? Guató Nordeste do Brasil Kariri Purí Taruma Gamela Baenã Katembri Natu Pankararu Tarairiú Tuxá Wamoé Xokó Xukurú Yaté Otí Orinoco (Venezuela e Colômbia) Yanomami ? Arutani-Sapé Arutani Sapé Máku Guahibo Warao Guamo Otomaco-Taparita Yaruro Duho Sáliba Betoi Hodi Ticuna-Yuri Andes (Colômbia e Venezuela) Chibcha Cofán Camsá Andaquí Páez Tinigua-Pamigua Timote-Cuica Jirajara Amazônia (Colômbia) Tucano ? Bora-Witoto Bora-Muinane Witoto Andoque-Urequena Puinave-Macu Costa do Pacífico (Colômbia e Equador) Choco Barbacoa Yurumanguí Esmeralda Costa do Pacífico (Peru) Sechura-Catacao ? Chimu Canhari-Puruhá Mochica Amazônia (Peru) Pano-Tacana Hibito-Cholon Cahuapana Jivaro Candoshi Omurano Munichi Waorani Taushiro Urarina Tequiraca ? Zaparo-Yagua Peba-Yagua Zaparo Amazônia ( Amazonas e Mato Grosso ) ? Arawá-Katukina-Harakmbet Arawá Harákmbut Katukina ? Mura-Matanawí Mura Nadahup Matanawí Ticuna-Yuri Trumai Mamoré - Guaporé Chapacura Mure Nambikwara Bororo Cayuvava Itonama Movima Canichana Mosetén Yuracaré Leco Aikanã Kanoê Kwazá Irantxe Arara Andes (Peru, Bolivia e Chile) Culle ? Quechumara Quechua Aymara Puquina Uru-Chipaya Kunza Mapudungun Chaco e Pampas ? Mataco-Guaicuru Mataco Guaicuru Guachí Payaguá Mascoi Zamuco Charrua Huarpe Lule-Vilela Chon Sul (Chile) Qawasqar Yagan Chono Línguas por região Bolívia Brasil Rondônia Xingu Santa Catarina Guiana Guiana Francesa Suriname v d e Povos indígenas do Brasil Grupos étnicos Tronco tupi Mondés Aruás Cintas-largas/Matetamãe Ikolen Tupis-guaranis Amanaiés/Araradeuas Anambés Apiacás Aquaua ( Suruís-aiqueuaras - Assurinis do Tocantins ) Arauetés/Bïde Assurinis do Xingu/Awaetes Avás-canoeiros/Carijós Awá-Guajá Carijós * Cauaíbes ( Uru-eu-uau-uaus ) Guaranis ( Caiouás/Pãi-taviterã - Mbiás - Nhandevas ) Guajajaras/Tenetearas Tupis * ( Tupinambás * - Tupiniquins - Caetés * - Tamoios * - Potiguaras - Temiminós * - Tabajaras *?) Outros Curuaias Mundurucus Tapajós * Macro-jê Jês Aquém ( Xavantes - Xerentes ) Caingangues Tapaiúnas Timbiras ( Akrãtikatêjê-gavião - Apinajés - Apaniecras-Canelas - Craós - Cricatis - Krenyê - Krepumkateyê - Kyikatejê-gavião - Paracatejê-gavião - Pucobié-gavião - Rancocamecras-canelas Povo iny Carajás Javaés Xambioás " Tapuias "* Aimorés * " Botocudos "* Cariris * Geréns * Tarairiús * Outros Coropós * Crenaques Goitacás * Maxacalis Pataxós Puris * Ricbactas Outros grupos Arauás Banauás Jamamadis Aruaques Apurinãs/Popukares Ashaninca Baníuas/Walimanais Barés/Haneras Enauenê-nauês Guanás Exoaladis * - Exoaladis * - Quiniquinaus - Terenas Manaós * Uapixanas Caribes Aparaís Bacairis/Kurâs Galibis do Oiapoque/Calinãs Cariris ?* Aconãs Aticuns-umãs Caimbés Calabaças Carapotós Cariris-xocós Jucás Pancarás " Pataxós-hã-hã-hães " Quiriris Tingui-botós Trucás Tumbalalás Uassus/Wassus Xucurus-cariris Charruas * Guenoas * Minuanos * Embaiás Cadiuéus Beaqueos * Catagueos * Macus Dâw Hupdás Camãs Nadobs Iuhupdes ) Panos Shawadauas Kuntanawa Tucanos Arapaços Barás/Waípinõmakãs Barasanas/Panenoás Desanos Tuparis Acuntsu Ajurus Outros Aicanãs Aranãs Araras/Ukarãngmãs Araras do Aripuanã Araras do Maia Aricapus Auetis/Enumaniás Bororos/Boes " Bugres " Caiapós " Canoeiros " Catuquinas Chiquitanos/Chiquitos " Coroados " Crateús * Fulniôs Galibis-maruornos/Aruás Guaianás * Guaicurus * Guatós Ianomâmis Djeoromitxí/Jabutis Javaés Quasas Curripacos Kujubim Muras Paiaguás Pancararus Saparás Ticunas Tremembés Tuxás Xocós Xucurus Culturas arqueológicas Humaitá Polícroma da Amazônia / Marajoara Umbu Vieira Organizações Indígenas : Articulação dos Povos Indígenas do Brasil Comitê Intertribal Conselho Indígena de Roraima Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro De apoio : Associação Nacional de Ação Indigenista Conselho Indigenista Missionário Instituto Socioambiental Governamentais : Serviço de Proteção ao Índio Fundação Nacional do Índio Fundação Nacional de Saúde Tópicos relacionados Acampamento Terra Livre Arte indígena brasileira Arte plumária indígena brasileira COVID-19 e povos indígenas no Brasil Culinária indígena no Brasil Dia do Índio Diretório dos Índios Distrito sanitário especial indígena Educação indígena Enciclopédia dos Povos Indígenas no Brasil Escravidão indígena no Brasil Estatuto do Índio Gaín Pañan e a Origem da Pupunheira Genocídio dos povos indígenas no Brasil Guarda Rural Indígena História pré-cabralina do Brasil Jogos dos Povos Indígenas Lei sobre a Liberdade dos Gentios Línguas indígenas do Brasil Lista de terras indígenas do Brasil Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas Povos indígenas emergentes Medicina ameríndia Memorial dos Povos Indígenas Mitologia guarani Movimento indígena no Brasil Movimentos de mulheres indígenas no Brasil Música indígena brasileira Relatório Figueiredo Saúde indígena no Brasil Sete Povos das Missões Terras indígenas do Brasil *: extintos; ?*: reivindicados; "aspas": grupos heterogêneos Portal:Povos nativos do Brasil Controle de autoridade : Q887133 AAT : 300411940 BRE : 2166829 EBID : ID GND : 7565186-5 WALS : macroge Portal da antropologia Portal dos povos nativos do Brasil Portal da linguística Portal da América do Sul Obtida de " https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Macro-jê&oldid=71132107 " Categoria : Tronco macro-jê Categorias ocultas: !Páginas com erros em referências !Artigos que carecem de notas de rodapé desde agosto de 2011 !Artigos que carecem de notas de rodapé sem indicação de tema !Artigos que carecem de notas de rodapé desde dezembro de 2023 !Wikiconcurso Justiça Climática e Amazônia (artigos) Esta página foi editada pela última em 3 de novembro de 2025, às 05h59min. 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